terça-feira, 29 de julho de 2014

יהוה Iehouah Tsevaot Vive - E por Sua Existência, a memória de fundamentalistas e se necessária a de Alá e do Profeta serão extirpadas deste planeta. Israel pode falhar ou deixar que seus mutiladores covardes avancem, mas é inútil, pois das cinzas ou dos ares ressurgirão Israelenses e Israelitas até o devido ajuste de contas, pois Israel é manso demais até, porém a Ira do Soberano Iehouah Elohim é incalculável e sua Misericórdia não abre mão de sua Justiça.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/lider-do-ira-chama-israel-de-cachorro-raivoso-e-cita-genocidio-em-gaza.html

29/07/2014 06h33 - Atualizado em 29/07/2014 06h33

Líder do Irã chama Israel de 'cachorro raivoso' (somente uma cadela traiçoeira podia ver um cachorro raivoso por aí) e cita genocídio em Gaza (seria o 'mundo cão'?)
Aiatolá Ali Khamenei também incentivou que palestinos se mobilizem.
Para ele, culpados e apoiadores de ofensiva devem ser condenados.

O aiatolá Ali Khamenei durante reza do Eid al-Fitr em Teerã nesta terça-feira (29). Na ocasião, ele condenou a ofensiva de Israel em Gaza (Foto: Office of the Iranian Supreme Leader/AP)
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, condenou com firmeza nesta terça-feira (29) os ataques de Israel na Faixa de Gaza, o que classificou como um "genocídio" em um discurso por ocasião do fim das celebrações muçulmanas do Ramadã, além de ter chamado o Estado judeu de "cachorro raivoso".

"Hoje, o assunto principal para o mundo do islã e talvez para toda a humanidade é a Faixa de Gaza. Um cachorro raivoso e um lobo predador atacam seres humanos inocentes (quem morde primeiro e forte lobinho?). A humanidade deveria reagir a isso como corresponde", disse em seu tradicional discurso em Teerã por ocasião da festividade de Eid ul-Fitr, que encerra o mês do Ramadã.

O líder supremo iraniano pediu colaboração ao mundo para que ajudem a nação palestina a "se mobilizar", informou a agência de notícias iraniana "Irna".



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"O presidente dos Estados Unidos (Barack Obama) ordenou o desarmamento da resistência para impedir que responda após tantos crimes. Ao contrário de sua reivindicação de que o Hamas e a Jihad (Islâmica) devem se desarmar, o mundo, especialmente o islâmico, tem o dever de mobilizar a nação palestina da maneira que for possível", afirmou.

O principal líder espiritual e político da República Islâmica do Irã classificou de genocídio e de enorme catástrofe histórica o resultado dos 21 dias de ofensiva militar israelense em Gaza e o lançamento de foguetes pelas milícias palestinas.

"Os culpados e seus apoiadores devem ser condenados e punidos no mundo todo. Os que se preocupam devem reivindicar seu castigo", afirmou. (au, au!)

Mais de 1,1 mil palestinos (a maioria civis), 55 israelenses (quase todos eles soldados) e um tailandês morreram nos choques armados ente o Exército israelense e as milícias palestinas, nos lançamentos de foguetes de Gaza contraIsrael e nos bombardeios das Forças Armadas israelenses sobre o território palestino.

Khamnei também agradeceu os presentes pelo comparecimento massivo nas manifestações em todo o país na última sexta-feira, quando o Irã lembrou o "Dia de Jerusalém" (Al Quds, em árabe).

"O dia de Al Quds foi um grande dia. Em um clima caloroso, nosso povo em jejum, homens e mulheres e, especialmente mulheres respeitando o código de vestimenta islâmico, o chador, com seus bebês no colo, tomaram parte nas manifestações", disse.

CANIL HAMAS?




29/07/2014 07h33 - Atualizado em 29/07/2014 07h46

Hamas, da primeira Intifada ao conflito com Israel
Grupo palestino que controla Gaza, não reconhece Israel, tem braço militar e político, e faz assistência social.

Da BBC


Integrantes do Hamas tomam o escritório do presidente palestino Mahmoud Abbas, em 2007 (Foto: AP)
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O governo de Israel justifica a sua mais recente operação militar em Gaza - Borda de Proteção - afirmando que precisa se proteger de foguetes lançados em seu território pelo grupo palestinoHamas.

Mas a faceta militar é apenas dos rostos desta facção: o grupo militante, que controla a Faixa de Gaza e não reconhece a existência do Estado de Israel, é também um partido político e promove assistência social.

O Hamas é o maior dos vários grupos islâmicos militantes palestinos. Seu nome é a sigla em árabe para Movimento de Resistência Islâmica. A agremiação surgiu após o início da primeira Intifada (revolta palestina) contra a ocupação israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, em 1987.

Em sua carta de fundação, o grupo estabelece dois objetivos: promover a luta armada contra Israel – missão conduzida por seu braço militar, as brigadas Al-Qassam – e realizar programas de bem-estar social.

Diferente do grupo palestino rival Fatah, que controla a Cisjordânia e concorda com uma solução para o conflito que envolva a criação de dois Estados – Israel e Palestina –, o Hamas defende a criação de um único Estado palestino que ocuparia a área onde hoje estão Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia.

Por essa razão, e por sua longa história de ataques e sua recusa em renunciar à violência, o Hamas é designado como uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos, União Europeia, Canadá e Japão. Para os países ocidentais, o Hamas está comprometido com a destruição de Israel.

Mas, para seus apoiadores, o Hamas é visto como um movimento de resistência legítima.

O grupo cresceu nos anos 1980 e 1990 como organização social nas cidades e campos de refugiados então sitiados pelas tropas israelenses. Nelas, o Hamas organizava clínicas e escolas para palestinos insatisfeitos com a ineficiente organização palestina controlada pelo Fatah, a Autoridade Nacional Palestina.

Desde 2005, o grupo está envolvido no processo político palestino, tornando-se o primeiro grupo islâmico no mundo árabe a conquistar o poder democraticamente (antes de tomar à força o controle da fortaleza de Gaza).

Chegada ao poder
O Hamas ganhou fama depois da primeira Intifada, como o principal opositor palestino ao processo de paz conhecido como os Acordos de Oslo.

Estas negociações, lideradas pelo governo do presidente americano Bill Clinton, previa a remoção gradual e parcial das tropas israelenses dos territórios ocupados, em troca de compromissos das autoridades palestinas de proteger a segurança de Israel.

Mas a continuada agressão entre israelenses e palestinos, os objetivos autodeclarados do Hamas de se opor à existência de Israel e não renunciar à violência, e a subsequente retirada de Israel do processo de paz, puseram as negociações a pique.

Em fevereiro e março de 1996 o Hamas cometeu uma série de atentados suicidas que causaram a morte de quase 60 israelenses. As ações foram uma retaliação contra o assassinato um de seus membros em dezembro de 1995.

Meses depois, os israelenses elegeram o linha-dura Binyamin Netanyahu – um claro oponente dos acordos de Oslo – como primeiro-ministro.

O fracasso dos acordos de Oslo, cujos objetivos não puderam ser reavivados no encontro de Camp David, em meados do ano 2000, e a segunda Intifada, iniciada meses depois, deram ao Hamas mais fôlego e influência.

Quando o grupo chegou ao poder nos territórios palestinos em 2006, obtendo uma vitória impressionante nas eleições do Conselho Legislativo Palestino (PLC), a mesa estava posta para disputas com a facção rival, Fatah, liderada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

A Autoridade Palestina é formada principalmente por nacionalistas palestinos seculares que acreditam em um acordo definitivo com Israel para a criação de dois Estados. Desde a morte do líder da Fatah, Yasser Arafat, em 2004, a Autoridade Palestina era controlada por Mahmoud Abbas.

Hamas e Fatah formaram um governo de união nacional em março de 2007. Pouco depois, Abbas dissolveu o governo.

Mas em junho de 2007, confrontos mortais entre as duas facções se intensificaram. Alegando que forças do Fatah estavam planejando um golpe, o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza à força. A Cisjordânia permaneceu sob o controle do Fatah.

Israel e Egito iniciaram um bloqueio às fronteiras de Gaza que permanece em vigor até hoje.

Ataques a Israel
Abbas sempre viu o lançamento de foguetes do Hamas contra Israel como algo contraproducente, causando relativamente poucos danos a Israel, mas provocando uma dura resposta por parte dos militares israelenses.

Para tentar eliminar o Hamas, Israel já realizou três grandes ações militares na região: Operação Chumbo Fundido, em dezembro de 2008, a Operação Pilar de Defesa, em novembro de 2012, e a Operação Borda de Proteção, em julho de 2014.

As ofensivas foram precedidas de escaladas na luta transfronteiriça, com dezenas de ataques com foguetes a partir de Gaza e ataques aéreos contra a região por parte de Israel.

O Hamas saiu dos conflitos de 2008 e 2012 degradado militarmente, mas com apoio renovado entre os palestinos em Gaza e na Cisjordânia, por ter confrontado Israel e sobrevivido.

Apesar das várias operações israelenses, e também das tentativas de repressão da própria Autoridade Nacional Palestina, o Hamas encontrou nas ações violentas um efetivo poder de veto sobre o processo de paz.

Primeiro com os atentados suicidas realizados nos anos 1990 e início dos anos 2000 e, mais recentemente, os lançamentos de foguetes contra Israel.

Muitos palestinos veem nessas operações uma forma legítima de lutar contra o que consideram uma opressão israelense. Por isso, o Hamas sempre se esquivou de assinar um cessar-fogo permanente enquanto Israel ocupar os territórios palestinos - embora tenha havido momentos mais calmos na turbulenta história desta relação.

O grupo continuou a lutar sob o bloqueio imposto em conjunto por Israel e Egito a Gaza, mas ficou mais isolado após se desentender com potências regionais na esteira da Primavera Árabe.

A derrubada do presidente egípcio, Mohammed Morsi, um aliado-chave, em julho de 2013 foi mais um golpe.

Em abril de 2014, o Hamas concordou com um acordo de reconciliação Fatah, que levou à formação de um governo de unidade nacional.