quinta-feira, 17 de julho de 2014

PRESIDENTE DILMA E NAÇÃO BRASILEIRA PODEM AGRADAR CORRENTES INCONSEQUENTES - MAS NÃO SERÃO ESQUECIDOS DA PARTE DO ABSOLUTO CREADOR - PRESTARÃO CONTAS AINDA VIVOS POR POSIÇÕES ABERRANTES - ATAQUE DESPROPORCIONAL? A TENTATIVA DE PÔR EM RISCO A VIDA DE UM QUALQUER CIDADÃO SEMPRE FOI MOTIVO LÚCIDO PARA UMA NAÇÃO OU VÁRIAS SEREM ATACADAS COM FORÇA TOTAL ATÉ A RENDIÇÃO E SE CONCORDANDO COM TERMOS DE PAZ DE QUEM TRAZ A DEVIDA PUNIÇÃO - COMO EXISTE ORDEM NO MUNDO? DO QUE SEUS GOVERNOS FORAM E SÃO FEITOS? SEU POPULISMO PODE TALVEZ TE ELEGER - MAS NÃO POUPARÁ SEU ACERTO DE CONTAS COM A ENERGIA FORMADORA DA SUA CONSCIÊNCIA


17/07/2014 19h41 - Atualizado em 17/07/2014 19h51

Brasil considera 'desproporcional' ataque de Israel contra Gaza, diz Dilma
Presidente citou morte de mulheres e crianças atingidas por mísseis.
Estado Israelense anunciou invasão da Faixa de Gaza por terra.

Nathalia Passarinho e Filipe MatosoDo G1, em Brasília


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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (17) considerar “desproporcional” o ataque de Israel à Faixa de Gaza, que em 10 dias provocou a morte de mais de 230 palestinos.

A declaração ocorre após o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, ordenar uma invasão por terra no território palestino controlado pelo grupo islâmico Hamas.

“O Brasil é contra a violência nas duas, tanto de Israel, quanto da Palestina. Agora, o Brasil reconhece como sendo desproporcional esse ataque israelense à Faixa de Gaza com a morte de mulheres e crianças, civis em geral”, disse Dilma em entrevista coletiva após reunião com líderes da América Latina e o presidente da China, Xi Jinping.

A presidente ainda voltou a defender que a criação de um Estado Palestino é necessária para reduzir a tensão no Oriente Médio. “Estamos vivendo uma situação muito triste, para não dizer lamentável, com o que está ocorrendo na Faixa de Gaza. Estamos vendo pessoas perderem a vida, saírem de suas casas. O Brasil defende que tenha dois Estados, um Palestino e um Israelense”, afirmou.
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O conflito na Faixa de Gaza alcançou tensão maior nesta quinta, depois que um foguete lançado a partir de Gaza atingiu a localidade israelense de Ashkelon, após uma breve trégua no conflito entre Israel e Hamas, iniciado há 10 dias. Logo após o disparo palestino, aviões israelenses atacaram um espaço ao ar livre do norte de Gaza.

Após os ataques o governo israelense anunciou a incursão por terra na Faixa de Gaza com o objetivo de eliminar "túneis utilizados para atividades terroristas em Israel." Segundo o comunicado oficial, a operação começa na noite desta quinta-feira.

A ofensiva vai incluir operações de infantaria, de artilharia e de inteligência, apoiadas pela Força Aérea e pela Marinha, acrescentou o exército. "A decisão foi aprovada pelo gabinete de segurança devido à recusa do Hamas em aceitar o plano egípcio de um cessar-fogo e à manutenção dos disparos de foguetes contra Israel", informou o comunicado do governo israelense, que autorizou o exército a convocar mais 18 mil reservistas.

O porta-voz do Hamas classificou a invasão por terra de "tola" e disse que a operação terá "consequências horríveis".