sexta-feira, 8 de agosto de 2014

''A CÚPULA DE FERRO FALHOU, MAS DEUS NÃO...'' - http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/




quarta-feira, Agosto 06, 2014
"EU VI A MÃO DE DEUS ENVIAR AQUELE MÍSSIL PARA O MAR!" - TESTEMUNHO DE MAIS UMA INTERVENÇÃO DIVINA A FAVOR DO SEU POVO ELEITO!


Quem pôs a sua fé no Todo Poderoso Deus já se habituou a vê-l'O agir no sobrenatural. Basta ler os grandes milagres realizados pelo Protector de Israel nas páginas do Antigo Testamento para perceber que quando se trata de Israel, qualquer guerra que os inimigos lancem contra a nação eleita na terra contará sempre com sobrenaturais intervenções divinas.
Um dos acontecimentos mais divulgados recentemente pela imprensa israelita relacionados com a recente operação em Gaza tem a ver com uma clara e inequívoca intervenção divina no desvio de um míssil disparado pelos terroristas que, se não fosse a "mão de Deus" a intervir, teria causado uma verdadeira tragédia humana numa das maiores cidades de Israel.

A CÚPULA DE FERRO FALHOU, MAS DEUS NÃO...
O sistema de defesa anti-míssil "Cúpula de Ferro" (Iron Dome) tornou-se nesta guerra o verdadeiro e mítico herói para o povo israelita, tendo conseguido detectar e destruir a quase totalidade dos mísseis inimigos disparados contra centros populacionais em Israel, incluindo as grandes metrópoles de Tel Aviv, Haifa, Berseba e até Jerusalém. Mas, apesar das elevadas taxas de sucesso, o sistema não é perfeito e teve algumas falhas.
Segundo o testemunho de um dos militares operacionais do sistema "Cúpula de Ferro" na região de Tel Aviv, houve uma situação dramática em que o sistema de defesa falhou por 3 vezes seguidas no abatimento de um míssil dirigido a Tel Aviv.
Eis o relato publicado pelos media deste responsável pela operação do sistema "Cúpula de Ferro":

TORRES AZRIELI, EM TEL AVIV
"Dispararam um míssil de Gaza. A "Cúpula de Ferro" calculou com precisão a sua trajectória. Nós conseguimos saber onde é que esses mísseis vão aterrar dentro de um raio de 200 metros. Este iria atingir Tel Aviv, visando as Torres Azrieli, a Kirya (equivalente ao Pentágono israelita), ou uma estação de comboios central da cidade. Poderiam ter morrido centenas de pessoas.
Disparámos o primeiro interceptor. Falhou. Disparámos o segundo. Falhou. Isso é muito raro. Entrei em pânico. Nessa altura restavam-nos apenas 4 segundos até o míssil aterrar. Tínhamos já alertado os serviços de emergência para convergirem para o local visado, e tínhamos avisado da possibilidade de uma vasta tragédia.
Subitamente, o sistema "Cúpula de Ferro" (que entre outras coisas também calcula a velocidade dos ventos), registou um verto forte que surgia do oriente, um vento tão forte que desviou o míssil inimigo na direcção do mar. Ficámos todos embasbacados. Pus-me de pé e gritei a plenos pulmões: "Deus existe!"

E o emocionado militar prosseguiu a narrativa:
"Testemunhei esse milagre com os meus próprios olhos. Não mo contaram nem me foi transmitido: eu vi a mão de Deus enviar aquele míssil para o mar!"

Também na semana passada o coronel Ofer Winter, comandante da brigada de infantaria Givati, descreveu um misterioso nevoeiro que o encobriu favoravelmente a ele e as suas tropas quando avançavam para uma posição inimiga no raiar do dia, após terem adiado a prevista intervenção nocturna.
O coronel Winter descreveu esta cobertura misteriosa e providencial como "nuvens de glória."

Coronel Ofer Winter

Foi este coronel que no início da intervenção israelita em Gaza provocou um aceso debate a nível nacional, quando encorajou as suas tropas a avançarem contra um inimigo que"blasfema, difama e provoca o Deus de Israel". O coronel terminou a sua intervenção escrita, fazendo a seguinte oração: 'Que o Senhor teu Deus te acompanhe, lutando contigo contra os teus inimigos e te salvando."
Deus certamente interveio (mais uma vez) a favor do Seu povo!

Shalom, Israel!

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Publicada por Shalom à(s) 8/06/2014
sexta-feira, Agosto 08, 2014

ATÉ A BBC QUESTIONA A ACUSAÇÃO (FALSA) DE QUE ISRAEL ALVEJA CIVIS


Até a nada pró-Israel TV britânica BBC reconhece que as acusações feitas contra Israel não têm qualquer cabimento.
E a BBC não está sozinha nesta conclusão: há um número cada vez maior de órgãos de comunicação social internacionais, aos quais ainda resta um pouco de senso de justiça, que não se deixam levar na onda das constantes e revoltantes mentiras propagadas pelos terroristas da Faixa de Gaza. Ao contrário da maior parte dos media portugueses - demasiado preguiçosos e tendenciosos para se darem ao trabalho de averiguarem a realidade dos factos - o prestigiado New York Times e agora também a BBC de Londres começaram a questionar os números de vítimas civis da guerra em Gaza utilizados para fazer passar a ideia de que Israel alveja civis na Faixa de Gaza, um acto que constituiria um crime de guerra tanto na lei internacional como na israelita.
O chefe de estatísticas da BBC, Anthony Reuben, cita números publicados pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que descobriu que o número de homens civis mortos no conflito (725) excedeu de longe o número de mulheres (214), numa proporção de quase 3.5 por 1. Quando se incluem os 216 "membros de grupos armados", a disparidade é ainda maior.
"Se os ataques israelitas fossem 'indiscriminados', como alega o Conselho de Direitos Humanos da ONU, é muito difícil vislumbrar como é que eles mataram tantos homens civis em contraste com o número de mulheres mortas" - alega Reuben.
"Esta questão reflecte uma análise feita no início da semana pelo New York Times que "mostra que a população mais provável de militantes homens com idades entre os 20 e os 29 anos é a mais sobre-representada no rol dos mortos: são 9% dos 1,7 milhões de residentes em Gaza, constituindo porém 34% dos mortos cujos nomes foram fornecidos. Ao mesmo tempo, mulheres e crianças com menos de 15 anos, os alvos legítimos menos prováveis, foram as menos representadas, constituindo 71% da população, mas 33% no total de vítimas."
Estas análises não significam obviamente que grandes números de cidadãos de Gaza não tenham sofrido e morrido no conflito. Contudo, segundo as palavras de Reuben, vêm sugerir que"algumas das conclusões extraídas dos números dos mortos e feridos poderão ser prematuras."
As estatísticas do rol de mortos podem constituir evidência decisiva que, ao contrário das alegações de organizações como oConselho dos Direitos Humanos da ONU, o Observatório dos Direitos Humanos, e outros, os civis não são o alvo dos ataques israelitas.

NÚMEROS DAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL
Segundo as estatísticas fornecidas pelas FDI, foram abatidos 253 operacionais do Hamas, 147 operacionais da Jihad Islâmica, 65 operacionais de várias organizações e 603 operacionais "cuja filiação é desconhecida". Mesmo assim, as FDI sublinham que estes não são números finais.
Sabe-se que os números fornecidos pela ONU baseiam-se nos dados transmitidos pelo Ministério da Saúde de Gaza, uma organização dirigida e controlada pelo Hamas...
Segundo fonte militar israelita, uma das razões para a discrepância nos números tem a ver com o facto de quando os militantes são levados para os hospitais, vão trajando roupas civis, ocultando dessa forma as suas filiações terroristas.
Ao mesmo tempo, é também sabido que o Hamas instrui as populações civis a ocultarem as suas filiações aos grupos terroristas.

CENTENAS PROTESTAM DIANTE DOS ESTÚDIOS DA CNN

Ontem à noite, em Nova Iorque, várias centenas de pessoas reuniram-se defronte dos estúdios da CNN,apelando à cadeia de TV americana e outras congéneres para que parem de fazer acusações a Israel nas suas emissões. 

"Decidimos que chegou a hora de tomarmos uma posição contra as notícias tendenciosas dos media" - afirmou Jeremy Dery, um dos organizadores da manifestação. E acrescentou: "Os media têm ignorado o lado israelita do conflito. O mundo acredita que os israelitas estão a alvejar pessoas inocentes."
Dery acrescentou ainda que estava ali para "expôr e confrontar as mentiras que os media tendenciosos como a CNN lançam ao mundo relativamente à guerra entre Israel e a Faixa de Gaza."
"Os seus pivôts têm relatado histórias enganosas que favorecem o lado palestiniano, ao mesmo tempo que ignoram o ponto de vista de Israel em toda esta operação."


Chloé Simon Valdary, uma activista pró-Israel e uma consultora da organização "Camera"disse entender que o Hamas poderá ter ameaçado repórteres:
"Em nome da integridade jornalística, os jornalistas têm a responsabilidade de tornar conhecidas às audiências quais as condições nos locais de onde estão a reportar" - afirmou Chloé.
A activista expressou também a sua revolta pela forma como os jornalistas estabelecem uma equivalência moral entre o Hamas e as Forças de Defesa de Israel.

Shalom, Israel!

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