segunda-feira, 11 de agosto de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot: Baruch atah יהוה Iehouah, Melech haahavah ivrit - יהוה Iehouah Dos Exércitos: Bendito És יהוה Iehouah, rei do amor hebraico. Para escrever com alma e espírito como este servo faz, somente pela potência própria da Torah e pela percepção da mesma nos teus reflexos universais. Por tudo que já vi e ouvi até agora, obrigado por cada instante que até então vivi.


sábado, Agosto 09, 2014

A TERRA DE ISRAEL É UMA DÁDIVA PERPÉTUA E INCONDICIONAL DE DEUS A UM ÚNICO POVO: OS JUDEUS



A discussão e as guerras à volta da posse da Terra de Israel são quase tão antigas como a própria existência do homem.
É impressionante como um pedaço de terra tão pequeno que mal se avista no mapa seja motivo de tanta cobiça e ódios por parte de tantos! Aquela terra já foi dominada por muitos impérios no passado, conquistada e destruída por outros tantos, desejada e cobiçada por inúmeros povos e alvo das maiores disputas e conflitos até à actualidade.
Alguém se perguntará qual a razão de tantas discussões, guerras, ódios e disputas por causa de um "naco" de terra. No nosso entendimento, só há uma explicação: há uma causa espiritual, e não política. Ainda que toda a discussão gire em torno de alegadas questões políticas, a verdade é que por trás desta disputa há uma séria questão espiritual, revelada nas Sagradas Escrituras, e que nos deve dar pleno conhecimento e entendimento sobre as razões e as causas do milenar conflito entre judeus e árabes. 


Trata-se na verdade de um conflito entre o cumprimento dos desígnios e propósitos de Deus em relação ao povo judeu e à terra de Israel, e os malévolos desígnios do "príncipe deste mundo", Satanás, o grande instigador da mentira, violência e rebeldia contra todos os projectos de Deus em relação ao Seu povo.


A Bíblia é a nossa única regra de fé, entendimento e ética, pelo que a nossa posição em relação a este conflito é aquela que o próprio Deus estabeleceu. E se Ele tem cumprido fielmente tudo aquilo que prometeu em relação ao povo eleito (judeus) e à terra da promessa (Israel), então é por essa "agenda" que nós nos orientamos, independentemente das agendas políticas e religiosas que grassam por aí. Ou seja: a única opinião válida sobre este assunto é aquela que Deus nos revela através dos Seus santos profetas, pelo que tudo o resto terá de ser alinhado por esta agenda profética. Todos quantos lutam e conflituam contra esse programa divino estarão sujeitos às respectivas sanções divinas, pois é o próprio Deus Quem promete "entrar em juízo" contra as nações que "espalharam a Sua herança Israel por entre os povos" e que "repartiram a Sua terra entre si." (Joel 3:2).

Vejamos então o ponto de vista bíblico (o único que nos interessa) sobre a origem, o desenvolvimento e a conclusão deste conflito:

ISRAEL É A ÚNICA NAÇÃO FUNDADA POR UM ACTO SOBERANO DE DEUS

Deus disse a Abraão: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei...Darei à tua descendência esta terra.” (Génesis 12:1-7).

Seria esta uma promessa incondicional, ou estaria dependente da obediência do povo de Israel a Deus?

DEUS PROMETEU UMA TERRA A ISRAEL PARA SEMPRE


Deus disse a Abraão:“Ergue os olhos e olha desde onde estás...porque toda esta terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência para sempre” - Génesis 13:14-15;15:1-7, 18-21; 17:1-8
“Naquele mesmo dia, fez o Senhor aliança com Abraão, dizendo:à tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egipto até ao grande rio Eufrates” - Génesis 15:18
Deus deu um tempo exacto para o cumprimento desta promessa:
“Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por 400 anos. Mas também Eu julgarei a gente a quem têm se sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas”- Génesis 15:13-14.
Tudo isto veio a acontecer exactamente assim, e durante 400 anos os judeus foram escravizados no Egipto, tendo-se formado ali o povo como uma grande nação (Génesis 46:3) partindo depois para a Terra prometida, a terra de Canaã (Génesis 50:24).

A TERRA FOI OFERECIDA A ISRAEL COMO “POSSESSÃO PERPÉTUA”
A Terra de Israel fazia parte da oferta da aliança realizada por Deus e era válida para todas as gerações de israelitas:
“Estabelecerei a Minha aliança entre Mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua...Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus.” - Génesis 17:7 – 8.

A herança foi passada de Abraão para Isaque


O direito de propriedade da terra foi passado de Abraão para Isaque, seu filho. Deus disse a Isaque:
“Habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai” - Génesis 26:3.
Já antes o Senhor tinha dito a Abraão que seria através de Isaque que a sua descendência seria chamada – Génesis 21:12:“...por Isaque será chamada a tua descendência.”

A estranha profecia dada a Rebeca (esposa de Isaque):
Rebeca, até então estéril, ficou grávida de 2 filhos que “lutavam no ventre dela” (Génesis 25:22). Não entendendo o que se passava e querendo até morrer tão grande a luta já era no seu ventre, Deus falou e revelou-lhe uma estranha profecia:
“Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão; um povo será mais forte do que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço.” - Génesis 25:23.
O mais velho – o primeiro a nascer – foi Esaú e o mais novo, Jacob.

Esta foi a indiscutível eleição feita por Deus:
Um povo constituído pelos descendentes de Jacob: “Porque a palavra da promessa é esta: Por esse tempo, virei, e Sara terá um filho. E não ela somente, mas também Rebeca, ao conceber de um só, Isaque, nosso pai. E ainda não eram os gémeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela: o mais velho será servo do mais moço. Como está escrito: Amei Jacob, porém Me aborreci de Esaú.”- Romanos 9:9-13.

Por causa da bênção dada por Isaque a Jacob e que Esaú perdeu, este passou a odiar ao seu irmão, vivendo da espada e do ódio:“Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, e sem orvalho que cai do alto. Viverás da tua espada e servirás a teu irmão...” - Génesis 27:39-40.
“Passou Esaú a odiar a Jacob por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado...e disse: matarei a Jacob, meu irmão.” - 27:41.

Qual foi a bênção profética dada por Isaque a Jacob e que Esaú tanto invejou?


“Deus te dê do orvalho do céu, e daexuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto. Sirvam-te povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar.” - Génesis 27:28-29.
A bênção perdida por Esaú e conquistada por Jacob foi o direito à terra da promessa e respectiva supremacia sobre as nações.

A herança foi passada de Isaque para Jacob
O direito da posse da terra é agora passado para um dos filhos de Isaque, Jacob:
“Eu sou o Senhor, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, Eu ta darei, a ti, e à tua descendência.” - Génesis 28:13.


Deus reitera a Sua promessa de terra a Jacob, mudando o seu nome para Israel (35:10)
Já na Terra da promessa, na cidade de Betel, o Senhor confirma a promessa feita aos seus antepassados:

“Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti, e depois de ti, à tua descendência.” - Génesis 35:11-12.

A PROMESSA DE DEUS FOI INCONDICIONAL
Deus prometeu incondicionalmente, realizando um pacto de sangue com Abraão. Um pacto de sangue era um compromisso permanente e incondicional, até à morte – Génesis 15:17. 


Deus comprometeu-se incondicionalmente com Abraão e sua descendência através desta aliança de sangue, dando-lhes a terra da promessa:"Naquele mesmo dia fez o Senhor aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egipto até ao grande rio Eufrates." – Génesis 15:18.
A aliança feita por Deus e oferecida a Abraão e sua descendência era incondicional e envolveu a dádiva de um território para sempre. Essa promessa de terra foi sempre lembrada posteriormente às sucessivas descendências surgidas da “semente” de Abraão, como “possessão eterna de Israel”:

lembrada pelo profeta Moisés: “...dá-la-ei (a terra) à vossa descendência, para que a possuam por herançaeternamente.” - Êxodo 32:13
lembrada pelo Senhor ao profeta Moisés: “Quando entrardes na terra que vos dou...” - Levítico 23:10; 25:2; Deuteronómio 8:1.
lembrada ao servo Josué: “...Passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que Eu dou aosfilhos de Israel.” - Josué 1:2, 11; 24:13.
conquistada e alargada pelo rei David - 2 Samuel 8:5 - 15.
prometida ao povo de Israel após o seu longo exílio:“Ainda que os teus desterrados estejam para a extremidade dos céus, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus e te tomará de lá. O Senhor teu Deus te introduzirá na terra que teus pais possuíram (no passado) e apossuirás (no futuro); e te fará bem, e te multiplicará mais do que a teus pais.” - Deuteronómio 30:4 – 5.
prometida através do profeta Jeremias: “Tão certo como vive o Senhor, que trouxe a descendência da casa de Israel da terra do Norte, e de todas as terras para onde os tinha arrojado; e habitarão na sua terra.” - Jeremias 23:8
profetizada através do profeta Ezequiel: “Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.” - Ezequiel 36:24. “Habitareis na terra que Eu dei a vossos pais...” - 36:28. “Assim diz o Senhor Deus: eis que Eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei para a sua própria terra.” - Ezequiel 37:21. “Habitarão na terra que dei a Meu servo Jacob, na qual vossos pais habitaram; habitarão nela, eles e seus filhos e os filhos de seus filhos, para sempre...” - 37:25.
Apesar da desobediência de Israel, Deus nunca retirou a Sua promessa de terra ao Seu povo:
“Se os seus filhos desprezarem a Minha lei e não andarem nos Meus juízos, se violarem os Meus preceitos e não guardarem os Meus mandamentos, então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniquidade. Mas jamais retirarei deles a Minha bondade, nem desmentirei a Minha fidelidade. Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios proferiram” - Salmo 89:30-37.


Apesar de Deus ter castigado Israel com a dispersão “entre as nações”, por “amor ao Seu santo Nome” Ele prometeu tomar o Seu povo de volta e trazê-lo para a terra deles,“a vossa terra.” - Ezequiel 36:18 – 24. Esse milagre do retorno dos judeus à sua terra iniciou-se no século 20 e é um fenómeno imparável até aos dias de hoje. O actual anti-semitismo na Europa e não só é mais um "trampolim" usado por Deus para "empurrar" o Seu povo eleito de volta à terra da promessa, Israel.

AS DÁDIVAS DE DEUS SÃO IRREVOGÁVEIS

O Nome de Deus está ligado às Suas alianças com o Seu povo, pelo que Ele não pode nunca romper a Sua aliança, uma vez que Ele não muda de ideia a respeito de quem Ele escolhe e abençoa: “Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis.” - Romanos 11:29.

“Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia. E as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o Seu Nome. Se falharem estas leis fixas diante de Mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de Mim para sempre.
Assim diz o Senhor: se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também Eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor.” - Jeremias 31:35 – 37.

Ao fim de 2 mil anos de dispersão, Deus cumpriu a Sua promessa:


“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu á luz seus filhos” - Isaías 66:8.
O renascimento moderno de Israel em 1948 é um acto sobrenatural de Deus, pois primeiramente “nasce” a terra, e só depois é que vieram as “dores”, um contraste com a experiência habitual, em que primeiramente vêm as dores e só depois o nascimento.


“Mudarei a sorte do Meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto. Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o Senhor teu Deus.” - Amós 9:14-15.

"Assim diz o Senhor!"

Shalom, Israel!

domingo, Agosto 10, 2014


A VERDADEIRA IGREJA É AQUELA QUE ESTÁ AO LADO DE ISRAEL



sexta-feira, Dezembro 30, 2011

VOCÊ TEM UMA BÍBLIA? AGRADEÇA A DEUS E... AOS JUDEUS!


Muitas pessoas desconhecem a origem judaica da Bíblia - a Revelação de Deus - e por isso ignoram que Deus escolheu um povo em particular para através dele comunicar a Sua mensagem ao mundo inteiro. Esse povo é obviamente o povo hebreu, responsável humano pela escrita, preservação e comprovação das Escrituras.
O POVO JUDEU ESCREVEU A BÍBLIA

Pode-se dizer que, humanamente falando, sem judeus não haveria revelação: "Qual é, logo, a vantagem do judeu?...Muita, em toda maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas" (Romanos 3:1-2).
Foi então através de Israel que o mundo recebeu o maior presente: o Filho de Deus, e também a Revelação (escrita) de Deus. 


Mas, apesar de serem homens vulgares (como nós) esses profetas, poetas, reis, escribas e apóstolos, não escreveram de sua livre iniciativa, antes, fazendo uso do seu próprio estilo e talento, escreveram a Revelação bíblica "movidos" pelo Espírito de Deus: "Porque a profecia(revelação) nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pedro 1:21).
Toda a Escritura, desde Génesis a Apocalipse é assim inspirada (literalmente: soprada) por Deus aos homens santos, os "oráculos" de Deus: "Toda a Escritura é divinamente inspirada..." (2 Timóteo 3:16).
Sendo o Livro mais perseguido, a Bíblia é no entanto o Livro mais amado, mais actual, e mais lido em todo o planeta. É o único que transforma vidas e traz esperança e conforto aos necessitados. Por isso mesmo é chamado o "Livro dos livros", pois é único em todas as suas dimensões. Tal como escreveu Dyson Hague: "é intocável na sua grandeza; único no seu esplendor; misterioso na sua ascendência; e tão elevado acima de qualquer outro livro como é o céu acima da terra, como é o Filho de Deus acima dos filhos dos homens".
Quarenta homens oriundos de todos os estilos de vida, mas todos divinamente inspirados escreveram os 66 livros da Bíblia num espaço de tempo de cerca de 1.600 anos. Os primeiros 5 livros, chamados "a Lei", ou a "Torá" foram escritos por Moisés: "E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor..." (Êxodo 24:4; 34:27; Números 33:1-2; Deuteronómio 31:9 e 24). O último livro - Apocalipse - foi escrito pelo apóstolo João, um judeu, discípulo de Jesus: "Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer" (Apocalipse 1:19).
Todos os escritores da Bíblia eram judeus, com excepção do evangelista Lucas, que escreveu em grego. Deus escolheu estas pessoas em diferentes regiões do mundo para revelar a Sua Palavra. O famoso novelista e poeta escocês Robert Louis Stevenson (1850-1894) escreveu àcerca das escritas sagradas:"Escritos no Oriente, estes caracteres vivem para sempre no Ocidente; escritos numa província, eles invadiram o mundo; escritos em tempos rudes, eles são cada vez mais estimados, à medida que a civilização avança".
A Bíblia regista uma única história, desde Génesis a Apocalipse. É a descoberta da verdade de Deus. Não fosse o povo judeu, não haveria Bíblia. Graças a Deus pela escrita hebraica!
O POVO JUDEU PRESERVOU A BÍBLIA

Um velho tratado judaico chamado "Soferim" (escribas) é um livro que detalha as muitas regras a que os escribas judeus - copistas da Bíblia - tinham de obedecer.
Por exemplo: eles tinham de utilizar uma mistura especial de tinta negra. A transcrição tinha de ser feita num pergaminho de um animal puro. O número exacto de palavras e de letras em cada linha tinham que condizer com o original.


Cada palavra e letra eram contadas. Cada coluna não podia ter menos de 48 e não mais do que 60 linhas. Os escribas não podiam copiar de memória. Tampouco podiam copiar frase por frase ou palavra por palavra: as Escrituras tinham de ser copiadas letra por letra!
O trabalho era inspeccionado por pelo menos três escribas especialistas. Se houvesse uma omissão, ou se duas letras tocassem uma na outra, todo o texto era rejeitado.
Outras particularidades incluiam a altura e a largura, o espaço exacto entre letras, palavras e páginas, e entre o número de colunas. O processo era escrupulosamente estrito. Era esse o padrão para se manter a integridade do trabalho copiado.
O primeiro ministro de Israel, David Ben-Gurion (1886-1973) afirmou: "Nós preservámos o Livro, e o Livro preservou-nos a nós".
Até mesmo o Novo Testamento foi meticulosamente copiado seguindo regras rígidas. Graças a Deus pelos escribas judeus que preservaram a Bíblia para que ela pudesse chegar até nós!
O POVO JUDEU COMPROVA A BÍBLIA

"O Senhor deu a Palavra; grande era o exército dos que anunciavam as boas novas" (Salmo 68:11).
A história de Israel e a história da Bíblia estão interligadas. Ambas são eternas.
Nas palavras do grande escritor russo Leon Tolstoy (1828-1910):"O Judeu é o emblema da eternidade. Esse a quem nem o assassínio nem a tortura pôde destruir; esse a quem nem o fogo nem a espada nem a inquisição conseguiram expurgar da face da terra; esse que foi o primeiro a transmitir os oráculos de Deus, esse que por tanto tempo tem sido o guardião da profecia, a qual transmitiu ao resto do mundo - esse, a sua nação não pode ser destruída. O Judeu é tão eterno quanto a própria eternidade".
Assim como tantos têm tentado destruir o povo judeu, assim muitos têm também tentado destruir a Bíblia. Só que enquanto eles nascem e morrem, a Palavra de Deus "permanece para sempre":"Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a Palavra do Senhor permanece para sempre" (1 Pedro 1:24-25).


Pense só na vã declaração do filósofo ateu Voltaire (1694-1778): "Daqui a mais um século e não restará uma Bíblia na terra!" Mas, ironia das ironias, a mesma casa onde o filósofo declarou essas palavras tornou-se 100 anos depois na sede das Sociedades Bíblicas Internacionais, portanto o centro de divulgação da Bíblia para toda a Europa! E hoje, volvidos mais de 200 anos após essa provocação, a Bíblia continua a ser o livro mais vendido em todo o mundo!
"O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão de passar" (Mateus 24:35).
A existência do povo judeu e da Bíblia provam a existência de Deus e a eterna influência da Sua Palavra.
Debaixo da direcção divina, o povo judeu escreveu, preservou e comprovou a Bíblia. E o resultado é uma Palavra infalível -"...Nem uma só palavra caiu de todas as Suas boas palavras..." (1 Reis 8:56) - inesgotável - "...nele lerá todos os dias da sua vida..." (Deuteronómio 17:19) - e indispensável - "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus"(Mateus 4:4) - a que nós chamamos Bíblia.
Assim, de cada vez (e eu espero que você o faça regularmente) que abrir a sua Bíblia, dê graças a Deus pelo Tesouro que Ele colocou nas suas mãos através do povo judeu. Dê então graças a Deus por Israel também!Shalom, Israel!


sábado, Abril 27, 2013

O POVO JUDEU: PASSADO, PRESENTE E FUTURO GLORIOSO


Ao estudarmos as profecias da Bíblia, veremos facilmente que os judeus são um tema principal de toda a revelação profética bíblica.
As Escrituras revelam que os judeus são "a menina dos olhos de Deus" (Zacarias 2:8), a sua terra é descrita como "santa" (Zacarias 2:12), e a sua cidade - Jerusalém - é considerada "o centro das nações" (Ezequiel 5:5).
Os judeus são também apresentados na Bíblia como uma infiel esposa de Deus (Ezequiel 16 e Livro de Oséias), objectos da ira de Deus (Jeremias 30:7), mas também da Sua graça (Zacarias 13:1) nos finais dos tempos.


O panorama profético relativo aos judeus é impressionante: aplica-se ao passado, ao presente e ao futuro! E esse panorama demonstra o amor e graça de Deus como nada mais consegue fazer a não ser a Cruz de Cristo.
O próprio apóstolo Paulo ficou tão sobrepujado pela paciente determinação de Deus em trazer à salvação um remanescente dos judeus, que exclamou em êxtase: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis os Seus caminhos!"(Romanos 11:33).
Vejamos então as incríveis profecias que pertencem ao povo judeu, iniciando com aquelas que já se cumpriram:

PROFECIAS JÁ CUMPRIDAS:

1 - DISPERSÃO - Os judeus foram repetidamente avisados de que seriam dispersos por todo o mundo caso não fossem fiéis à sua aliança com Deus. Consideremos as palavras de Moisés: "O Senhor vos espalhará entre todos os povos, desde uma extremidade da terra até à outra..." (Deuteronómio 28:64). Ver também Levítico 26:33.





2 - PERSEGUIÇÃO - O Senhor avisou também os judeus de que eles seriam perseguidos para onde quer que fossem. Uma vez mais as palavras de Moisés são claras a este respeito: "E nem ainda entre estas nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; porquanto o Senhor ali te dará coração agitado, e desfalecimento de olhos, e desmaio da alma." (Deuteronómio 28:65).


3 - DESOLAÇÃO - Deus prometeu que depois da dispersão a terra dos judeus se tornaria "desolada", e que as suas cidades se tornariam "desertas"(Levítico 26:33). Moisés acentuou ainda mais a questão desta forma: "...o estrangeiro que virá de terras remotas...dirá: 'Toda a sua terra abrasada com enxofre e sal, nada produzirá nem nela crescerá erva alguma.' " (Deuteronómio 29:22-23).


4 - PRESERVAÇÃO - Mas Deus na Sua maravilhosa graça prometeu que iria preservar os judeus como povo separado durante as suas peregrinações pelo mundo inteiro (Ver Isaías 66:22; Jeremias 30:11; 31:35-37). Isaías coloca-o de forma bem expressiva. Ele diz que o Senhor não pode esquecer Israel da mesma forma que uma mãe o seu bébé recém nascido (Isaías 49:15). E depois ainda acrescenta que Deus não pode esquecer Israel porque tem o Seu povo gravado nas palmas das Suas mãos! (Isaías 49:16).

Deus cumpriu todas estas quatro profecias nos últimos 2 mil anos. No ano 70 d.C. os romanos destruíram a cidade de Jerusalém e levaram a nação judaica ao cativeiro, deixando a terra desolada e espalhando o povo judeu pela face da terra. Tal como havia sido profetizado, onde quer que foram eram perseguidos, com a sua perseguição culminando no Holocausto nazi da 2ª Guerra Mundial.


Mas Deus também preservou os judeus, e o cumprimento desta profecia tem sido um dos mais marcantes milagres da História. Nenhum outro povo foi tão dispersado e contudo sido capaz de reter a sua identidade como nação.

PROFECIAS ACTUAIS

Somos privilegiados por vivermos numa época em que Deus está cumprindo muitas profecias relacionadas aos judeus. Quão grande é esse testemunho para a realidade de que Deus está bem vivo, que está assentado no Seu trono e em controle, e de que Deus é fiel às Suas promessas!

1 - REAJUNTAMENTO - Os profetas do Velho Testamento prometeram repetidamente que chegaria o dia em que Deus irá reunir o Seu povo judeu na Terra da promessa (ver Isaías 11:10-12 e Ezequiel 36:22-28). Este assinalável reajuntamento dos judeus desde os quatro cantos da terra tem ocorrido durante o nosso período de vida.


A Primeira Guerra Mundial preparou a terra para o povo, quando o controle da Palestina foi transferido de uma nação que odiava os judeus (os turcos) para uma nação que favorecia o seu retorno (Grã-Bretanha). O Holocausto da Segunda Guerra Mundial preparou o povo para a terra, motivando-o a regressar.


2 - NAÇÃO - Os profetas afirmaram que quando o povo fosse ajuntado, a nação de Israel seria restabelecida. Isso ocorreu em 14 de Maio de 1948 (Ver Isaías 66:7-8; Zacarias 12:3-6). Este é o evento profético fundamental da nossa época. É um acontecimento que os estudiosos das profecias têm apontado desde há 400 anos a meio de muito escárnio e ridicularização por parte daqueles que não acreditavam que Israel voltasse alguma vez a existir como nação.


3 - RECUPERAÇÃO - Deus prometeu que com o restabelecimento da nação, a terra iria florescer (Isaías 35:1-7; Joel 2:21-26). Nas palavras de Ezequiel:"Esta terra assolada ficou como o jardim do Éden!" (Ezequiel 36:35). E é isso exactamente que as pessoas expressam quando visitam Israel, pois é uma vez mais uma terra de leite e mel. Mais de 300 milhões de árvores já foram plantadas neste século. As chuvas aumentaram 450 por cento. Os antigos pântanos infestados de malária foram convertidos em terra cultivável. A água do Mar da Galiléia está sendo canalizada para os desertos, fazendo com que eles floresçam.


4 - LÍNGUA - Quando os judeus foram dispersos por todo o mundo no primeiro século, deixaram de falar a língua hebraica. Os judeus que se estabeleceram na Europa desenvolveram uma língua chamadaYiddish (uma combinação de hebraico e alemão). Os judeus na bacia do Mediterrâneo misturaram o hebraico e o espanhol, produzindo uma língua chamada Ladino. O profeta Sofonias anteviu um tempo em que a língua hebraica seria revivificada (Sofonias 3:9). E assim foi. Os israelitas falam agora o hebraico bíblico. É o único exemplo na História da ressurreição de uma língua morta. O homem que Deus usou para revivificar a língua foi Eliezer ben Yehuda (1858-1922).

5 - JERUSALÉM - Jesus disse que um dos sinais mais claros do Seu iminente retorno seria a reocupação de Jerusalém pelos judeus (Lucas 21:24). Isso ocorreu durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967.


6 - PODER MILITAR - Zacarias profetizou que quando os judeus fossem restabelecidos na sua terra, o seu poder militar seria impressionante - como"um facho de fogo entre molhos" - e que eles "consumiriam"todos os povos à sua volta (Zacarias 12:6). Será que alguma coisa precisa de ser acrescentada sobre o cumprimento desta esta profecia?

7 - PONTO FOCAL - Israel é sempre retratado como o ponto focal das políticas mundiais dos últimos dias (Zacarias 12:3; 14:1-9). Isto tornou-se real desde o boicote árabe ao petróleo em 1973. O Ocidente reconheceu de um dia para o outro a sua dependência do petróleo árabe e começou a alinhar-se atrás da obsessão árabe de aniquilar Israel.

PROFECIAS FUTURAS

1 - TRIBULAÇÃO - Deus colocará o povo judeu no meio de um período de tribulação sem paralelo (Deuteronómio 4:30), durante o qual dois terços dos judeus irão perecer (Zacarias 13:8-9). O propósito será amolecer os corações de um remanescente para que possam receber Jesus como seu Messias.

2 - SALVAÇÃO - Um remanescente dos judeus irá "olhar para Ele, a Quem trespassaram" e o receberão como Senhor e Salvador (Zacarias 12:10; Romanos 11:1-6; 25-29).


3 - PRIMAZIA - Deus irá então ajuntar todos os judeus crentes em Israel onde serão estabelecidos como a nação de primazia no mundo durante o reino milenar de Jesus (Deuteronómio 28:1, 13; 2 Samuel 7:9; Isaías 60-62; Miquéias 4:1-7).

O INFINITO AMOR DE DEUS

Deus deixou os judeus e colocou-os sob disciplina por causa da sua desobediência, mas não os cortou da Sua graça.
Ele tenciona trazer de volta a casa a Sua esposa rebelde: "Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, e sem príncipe...Depois tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao Senhor seu Deus...e temerão ao Senhor, e à Sua bondade, no fim dos dias." (Oséias 3:4-5).
A bondade e fidelidade de Deus em manter as Suas promessas ao povo judeu deveriam ser uma fonte de encorajamento para todos os cristãos. Ao vermos Deus a cumprir as Suas promessas que Ele fez ao povo judeu há milhares de anos, podemos estar absolutamente certos de que Ele será fiel para cumprir todas as promessas que Ele fez à Igreja.

Shalom, Israel!

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Publicada por Shalom à(s) 4/27/2013
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Etiquetas: dispersão de Israel, eliezer ben Yehuda, povo judeu, restauração de israel

4 comentários:

Anónimo disse...

Lindo post.Não tenho mais palavras a acrescentar.

É maravilhoso demais o Amor de D'us.

Fabiana Leite29 Abril, 2013

Anónimo disse...

Seria ótimo se todos fizessem uma avaliação, O Todo Poderoso não tem nenhum compromisso com os judeus,a não ser aqueles que verdadeiramente se convertam ao Salvador.04 Maio, 2013
Anónimo disse...

O D'us de Israel tem sim um compromisso com os filhos de Abrãao, Isaac e Jacó.
Ele fez uma aliança e a cumprirá, porque é fiel. Não confunda com a Salvação eterna.

Se o povo pecou e não andou nos seus caminhos, o próprio D'us haje hoje para levá-los a salvação e a vitória final, no entanto, nem todos crêem no Mashia.

Israel, porém,é e será protegido por D'us ainda que tempos de dores ainda venham, mas há uma promessa que Ele irá cumprir, caso assim, não fosse o Israel moderno sequer existiria.

Fabiana

Shalom04 Maio, 2013
Anónimo disse...

O amor de DEUS é infinitamente grande para conosco. Se não fosse assim, já estaríamos consumidos pela sua ira. Que DEUS nos proteja. Amém. Ely30 Outubro, 2013