domingo, 27 de maio de 2018

VIDA LONGA E PRÓSPERA A TI E TEUS AMIGOS ISRAEL - SUA DEFESA MILITAR REQUER COMPLETO CONTROLE MILITAR EM TODA EXTENSÃO ISRAELITA E ISRAELENSE - SEM NEGOCIAÇÕES




Urgente:


Israel inicia construção de barreira subaquática na fronteira de Gaza
21:05 27.05.2018URL curta
0 02


O Ministério da Defesa de Israel informou que está construindo uma barreira submarina que vai se estender da comunidade de Zikim, no sul de Israel, para o Mar Mediterrâneo, para servir de bloqueio e afastar o Hamas.


A barreira é composta de três camadas, incluindo uma abaixo do nível do mar, uma camada de pedra blindada e uma terceira camada na forma de um monte.

A construção está prevista para ser concluída até o final do ano.

"Este é o único obstáculo desse tipo no mundo, que efetivamente bloqueará a possibilidade de se infiltrar em Israel através do mar, e isso irá frustrar ainda mais a perda de capacidade estratégica do Hamas", informou o ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, ao jornal Jerusalem Post.


© AP PHOTO / BAZ RATNER
Ataque do Exército de Israel contra alvos do Hamas em Gaza provoca 2 mortosA decisão de construir tal fortificação ocorreu depois que cinco comandos navais do Hamas supostamente tentaram entrar na comunidade israelense de Kibutz Zikim em 2014, portando armas e dispositivos explosivos.



Na época, as Forças de Defesa de Israel conseguiram parar os comandos, mas desde então o Hamas expandiu sua unidade para mais de 1.500 comandos.

À luz desse desenvolvimento, a Marinha de Israel agora está concentrada em treinar infiltrações subaquáticas e, em 2015, a Marinha implantou um novo sistema de sensores subaquáticos chamado "Aqua Shield".

Os novos sensores foram colocados para alertar a Marinha de qualquer "movimento submarino suspeito".




...

Links patrocinados Recomendado Para Você





.






Tags:
Padrões da comunidadeDISCUSSÃO
COMENTAR NO FACEBOOKCOMENTAR NA SPUTNIK


NOTÍCIAS




RECOMENDADO






© 2018 Sputnik. Todos os direitos reservados

PARABÉNS MARIANA ANTONIUK! IEHOUAH TSEVA'OT TE ABENÇOE PREZADA ISRAELITA! - O GOVERNO DE ISRAEL DEVE RECEBER PESSOAS DE FORA DENTRO DA SUA CONDIÇÃO E NATUREZA: OS IRMÃOS AFRICANOS DEVEM SE TORNAR JUDEUS AO MENOS À MODA ANCESTRAL DA TORAH, TEREM AS MESMAS RESPONSABILIDADES DE QUALQUER ISRAELENSE E DEFENDER A SOBERANIA PLENA DE ISRAEL - ASSIM O ASSUNTO PODE SER AVALIADO


MenuOuvir



A assistente social Mariana Antoniuk mudou de país para ajudar refugiados. A paulistana de 27 anos decidiu morar em Israel em 2015 para trabalhar com entidades que prestam assistência a milhares de imigrantes clandestinos que vivem no país, a maioria deles em busca de status de refugiado.





Daniela Kresch, correspondente da RFI Brasil em Tel Aviv

Atualmente Mariana Antoniuk é diretora do departamento pré-escolar da ONG Unitaf, que opera três creches, nove berçários e 13 jardins de infância para crianças que não desfrutam de situação legal no país. Ao todo, a Unitaf oferece assistência a 900 crianças filhas de pais provenientes de diversos países como Filipinas, Tailândia e Índia.

Mas a grande maioria vem da Eritreia e do Sudão do Sul. Para chegar em Israel, eles passaram por muitas dificuldades. “Eles têm uma história muito particular”, conta Mariana. 

Mariana lida diretamente com 60 famílias que vivem em Tel Aviv. Ela conta que há muita pressão psicológica e emocional no trabalho com os refugiados devido à história de vida deles.

A maioria dos africanos passou por dificuldades, fome ou é sobrevivente de tráfico humano. Eles chegaram a Israel a pé depois de passar pelo deserto do Sinai, no Egito, onde sofreram com gangues de “coiotes”, que pediam pagamento para ajudá-los a cruzar a fronteira. Muitas vezes, no entanto, essas gangues praticavam sequestro e tortura nos andarilhos em troca de resgate a ser pagos por parentes.

“Em muitos deles eu vejo as marcas, as cicatrizes no corpo. Alguns não têm unha, não têm dedo... Mas os que conseguem dividir comigo, contaram toda a trajetória, que viram pessoas que eles amavam morrendo, que eles foram torturados. Quem veio com filhos um pouco mais velhos viu os filhos sendo torturados também”, diz a assistente social. 


Mariana Antoniuk em uma creche da ONG UnitafDaniela Kresch



Essa situação comove Mariana. Ela vem de uma família de sobreviventes do Holocausto que escapou da morte em campos de concentração nazistas. Seus bisavós eram romenos e sua avó nasceu dentro de um campo de concentração na Ucrânia. Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, eles buscaram refúgio em outros países até chegar ao Brasil.

Para ela, é difícil entender porque Israel não acolhe imediatamente os africanos em busca de asilo político, principalmente os que alegam ser perseguidos por motivos religiosos.

“Para mim, quando eu escutei que Israel, que é o país dos judeus, estava tendo uma crise com refugiados que são cristãos, e muitos deles foram perseguidos por serem cristãos, pela religião e pelo que eles acreditam, fez sentido para mim vir para cá e tentar ajudá-los”, diz.

Israel nega perseguição

Em Israel, as autoridades afirmam que os imigrantes ilegais africanos não são perseguidos em seus países e buscam apenas trabalho. Não seriam refugiados e sim, trabalhadores ilegais.

A discussão interna já levou a uma série de legislações e tentativas de extradição dos cerca de 37 mil imigrantes que vivem hoje no país, a maioria em Tel Aviv. Atualmente, no entanto, não há uma política clara quanto a uma extradição forçada ou, por outro lado, a concessão de vistos de trabalho ou de cidadania.

“Para mim, é muito triste ver um pais que eu amo, Israel, não sabendo lidar com uma crise de refugiados no país deles. Essas pessoas vivem em um limbo porque não têm direitos. Eles têm um visto condicional, que permite que vivam aqui, mas sem direitos”, salienta a assistente social.

RFI









Recomendado







Os cookies asseguram o bom funcionamento dos nossos serviços. Ao utilizar os nossos serviços, você aceita a utilização dos cookies. Saiba mais×

"Mas como questões humanitárias são mesmo bizantinas quando se trata de judeus, um dia depois da declaração de independência, no dia 15 de maio de 1948, o exército formado por Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque atacou Israel, com a intenção de varrê-lo do mapa – milhares de árabes foram instruídos a abandonar suas casas, para as quais voltariam depois que o país dos judeus fosse jogado ao mar. Israel derrotou os árabes e anexou territórios inimigos. Perder uma guerra tem seu preço, ainda mais uma guerra feita contra refugiados e sobreviventes de um morticínio. "



ENTRAR


LEMBRANÇA
A Humanidade e Israel
Perder uma guerra tem seu preço, ainda mais uma guerra feita contra refugiados e sobreviventes de um morticínio
27/05/2018 - 15h17minAtualizada em 27/05/2018 - 15h17min







Na semana que passou, quando da transferência da embaixada americana para Jerusalém, a Faixa de Gaza fervilhou: embates de árabes-palestinos, comandados pelo governo do Hamas, e o exército israelense resultaram em cerca de 60 mortos e mais de dois mil feridos. O mundo, assombrado, se voltou contra Israel, acusando-o de abuso da força. 


Mesmo que pareça bizantinice, vou expor alguns fatos que merecem voltar à cena. Se me permitem. 



Ao fim da II Guerra, quando se pode avaliar os resultados da sanha nazista naquilo que passou a se chamar de Shoá (Holocausto), o mundo considerou que os judeus sobreviventes e sua descendência necessitavam de uma pátria. 

LEIA MAIS





Desde que, no ano 70 da era cristã, o Segundo Templo fora destruído pelos romanos e os judeus foram exilados da terra de Israel, não havia nada que os protegesse como nação, como religião e muito menos como indivíduos – transformados em párias, ao longo dos séculos dependeram dos humores dos governantes e, claro, do dinheiro que conseguissem juntar. 


Criado oficialmente o Estado de Israel – também por razões humanitárias –, de imediato 800 mil judeus que viviam nos países árabes foram expulsos de suas propriedades, sem direito a nenhum tipo de indenização. 


O novo Estado nascia tendo de abrigar milhares de refugiados – tais fatos nunca são lembrados, mesmo porque Israel nunca fez alarde do que considerava seu dever. 


Mas como questões humanitárias são mesmo bizantinas quando se trata de judeus, um dia depois da declaração de independência, no dia 15 de maio de 1948, o exército formado por Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque atacou Israel, com a intenção de varrê-lo do mapa – milhares de árabes foram instruídos a abandonar suas casas, para as quais voltariam depois que o país dos judeus fosse jogado ao mar. Israel derrotou os árabes e anexou territórios inimigos. 


Perder uma guerra tem seu preço, ainda mais uma guerra feita contra refugiados e sobreviventes de um morticínio. 


Isso relembrado, espero, embora seja tolo, que todos aqueles que se apiedam das vítimas dos palestinos pelo menos se lembrem que o povo judeu também participa da mesma humanidade.

Mais sobre:
RECOMENDADOS







COMENTÁRIOS




MAIS LIDAS
1
2
3
4
5

RECOMENDADOS








RECEBA GRATUITAMENTE O MELHOR DE GAÚCHAZH NO SEU E-MAIL E MANTENHA-SE SEMPRE ATUALIZADO.

Insira um e-mail válidoENVIAR 

No GaúchaZH, você encontra as últimas notícias de Porto Alegre e do RS, colunistas exclusivos, esportes, Grêmio, Inter, economia, política, cultura e mais.
GAÚCHAZH

RÁDIO GAÚCHA

CENTRAL DO ASSINANTE







© 2000 - 2017 Grupo RBS
FUTEBOL DA GAÚCHA
15:15 - 18:00