terça-feira, 19 de agosto de 2014

Universo Guimel e Ciclo Guimel? יהוה Iehouah Elohim estende grandes oportunidades ao Tsahal e Sionistas judeus ou não judeus, mas deve haver lealdade e unidade resolutas ao Tetragramaton יהוה Iehouah







http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/exercito-de-israel-diz-que-foguetes-disparados-de-gaza-quebram-tregua.html


Exército de Israel diz que foguetes disparados de Gaza quebram trégua
Cessar-fogo ampliado por 24 horas terminaria na noite desta terça. Desde o ínício do conflito, 2.016 palestinos e 67 israelenses morreram.
19/08/2014 10h04 - Atualizado em 19/08/2014 11h20
Da Reuters

Fumaça é vista novamente na Cidade de Gaza nesta terça-feira, após o fim da trégua entre Israel e o grupo Hamas (Foto: Suhaib Salem/Reuters)
Três foguetes disparados da Faixa de Gaza atingiram o sul de Israel, informou o exército israelense nesta terça-feira (19), horas antes do fim da trégua acordada entre o país e o grupo palestino Hamas. O premiê israelense ordenou que o exército atire nos "alvos terroristas" de Gaza e que os negociadores que estavam no Cairo tentando um cessar-fogo voltem para o país.
Bombairdeios foram relatados no norte da Faixa de Gaza após os três foguetes terem atingido Israel.
Mais cedo, o chefe da delegação palestina nas conversas de paz com Israel havia alertado que a violência em Gaza poderia irromper novamente a menos que ocorra progresso para um acordo duradouro antes do prazo final de meia-noite para as negociações mediadas pelo Egito. Após um acordo de última hora para estender o prazo em 24 horas, a fim de buscar uma trégua, Azzam al-Ahmad, importante líder do movimento palestino Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, disse que não houve “nenhum progresso sobre nenhum ponto” nas conversas para resolver o conflito em Gaza.
“Esperamos que cada minuto nas próximas 24 horas sejam utilizados para chegar a um acordo, e caso não aconteça, o círculo de violência continuará”, disse Ahmad. Ele acusou Israel de “manobrar e estagnar” o processo, à medida que diferenças em alguns pontos principais continuaram a conter os esforços para se chegar a um acordo de longo prazo entre Israel e grupos militantes na Faixa de Gaza, dominada pelo Hamas. Tal acordo ajudaria a entrada de ajuda de reconstrução, muito necessária após cinco semanas de combate.
Israel, que lançou uma ofensiva em 8 de julho após um aumento nos lançamentos de foguetes do Hamas contra o Estado judaico, tem mostrado pouco interesse em fazer grandes concessões, e pediu pelo desarmamento de grupos militantes na região palestina de 1,8 milhão de pessoas. Mas o Hamas reiterou que deixar para trás suas armas não é uma opção.
O Ministério da Saúde palestino disse que número de mortos no conflito é de 2.016, a maioria de civis. No lado israelense, 64 soldados e três civis perderam a vida.
A trégua mais recente é a terceira em 10 dias, quando os combates foram paralisados.