domingo, 10 de agosto de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot ilumine e seja inteligência para os líderes judeus despertarem e compreenderem que a única maneira de ser bondoso e amoroso com os oponentes que estão dentro de seu legitimo território é administrando total controle geográfico e social sem margens pra negociações auto-destrutivas. Porto e aeroporto para assassinatos globais? Desbloqueio por armamento destinado a amplo terrorismo? Desperta Israel e respeite o sacrifício de suas leais tropas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/delegacao-palestina-deixara-egito-se-israel-nao-voltar-as-negociacoes.html

Da EFE
O dirigente do movimento Fatah Azzam al Ahmad, que lidera a delegação de facções palestinas no Cairo, anunciou que deixará o país neste domingo caso os israelenses não voltem hoje ao país para retomar as negociações.
"Se for confirmado que os israelenses não voltarão ao Cairo neste domingo, saíremos à noite para a Palestina para realizar consultas com o presidente Mahmoud Abbas", disse Ahmed em declarações a jornalistas nesta madrugada.
O dirigente palestino cobrou o retorno de Israel à mesa de negociações, mas sem impor condições às quais, segundo ele, "não tem direito".
Os palestinos redigiram um documento, entregue pelos mediadores egípcios a Israel, em que exigem de Israel um cessar-fogo, a libertação de presos, o desbloqueio de Gaza, e a abertura de um porto e um aeroporto na Faixa, entre outras questões.
Estes pedidos foram negados por Tel Aviv, o que provocou a retomada dos ataques pelo Hamas e a retomada da ofensiva israelense em Gaza.
Israel insiste em não negociar enquanto continuarem as agressões e a delegação que participava dos contatos deixou Cairo na sexta-feira e não deve retornar por enquanto, segundo a imprensa israelense.
O número dois do Hamas, Moussa Abu Marzuq, destacou à imprensa ontem à noite que as negociações com Israel foram paralisadas no sábado para respeitar o fim de semana judeu.
'Os israelenses misturam a religião com a política só no caso das negociações de paz, sem perceber que os bombardeios mais intensos sobre a Faixa de Gaza foram aos sábados', alfinetou Abu Marzuq.
O dirigente palestino acredita que as negociações com Israel podem ser retomadas hoje, mas afirmou que a delegação da Palestina não foi informada oficialmente.
O número de palestinos mortos desde o início da intervenção israelense já chega aos quase dois mil, 448 deles crianças, enquanto foram registradas 67 vítimas israelenses e 500 feridos.