domingo, 17 de agosto de 2014

יהוה Iehouah Elohim conceda misericórdia e despertar às almas perturbadas desta era. Segundo o nosso hóspede Zayed, como as comunicações internacionais ou brasileiras estão nas mãos dos judeus se costumam se colocar contra o Estado de Israel e perseguir judeus religiosos ou não e de políticas variadas? Se os palestinos ou árabes apoiam ativa ou passivamente ataques furiosos e letais contra Israel por mais de três mil anos, como ele sugere que israelenses possam sobreviver? Os árabes que ele chama de sionistas, geralmente são muçulmanos, defendem populações e aprenderam a força da verdadeira paz. Aprenderam também legitimidade de trabalho e construção global. Quantos jornalistas, Zayed quer que sejam assassinados, torturados ou coagidos pelo Hamas, enquanto dentro de Israel tem chuva de jornalistas e inSANos pra caluniar ou sabotar Israel? Estados Unidos há muito teria adentrado Gaza e eliminado o Hamas até o último marginal apoiador se não afetasse a única democracia e paraíso do mundo árabe (Israel); quanto aos estudiosos, melhoram na análise geral, mas não disfarçam se pelar de medo de admitir que um Estado do tipo bem desejado por qualquer ser humano, inclusive árabes, enfrenta um aglomerado de máfias árabes vindas de países vizinhos e parcamente constituída por uma minoria que tentou genocidar seus vizinhos judeus com ajuda do continente árabe em peso contra Israel só e mal armado, ao que derrotado foi desprezado por seus irmãos muçulmanos... Parem! Brasil não é feito de otários. Somos hospitaleiros, amáveis e amigos, mas quem se torna parte de nós aprende a ser uma família nacional em maior ou menor grau. Aqui não deixaremos ninguém nos usar pra antissemitismo massivo, islamização, socialização comunista ditatorial ou outras fobias. Comportem-se amados estrangeiros, pois estamos de olho em vocês pela ordem e progresso.






http://m.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/191141-extremismo-do-hamas-e-poderio-de-israel-limitam-chances-de-paz-permanente-na-faixa-de-gaza.html
Extremismo do Hamas e poderio de Israel limitam chances de paz permanente na Faixa de Gaza

Paulo Clóvis Schmitz
FLORIANÓPOLIS
A trégua acertada na semana passada garantiu um cessar-fogo temporário entre o exército israelense e o Hamas, mas é ilusão acreditar que serão mais amistosas, daqui para frente, as relações entre inimigos tão renhidos. O ódio cultivado por grupos radicais palestinos contra Israel é tão forte quanto a disposição deste país de responder com violência a qualquer ataque, por mais inofensivo que seja, que venha da Faixa de Gaza, onde em torno de 1,8 milhão de pessoas enfrentam a falta de água, energia, comida, emprego e dignidade. Na última crise, até 9 de agosto, após um mês de conflitos, morreram 2.002 pessoas – 1.935 palestinos e 67 judeus – na região.

Oliver Weiken/EPA/Lusa/Divulgação/ND

Ataques já destruíram parte da cidade
Apesar do horror que engendram e suscitam, guerras são admitidas no concerto da diplomacia internacional. Neste caso, porém, o mundo reagiu com indignação à morte indiscriminada de civis – foram 1.408 no lado palestino, sendo 235 mulheres e 452 crianças – e à desproporcionalidade das forças utilizadas. Enquanto Israel usa armamentos modernos (e com seus recursos bélicos já rechaçou todas as ofensivas dos países árabes que o cercam), os adversários se valem de bombas de pequeno alcance, técnicas de guerrilha e terrorismo para assustar o inimigo.

“A tendência é que nenhum evento venha modificar significativamente o cenário atual”, afirma o professor Lucas Rezende, do curso de Relações Internacionais da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Pela desproporção entre os contendores, a expectativa é de que se reproduza ad infinitum o círculo vicioso que intercala épocas de maior ou menos violência, como vem ocorrendo desde a década de 1970. Enquanto isso, palestinos que vivem no Brasil reclamam que a cobertura jornalística dada pela imprensa ocidental não espelha os fatos, sobretudo o sofrimento e as privações impostas à população de Gaza. “A mídia do mundo está nas mãos dos judeus”, dispara o engenheiro e comerciante palestino Ali Zayed, que mora em Florianópolis.

A estratégia de amedrontar

Na visão do professor Lucas Rezende, a tática do Hamas e dos demais grupos radicais (Fatah, Hezbollah e Jihad) diante da superioridade do exército de Israel é realizar ações pontuais que espalhem o medo no lado adversário. “É uma estratégia perigosa, porque resulta em ataques a civis, mas é a única possibilidade diante da falta de uma representatividade política na Palestina que permita qualquer tipo de negociação diplomática”, diz ele. “Ao mesmo tempo, o Hamas passa a ter uma justificativa para seus ataques, porque com eles estaria defendendo os palestinos. Por isso, eles se colocam como a última esperança para a população sitiada”.

De sua parte, explica o professor, os israelenses admitiriam a existência de um Estado palestino desde que uma proposta fosse apresentada por lideranças capazes de organizar esse Estado e garantir a segurança de Israel. Yasser Arafat representava essa liderança, mas ele morreu em 2004. Neste sentido, “ruim com ele, pior sem ele”, como se diz em Tel Aviv.

Lucas Rezende considera “adequada” a posição do Brasil diante do conflito em Gaza, porque condenou os ataques à população desarmada. Mais que isso pouco poderia fazer, pois a população refugiada reivindica um território próprio sem que haja autoridade e amplo reconhecimento da Palestina como nação pela comunidade internacional. Hoje, os territórios ocupados, incluindo a Cisjordânia, são uma verdadeira “terra de ninguém”.

O que a mídia não mostra

O palestino Ali Zayed, 53 anos, que reside com a família em Florianópolis, acompanha os noticiários sobre os conflitos no Oriente Médio pelas tevês dos países árabes. “O que se exibe aqui é pouco, não reflete o real”, afirma. “Não se mostram famílias inteiras saindo dos entulhos, mesquitas e igrejas que vão ao chão com gente dentro, os ataques realizados quando todos estão dormindo, as tréguas de poucas horas nas quais as pessoas saem atrás de comida para os filhos e não voltam mais”, conta. Para ele, muitos jornalistas estão instalados em Jerusalém e, portanto, só sabem o que se passa pelo que os outros falam. “Lá, a mídia é controlada desde 1991, na guerra do Iraque”, atesta. “No mundo, os judeus dominam as comunicações”.

Zayed critica os Estados Unidos por financiarem o exército de Israel, os sionistas árabes que têm negócios e também injetam dinheiro ali e a falta de uma autoridade constituída, já que a Palestina reduziu-se à Faixa de Gaza e hoje é defendida sobretudo pelo Hamas. “Mahmoud Abbas [presidente da Autoridade Nacional Palestina] preside o quê?”, pergunta. “Ele também tem interesses, por meio de seus filhos, em Israel. Não sei como o povo sobrevive. Só com Deus mesmo”.