domingo, 13 de julho de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot - Iehouah Dos יהוה Exéxcitos; Pelo Grande Isra'el(i) e por Israel: Bem-estar e prosperidade devem estar aliadas com segurança e estabilidade. Somente o governo israelense pode oferecer isso desde Gaza até Cisjordânia e do Golan até o Sinai, para todos ali envolvidos. Deve haver preparação imediata de impedir qualquer tentativa de intromissão internacional isolada ou coletiva, independente dos pretextos levantados pois Israel tem humanistas e pró pessoas perigosas de sobra. Em uma última análise; como ver inocência em mais de um milhão e cem mil pessoas que apoiam, incentivam e colaboram para assassinato de mulheres, crianças e idosos israelenses, árabes, judeus e cristãos? Há árabes em Gaza e Cisjordânia, confessadamente desde 1918, mas fora isso apenas palesnazis.

Foto
DAXWA WICV DEDI
Iehouah Tsadik bekirbah
Iehouah ,o justo, está no meio dela

DLER DYRI @L
Lo’o I’’aseh a‘’av(i)lah

Não comete iniquidade

Camisa da seleção da Palestina utilizada em bate bola em São Paulo. Foto: Tatiana Merlino
http://reporterbrasil.org.br/2014/06/no-brasil-palestinos-pedirao-suspensao-de-israel-da-fifa/?gclid=Cj0KEQjw3IieBRDl1oG0gr_PweoBEiQAwGHVw9Z9FFObL_VnfoQsQGLCW0mdG0CX2k75NFGOZpEboR4aAqn58P8HAQ

Detenções arbitrárias, bombardeios a instalações esportivas, humilhações e esperas prolongadas em postos de controle militarizados, interrupção forçada de jogos e treinos e até ferimentos à arma de fogo. Essa é apenas uma parte da, segundo os palestinos, extensa lista de violações de direitos humanos cometidos pelo Estado de Israel contra o futebol profissional em seus territórios.
Uma delegação esportiva enviada pela Autoridade Nacional Palestina está em São Paulo (SP) para denunciar os abusos e aproveitar o Congresso da Fifa, que acontece entre esta terça-feira, dia 10, e quarta-feira, 11, para pedir à entidade a suspensão da federação de futebol de Israel. Segundo os palestinos, as ações do exército israelense desrespeitam radicalmente o estatuto da Fifa e a Carta Olímpica. A reportagem enviou um pedido de posicionamento à embaixada israelense no Brasil, mas não havia obtido resposta até a publicação desta reportagem.
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Em São Paulo, a tarde do último domingo, 8 de junho, tem temperatura agradável e céu claro. Clima propício para uma partida de futebol. No tapete mal imitando grama do campo de society, dois boleiros profissionais da seleção palestina, o técnico da seleção feminina, o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Al-Zeben, e três documentaristas argentinos tocam passes rapidamente, com facilidade, envolvendo o time adversário. Eles vestem camisetas e calções vermelhos, com detalhes em branco. É o uniforme oficial da seleção palestina. Do lado de fora, Jibril Rajub, presidente da Associação Palestina de Futebol, assiste à partida.
Palestinos e brasileiros, com o reforço de alguns argentinos, posam para foto antes do início da partida. Foto: Tatiana Merlino

O prédio do Comitê Olímpico e Paraolímpico Palestino após bombardeio de Israel a Gaza em 2009. Foto: Divulgação/ Associação Palestina de Futebol
Na outra equipe, tentando roubar a bola, estão integrantes da União da Juventude Socialista (UJS), organizadora da peleja, e três jornalistas absolutamente fora de forma, entre eles, este repórter. Todos de camiseta amarela, afinal, era contra o Brasil que os palestinos queriam jogar. A bola vai de um lado para o outro, para frente e para trás, e os de amarelo tentando recuperá-la. Não demora muito, um a zero para os de vermelho.
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A Associação Palestina de Futebol organizou um dossiê, intitulado “As transgressões israelenses contra os esportes palestinos”, que lista muitas denúncias, ilustradas com fotos, de ações do Exército de Israel que impedem que os atletas da Palestina possam praticar suas modalidades tranquilamente e sem restrições. (Leia o dossiê, em inglês, clicando aqui)
“O futebol, como um dos principais esportes do mundo, serve para unir as pessoas, promover a ética e construir pontes de amizade entre as nações, baseado nos valores de paz e competição limpa. Apesar disso, as circunstâncias que a ocupação israelense estão criando para o futebol palestino estão ferindo a moral de jovens jogadores que só podem entender tais restrições como medidas racistas com o objetivo de minar seu futuro como atletas”, diz o documento.
O prédio do Comitê Olímpico e Paraolímpico Palestino após bombardeio de Israel a Gaza em 2009. Foto: Divulgação/ Associação Palestina de Futebol
O prédio do Comitê Olímpico e Paraolímpico Palestino após bombardeio de Israel a Gaza em 2009. Foto: Divulgação/ Associação Palestina de Futebol
Entre as violações citadas no dossiê, estão: prisões e até sequestros de atletas; restrição da entrada e saída em territórios palestinos de jogadores locais ou visitantes, autoridades, membros de federações esportivas e jornalistas; proibição de construção ou conclusão de estádios e outras infraestruturas esportivas; destruição dos centros esportivos já existentes; imposição de obstáculos burocráticos que atrasam ou impedem completamente o recebimento de materiais esportivos enviados pela Fifa e pela Confederação Asiática de Futebol, ou doados por outras confederações e órgãos desportivos de outros países; e interferência na organização de amistosos entre a Palestina e outras seleções.
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“É amanhã às quatro da tarde no Playball da Pompeia, você pode?” Recebo o convite para o jogo de uma maneira tão familiar para mim – “Playball da Pompeia” – que tenho a impressão de que jogarei uma pelada com amigos. E é mais ou menos isso que acontece.
O ambiente é amigável, os palestinos chegam sorridentes, e no jogo ninguém chega duro – ok, diferentemente de muita pelada por aí. Alguns minutos depois de o jogo começar, noto um detalhe: todos da outra equipe vestem a camiseta número 17. Nas costas, a inscrição “R. Kettlun”. Dois a zero para os de vermelho.
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Roberto Kettlun, mais conhecido como “Peto”, é meio-campista e o capitão da seleção de futebol da Palestina. Nascido em 1981 em Santiago do Chile, onde há uma das maiores comunidades palestinas fora do mundo árabe, é uma espécie de embaixador da luta pelo fim das restrições impostas por Israel aos atletas do país.
Seu avô migrou ao país andino em 1935, e desde que nasceu seu pai cuidou para que não de distanciasse dos costumes de seu povo. Peto defende a camisa da seleção palestina há dez anos. Há dois, vive em Ramallah, na Cisjordânia, e joga pelo Hilal Al-Quds, time sediado em Jerusalém Oriental, a parte árabe da cidade.
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Peto Kettlun é um dos dois jogadores da seleção palestina em campo no jogo de domingo contra o combinado de brasileiros fora de forma. De estatura mediana, cabelos lisos e castanhos, pele clara, assume a responsabilidade de organizar as jogadas do time, que faz três a zero na equipe de amarelo.
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Wajeeh Mushtaha, do Al-Shijayah, morto em 2009 em consequência de bombardeio de Israel a Gaza, em 2009. Foto: Divulgação/ Associação Palestina de Futebol
Em uma conversa com a Repórter Brasil após a partida de domingo, Peto, embora enfatize as dificuldades pelas quais passam os jogadores de futebol profissional palestinos, faz questão de destacar que as violações cometidas por Israel contra os atletas são apenas extensões de violências cometidos contra toda a população. “A Palestina, não somente o futebol, mas a sociedade em geral, vive sob a ocupação israelense, e, portanto, a vida cotidiana se vê afetada pelo regime militar. Isso repercute no futebol, por causa da necessidade de os jogadores se deslocarem de uma cidade a outra, ou de um país a outro, no caso de competições internacionais. Afeta inclusive o trabalho da federação de futebol, que, ao realizar campeonatos dentro dos territórios palestinos, não consegue coordenar com Israel para que as delegações venham e lhes dêem o visto de esportistas. Por isso, é muito difícil o desenvolvimento da atividade do futebol”, diz.
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De acordo com os palestinos, as violações não se resumem a restrições aos deslocamentos dos esportistas. Segundo o dossiê da Associação Palestina de Futebol, por exemplo, a série de bombardeios israelenses contra a Faixa de Gaza entre o fim de 2008 e o começo de 2009, que deixou oficialmente 1.400 mortos, matou seis atletas locais: três jogadores de futebol – um deles, ex-boleiro da seleção nacional –, um de basquete, um de pentatlo e um de bilhar.
Além disso, é comum, segundo os palestinos, a prisão de atletas sem acusação formal ou julgamento. O documento relata alguns casos. Um deles é o de Mahmoud Kamel Sarsak, jogador de futebol preso por Israel por mais de três anos entre 2009 e 2012. Ele foi detido pelo Exército israelense quando se deslocava de Gaza para a Cisjordânia para jogar pelo seu novo clube, o Markaz Balata. Foi solto somente depois de fazer 90 dias de greve de fome, e apenas após a intervenção do presidente da Fifa Joseph Blatter e outros governos.
Outro caso é o de Omar Khaled Abu Rweis, goleiro da seleção olímpica, que, de acordo com o dossiê, foi sequestrado em fevereiro de 2012 por militares disfarçados, que foram buscá-lo em seu emprego, na organização Crescente Vermelho Palestino, instituição que faz parte do Movimento Internacional da Cruz Vermelha, com apoio humanitário e de saúde em situações de crise. Também não há acusações formais contra ele, que segue preso.
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Mona Dabdoob, voluntária da campanha Free Palestinian Football. Foto: Tatiana Merlino
Fora do campo, Mona Dabdoob assiste ao jogo com atenção. Vê, por exemplo, a equipe de vermelho-Palestina marcar o quarto. Antes de a partida ter início, ela explica que é voluntária da campanha Free Palestinian Football (Libertem o futebol palestino) e a única mulher da delegação esportiva palestina que veio ao Brasil. “Um dos direitos básicos do ser humano é o de ir e vir. Aos jogadores, isso é impedido”, diz a moça de olhos grandes e castanhos.
Entre as violações às quais os boleiros são submetidos, ela destaca uma dos mais comuns: sofrer humilhações nos postos de checagem do Exército israelense, os chamados “checkpoints”. “Eles são barrados por seis, sete, oito horas nos checkpoints, sem nenhum motivo”. Quando o jogo é internacional, por exemplo, a história se repete nas fronteiras. “Eles sofrem pelo simples fato de serem palestinos. São barrados na saída do país”.
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Israel controla as fronteiras, parte significativa da Cisjordânia e os limites da Faixa de Gaza, isolando-a do resto dos territórios palestinos. Isso impede, lembra Peto, que o país tenha uma liga unificada de futebol. “Temos de ter duas ligas. Uma em Gaza e uma na Cisjordânia. E duas federações.” A saída de esportistas de Gaza é dificultada ao extremo, mas na Cisjordânia a situação tampouco é fácil.
 Um dos direitos básicos do ser humano é o de ir e vir. Aos jogadores, isso é impedido
“Nos fins de semana, temos de nos deslocar de uma cidade a outra para jogar. Na maioria das cidades, há checkpoints. E nas sextas-feiras, geralmente há manifestações contra a ocupação israelense, e o Exército as dispersa com abusos. Então, por causa dos enfrentamentos, os checkpoints fecham, o que nos impede de nos deslocarmos. Isso faz com que cheguemos tarde aos jogos, ou que não cheguemos nas melhores condições. Além disso, muitas vezes os gases lacrimogêneos entram no ônibus”, relata Peto.
O capitão da seleção palestina explica ainda que, como Jerusalém está isolada do resto dos territórios palestinos, sua equipe, sediada na parte oriental da cidade, não pode mandar seus jogos na própria casa. Ele mesmo, que mora em Ramallah, não consegue ir até a sede do clube. “A maioria dos palestinos não tem direito de estar em Jerusalém. Portanto, não podemos aguentar mais. Estamos aqui para diretamente pedir a suspensão da federação israelense da Fifa.”
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Vem o segundo tempo e o time de amarelo melhora um pouco, talvez porque seus jogadores, há muito sem praticar o esporte, ganham ritmo de jogo, ou mais provavelmente porque o time de Peto diminui a intensidade. Os brasileiros começam a tocar mais passes, e criam mais chances de gol. Em um contra-ataque, no entanto, os vermelhos fazem mais um. Cinco a zero.
Na conversa após o jogo, Peto conta que no Chile chegou a ter como companheiros de equipe o zagueiro Célio Silva e o atacante Catê, e, como adversário, o conterrâneo Valdivia, hoje no Palmeiras. O capitão da seleção palestina começou cedo no esporte, com quatro anos, no Universidad Católica. Lá ficou um ano como profissional, quando foi contratado pelo Palestino, time fundado em 1920 pela comunidade palestina de Santiago. “Foram dois anos muito bons”, lembra. Em seguida, Peto foi para o Skoda Xanthi, da Grécia.
 Por causa dos enfrentamentos, os check-points fecham, o que nos impede de nos deslocarmos. Isso faz que cheguemos tarde aos jogos, ou que não cheguemos nas melhores condições
De volta ao Chile, em 2006, jogou dois anos no Unión Española, seu time de coração. Foi nesse período que conheceu a argentina Natalia, estudante de Psicologia por quem se apaixonou à primeira vista. “Foi uma relação muito bonita nos primeiros seis meses, mas infelizmente tive de ir para a Itália. Mantivemos uma relação à distância por dois anos. Depois ela se mudou para lá.” No país europeu, Peto defendeu as cores de Brindisi, Teramo e Virtus Casarano. Lá, Peto e Natalia ficaram até 2012, quando decidiram voltar ao Chile.
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Em relação à infraestrutura esportiva, a Faixa de Gaza sofre as piores consequências da política de ocupação israelense. A região é alvo de constantes bombardeios por parte das Forças Armadas de Israel, e estádios e sedes de clubes de futebol e associações não são poupadas. No dossiê “As transgressões israelenses contra os esportes palestinos”, são detalhados os efeitos dos ataques à Gaza de novembro de 2012. Na ocasião, foram destruídos o Estádio Palestina, o prédio do Comitê Olímpico e Paraolímpico Palestino e a sede de nove clubes.
Na Cisjordânia, a dificuldade reside na falta de permissão israelense para a construção ou conclusão de equipamentos esportivos. Mas há relatos também de episódios de truculência. Segundo relata o documento elaborado pela Associação Palestina de Futebol, em março de 2013 uma força-tarefa de tropas especiais do Exército israelense e integrantes do serviço de inteligência invadiram um campo de futebol em AI-Turvillage, próximo a Jerusalém, durante um jogo oficial da categoria sub-14. “Os militares ameaçaram prender à força os jogadores dos dois times, seus pais, as comissões técnicas e o público se eles não deixassem as instalações. Em seguida, o Exército israelense fechou o campo e afixou um aviso que dizia ser proibido o retorno ao local no futuro.”
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Após se acertarem em campo, e depois de algumas substituições, os brasileiros diminuem para cinco a dois, com um gol e o início da jogada do segundo de autoria deste jornalista, que deixa o jogo em seguida. Após o jogo, ao falar com Peto, ganha do capitão palestino uma camiseta oficial da seleção.
Peto Kettlun começou a jogar pela seleção palestina em 2002, enquanto ainda atuava pelo Palestino, do Chile. Com o time, disputou a Copa das Nações Árabes, no Kuwait. “Foi uma experiência maravilhosa. Foi a primeira vez que eu me aproximava do povo ao qual meu sangue pertence. Fui muito bem recebido. E fizemos um campeonato muito bom. Através do futebol consegui me aproximar de minhas raízes.” A partir daí, Peto jogou mais de 70 partidas com a camisa da Palestina, incluindo as eliminatórias para a Copa do Mundo na Alemanha, em 2006.
Em 2012, embora já estivesse há dez anos na seleção, Peto atuou pela primeira vez em território palestino, ao disputar a Copa Nakba. Por conta da ocupação israelense, a Palestina costumava mandar seus jogos em Amã ou no Catar. “Fomos campeões, vencemos a final contra a Tunísia e ganhamos nosso primeiro troféu internacional”, lembra. Na ocasião, Peto e Natalia tinham acabado de voltar ao Chile, onde ele pretendia encerrar a carreira. No entanto, recebeu uma oferta do Hilal Al-Quds para jogar no time por dois anos. Resultado: o capitão da Palestina vive desde então em Ramallah com a esposa e os três filhos, e acabou de assinar um contrato de mais dois anos. “O quarto filho está chegando. Talvez minha mulher esteja indo para o hospital agora mesmo.”
* Colaborou Tatiana Merlino
Foguetes são disparados em direção a Israel JACK GUEZ/AFP
Foguetes são disparados em direção a Israel JACK GUEZ/AFP
Foguetes foram interceptados neste sábado em pelo menos duas regiões deIsrael, segundo informou o Exército do país. Dois deles atingiram zonas desabitadas ao norte, a cerca de 10 km da fronteira libanesa, e outros três foram abatidos no céu da capital econômica do país, Tel Aviv. Um quarto atingiu uma zona desabitada perto de Rishon Letzion, no centro de Israel, afirmou o Exército em um comunicado.
Bombardeios a Gaza continuam

Iniciada há cinco dias, a ofensiva aérea de Israel sobre a Faixa de Gaza já soma 157 mortos, de acordo com os serviços de emergência palestinos. O objetivo dos ataques, segundo o governo israelense, é deter a capacidade do Hamas e de outros grupos baseados em Gaza de lançar mísseis sobre seu território.

Entre os alvos dos disparos, estão grandes cidades, como Jerusalém e Tel Aviv, o aeroporto internacional Ben Gurion, na região de Tel Aviv, e o reator nuclear de Dimona, distante cerca de 60 quilômetros dos limites de Gaza. Nem o aeroporto nem o reator foram atingidos. Até o momento, não houve mortos israelenses no conflito, retomado a partir da morte de três jovens judeus que haviam sido sequestrados.

O governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu afirma que todas as opções estão sobre a mesa em relação a Gaza, o que poderia incluir uma ofensiva terrestre. Embora as autoridades tenham anunciado a mobilização de 40 mil reservistas na segunda-feira e de outros 20 mil na quinta, até o momento não há confirmação de que uma invasão teria sido decidida.

Na quinta, o consulado-geral dos Estados Unidos em Jerusalém pediu que cidadãos norte-americanos que desejassem deixar Gaza informassem dados pessoais à representação até sexta. Especialistas militares israelenses acreditam que o governo tem duas opções: invadir Gaza ou manter a atual situação, na qual uma guerra contra o Hamas no território é travada a intervalos cada vez menores.

* AFP