quinta-feira, 17 de julho de 2014

יהוה IEHOUAH SEJA CONTIGO ISRAEL

15 Julho, 21:11

Chanceler israelense é a favor de intervenção contra Gaza e derrubamento do Hamas

Foto: RIA Novosti

Na foto: Avigdor Lieberman, foto de arquivo

Após o armistício declarado por Israel ter sido frustrado por bombardeios palestinos, o Estado judeu tem o dever de proceder a uma intervenção terrestre na Faixa de Gaza e assumir o controle sobre esta, derrubando o regime islamista do Hamas, disse na terça-feira o titular da pasta das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman.

De acordo com afirmações de fontes do governo, na manhã de hoje o chanceler ficou em minoria, quando votou no gabinete político-militar contra a iniciativa de paz egípcia e a suspensão de ataques contra militantes palestinos. O armistício não chegou a ser bilateral e só durou seis horas.

"Israel deve avançar até o final. O exército deve assumir o controle da Faixa de Gaza", reiterou Lieberman em coletiva de imprensa no Knesset.

Ele se pronunciou a favor de passar de ataques aéreos, que já causaram a morte de quase 200 palestinos, para a fase terrestre da operação, introduzindo no enclave a infantaria e veículos blindados.

"É impossível derrotar o terrorismo com ataques aéreos; só combatendo no solo", ressaltou ele.

Israel, Hamas, Faixa de Gaza, declaração, Política

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Comentários
#Observador 15 Julho, 21:48
Esse é um dos maiores assassinos de Israel.

#adilson 15 Julho, 23:09
ariel sharon adolf hitler josef mengele benjamin netanyahu são de nacionalidades diferentes mas no futuro serão lembrados como homens muito parecidos na atuação politica racista e de propagação de mortes sobre nações mas pobres e serão repudiados pelas gerações futuras da humanidade

#enganado 16 Julho, 07:29
iSSrael já deixou para trás, em número de atrocidades, tudo aquilo que a turma do Bigode fez em toda 2ªWW. Nem um Julgamento de Nuremberg II resolveria a questão, pois não se trata em só matar PALESTINOS e sim, episódios em todos mundo protagonizados por judeuSS como, "assassinatos, chantagens econômicas, raptos, torturas (até em crianças), experimentos com seres humanos (reprodução humana), mentiras, escravidão, roubos, mortes por encomendas, campos de concentrações=prisões de iSSrael, calote em dívidas ((devem ao IRÃ: 7 bi dólares de roubo do óleo na época do Xá Reza Pahlevi)), teste (experimentos) de armas em Animais-Humanos=PALESTINOS ((assim os PALESTINOS são conhecidos por todos os governos de iSSrael)), bombardeios em áreas civis, ocupação, espionagem, massacres (Sabra e Chatila)...etc. Então essa figurinha da foto, ex-porteiro de boite, é ministro de Não sei o quê, ainda mais que se juntou a um bandoleiro que foi criado em Chicago que atende pelo apelido de "BESTANYUAHU", A Besta do Apocalipse PALESTINO. Pelo visto All Capone deve o herói de cabeceira do Bestanyahu, e Mengele e/ou Himmler inspirador do Avigdor. Pior disto tudo é que os judeuSS ainda dizem são o Povo Escolhido por DEUS. Por essas e outras que dão cabeçadas em Muros para ver se conseguem melhorar as coisas deles. Imaginem se DEUS iria escolher um povinho com todas estas qualidades edificantes? Os judeuSS a cada mais só fazem afundar=alargar suas sepulturas. E os "PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO", hein!!!

#Benaiah Cabral 16 Julho, 18:34
EXISTE UM MUNDO SIONISTA PODEROSO E ATUANTE ENTRE VOCÊS PELO BEM-ESTAR DE ISRAEL E DO MUNDO INTEIRO. RELIGIOSOS OU NÃO, SEMPRE EXISTIMOS E EXISTIREMOS E DIFERENTE DOS JUDEUS BRASILEIROS OU ISRAELENSES NOSSO COMPROMISSO É COM UMA CONSCIÊNCIA DE LONGO ALCANCE CUSTANDO O PREÇO QUE CUSTAR. AGORA IMAGINEM SE SUA MANIFESTAÇÃO PRIMITIVA E IGNORANTE EM HIGIENÓPOLIS É ALGUMA SURPRESA E SE JÁ NÃO ANALISAMOS TAIS POSSIBILIDADES HÁ MUITO TEMPO! יהוה IEHOUAH VOS CONCEDA MISERICÓRDIA E SEJA SEVERO DE ACORDO COM VOSSO DESEJO. PROTOCOLO? MAIM KAMPF? HISTÓRIA SECRETA DO BRASIL? DOMINAÇÃO MUNDIAL JUDAICA OU ISRAELENSE!!!! INFELIZMENTE 'MEU POVO' BRASILEIRO SOFRE POR FALTA DE CONHECIMENTO E MANIPULAÇÃO DO CONHECIMENTO. TALVEZ HAJA ALGUM ET AQUI OU ALGUM LUGAR PRA DIZER QUE NÃO É APAIXONADO DE JOELHOS PELO MUNDO JUDEU 'SINCERO BREU'.

#Benaiah Cabral 16 Julho, 18:45
AVIGDOR LIEBERMAN AO MENOS É COMEÇO DE UMA VISÃO RESPONSÁVEL E NECESSÁRIA, MAS PRA DISCORDAR DELE QUE TAL IR PRA DÉCADA DE 30 E DAR VITÓRIA AOS PAULISTAS PARA SEREM INDEPENDENTES DO BRASIL? QUE TAL DEIXAR RUSSOS NA UCRÂNIA SEREM ESMAGADOS PORQUE DEIXOU DE EXISTIR UNIÃO SOVIÉTICA? OU ENTREGAR O MUNDO NAS MÃOS DO FUNDAMENTALISMO ÁRABE? (ESQUEÇAM DO QUE GOSTAM) TRABALHAR, MERECER, SE ESFORÇAR PRA CARREGAR MAOMÉ REZANDO? (1920 JUDEUS TRABALHAVAM PRA ENRIQUECER ÁRABES, 1970 ÁRABES NÃO TRABALHAVAM PRA PILHAR JUDEUS, 2020 VAI CHEGAR E ÁRABES GUERREIAM E NÃO GUERREIAM PRA ACEFÁLOS GLOBAIS TRABALHAREM POR ELES E PILHAREM ISRAEL (ISRAELENSES, ÁRABES, E...) POR ELES. TOMA VERGONHA BRASIL, VOCÊ É MAIS QUE ISSO! MUITO MAIS.

#Benaiah Cabral 16 Julho, 18:57
Armadilha em Gaza Armadilha em Gaza Autor: Jorge Zaverucha Categoria: Reportagem Formato 13,5X20,5 cm Páginas: 176 Peso: 300g ISBN: 9788561501563 R$ 34,90 Editora: Geração Sinopse: No mundo todo a mídia, mais preocupada em chocar do que em informar, associa a Israel a imagem de um estado militarista, que promove massacres de palestinos e se opõe a qualquer tentativa de paz na região. A verdade, no entanto, é muito mais complexa, e não se limita a uma mera disputa territorial entre palestinos e israelenses, e sim a um conflito ideológico, agravado pela ação de um grupo terrorista fundamentalista, o Hamas — satélite do Irã em Gaza —, que propaga explicitamente a luta pelo extermínio do Estado judaico, a única democracia do Oriente Médio. ________________________________________________ Um livro que desmistifica o trágico conflito no Oriente Médioe revela a existência de uma guerra de propaganda contra Israel No mundo todo, a mídia, mais preocupada em chocar do que em informar, associa a Israel a imagem de um estado militarista, que promove massacres de palestinos e se opõe a qualquer tentativa de paz na região. A aliança entre fundamentalistas islâmicos, pseudopacifistas e esquerdistas de vários matizes, unidos no ódio ao Estado de Israel, joga cortinas de fumaça sobre aspectos fundamentais da tragédia e propagandeia um suposto “genocídio” cometido pelos israelenses. Descrever Gaza como “campo de concentração a céu aberto” virou clichê, mas é uma imagem totalmente distorcida. A realidade é muito mais complexa, e não se limita a uma mera disputa territorial entre palestinos e israelenses, e sim a um conflito ideológico, agravado pela ação de um grupo terrorista islâmico, o Hamas — satélite do Irã em Gaza —, que propaga explicitamente a luta pelo extermínio do Estado judaico, a única democracia do Oriente Médio. Israel já cedeu mais territórios aos palestinos do que os que ainda restam para ser devolvidos, e mesmo assim o conflito só se agravou. A Faixa de Gaza foi devolvida aos palestinos integralmente, os assentamentos foram retirados, mas ainda assim ela serve como plataforma de lançamento de foguetes palestinos contra as cidades israelenses próximas. A guerra de propaganda anti-Israel impede uma visão equilibrada, fundamental para a paz na região. Um dos exemplos mais gritantes dessa campanha para deslegitimar o Estado judaico foi o episódio das seis embarcações que, em maio de 2010, tentaram furar o cerco à Faixa de Gaza e foram impedidas pelos israelenses, num confronto que deixou vários mortos e feridos. Este livro prova que, longe de levar ajuda humanitária a Gaza, como seus organizadores muçulmanos alegaram, a chamada “Flotilha da Paz” nada mais foi que uma inteligente operação midiática com o objetivo de isolar Israel da comunidade internacional, fragilizá-lo politicamente e obter concessões políticas, ou seja, uma verdadeira armadilha. Desafiando análises superficiais sobre o tema, o cientista político Jorge Zaverucha traça de modo conciso e informativo um resumo da história dos enfrentamentos entre árabes e israelenses, desde as primeiras migrações judaicas no século XIX para a Palestina otomana, até as sucessivas guerras que sacudiram o Estado de Israel pouco após a sua fundação, em 1948, oferecendo-nos a oportunidade valiosa de enxergar o trágico conflito do Oriente Médio a partir de uma perspectiva que foge de clichês e lugarescomuns, descortinando cenários fundamentais para a compreensão das dificuldades em se atingir a paz na Terra Santa. Armadilha em Gaza tem ainda o mérito de revelar dados surpreendentes, como o relatório da ONU com o índice sócio-econômico dos territórios palestinos, superior, por exemplo, ao da média do mundo árabe. Algo, portanto, totalmente oposto ao torpe mito do “campo de concentração a céu aberto”. Sobre o autor Jorge Zaverucha é Mestre em Ciência Política pela Universidade Hebraica de Jerusalém e Doutor em Ciência Política pela Universidade de Chicago. Atualmente, dirige o Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas e de Criminalidade da Universidade Federal de Pernambuco e é pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia/Instituto de Estudos Comparativos em Administração Institucional de Conflitos (INCT/INEAC) do CNPq, além de bolsista de produtividade científica dessa instituição. Foi professor visitante da Universidade do Texas-Austin; seu livro “FHC, Forças Armadas e Polícia: Entre o Autoritarismo e a Democracia” ganhou o prêmio de melhor livro em português sobre o Brasil concedido pela seção Brasil do Latin American Studies Association (Montreal, 2007); foi parecerista da Notre Dame University Press, International Political Science Review, Latin American Research Review e Latin American Politics and Society; teve pesquisas financiadas pela McArthur Foundation, Ford Foundation, Fulbright e The British Academy of Science; é membro do Board do Research Group on Armed Forces and Society, da International Political Science Association e colíder da área temática “Segurança Nacional e Segurança Pública” da Associação Brasileira de Ciência Política. Entrevista com o autor O senhor postula, no seu livro, a existência de uma “guerra de propaganda” contra Israel. Quem move essa guerra, e a quais interesses ela serve? Países árabes e/ou islâmicos não conseguiram destruir o Estado de Israel militarmente. O Irã está se preparando para isto. Deste modo, procuram uma outra estratégia para deslegitimar a existência de Israel. A “Flotilha da Paz” foi uma bem bolada operação de marketing com o intuito de demonizar o Estado de Israel, no afã de isolá-lo da comunidade internacional. O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter, Prêmio Nobel da Paz, afirma que Israel promove uma política de apartheid na Palestina, além de declarar que o Estado judaico tem cometido crimes terríveis contra os direitos humanos em Gaza, “onde um milhão e meio de seres humanos são mantidos aprisionados, quase sem acesso algum para o mundo exterior”, e que esse tratamento desumano conta com o apoio dos Estados Unidos. Visto que Carter não pode ser considerado marxista e critica abertamente o país do qual foi presidente, o que o senhor tem a dizer sobre essas declarações dele? Gaza está bloqueada tanto por Israel como pelo Egito. Por que Carter só critica Israel com veemência? E um importante detalhe não deve ser esquecido: o Hamas prega a destruição de Israel, mas não do Egito. De que forma o surgimento do Hamas conseguiu intensificar ainda mais o antigo conflito entre judeus e palestinos no Oriente Médio? O imbróglio era de natureza nacionalista. O Hamas ajudou a introduzir o componente religioso (islâmico) em um conflito que já era per se complexo. O próprio Hamas e a Fatah (que é mais nacionalista) travaram uma recente guerra civil pelo domínio de Gaza. Qual seria a sua sugestão de medidas políticas a serem tomadas para que possa haver paz entre o Estado de Israel e seus vizinhos palestinos? Em primeiro lugar, é preciso que os árabes/islâmicos aceitem o direito de Israel existir. Não vejo isto ser possível a curto ou médio prazo. E a longo prazo, como diria Keynes, todos nós estaremos mortos. Por que o senhor acha que o episódio da “Flotilha da Paz” simboliza o mal-entendido sobre o que de fato ocorre na Faixa de Gaza? Gaza sofre um bloqueio naval, pois o Irã está enviando foguetes para que o Hamas possa disparar contra Israel. Quem quiser enviar ajuda humanitária a Gaza, não precisa enviar via “flotilhas”. Basta contatar as autoridades israelenses, que a ajuda será entregue via terrestre aos habitantes de Gaza. O resto é propaganda.

#Benaiah Cabral 16 Julho, 21:48
Abençoado és Avigdor. Seu sucesso é medido nos críticos. Porteiro de Boate? Ainda bem que já fui algo assim. Colegas que já foram ou são porteiros e seguranças; percebam que antijudaismo e anti-Israel também é contra suas vidas e progressos.

#Benaiah Cabral 16 Julho, 22:12
Prezados leitores globais. Sejam abençoafdos com informação livre de manipulação. Conheço mais obras antijudaicas, antissemitas ou anti-Israel do que juntos possam imaginar. São farsas políticas e destinadas a manter massas na ignorância bem como ressignificar a história dos povos pra causar caos. Exemplo? Quando seu vizinho repete tanto o que acha contra você que um dia vizinhos novos já vão crendo. Façam como alguns 'eus': vivam os dois lados e analisem frutos consistentes.

Benaiah Cabral