domingo, 24 de agosto de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot responde. Sim. Israelitas sim. Israelenses talvez.


SIM


http://observador.pt/opiniao/um-dia-seremos-todos-israelitas/


MÉDIO ORIENTE
Um dia seremos todos israelitas?
Rui Ramos
22/8/2014, 15:25522 PARTILHAS
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O Curdistão tem todas as características para se tornar uma nova versão de Israel. Tal como Israel, está cercado de inimigos e sob a mira dos jihadistas. Tal como Israel, depende do apoio americano.

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O Estado xiita que a retirada de Obama deixou no Iraque desfez-se perante a ofensiva do Estado Islâmico (ISIS), que o governo americano já classificou como uma ameaça maior do que a velha Al-Qaeda. E alguma gente aproveitou para ir ao sótão recuperar as acusações contra Bush: não fosse a invasão de 2003, nada disto teria acontecido. Houve até quem tivesse descoberto mais: o Iraque sob Saddam Hussein, tal como a Síria dos Assad, era uma ditadura, claro — mas uma ditadura de paz, secular, multicultural, onde todas as minorias viviam em amena tolerância mútua.

Acontece que as ditaduras de Saddam e dos Assad não eram nada disso. No Iraque, a 16 de Março de 1988, Saddam demonstrou uma peculiar concepção de multiculturalismo ao usar gás de mostarda para matar milhares de curdos. Na Síria, em Fevereiro de 1982, o pai do actual Assad desenvolveu um novo conceito de tolerância ao massacrar cerca de 20 mil sunitas na cidade de Hama. A paz do Iraque de Saddam ou da Síria da família Assad era a paz dos cemitérios. Externamente, as suas noções de boa vizinhança não eram menos originais. Saddam atacou o Irão em 1980 e invadiu o Koweit em 1990. A família Assad ocupou o Líbano em 1976. Eis os grandes pilares de paz multicultural e equilíbrio diplomático que a sabedoria de algibeira nos diz agora que o Ocidente devia ter respeitado.

Com Bush, ficámos a saber que operações de democratização-relâmpago, como a ensaiada no Iraque, não funcionam. Com Obama, percebemos que jogar golfe também não. Obama retirou do Iraque e não quis intervir na Síria, para não repetir o “erro de Bush”. Resultado: teve de voltar ao Iraque e terá provavelmente de intervir na Síria, donde o ISIS saiu para invadir o Iraque. Em 2001, também Bush tencionava evitar o “erro” das intervenções de Clinton. Foi Bin-Laden quem o fez mudar de ideias. Tal como o ISIS a Obama.

As coisas podem ainda tornar-se mais complicadas. No Iraque, o objectivo americano não foi defender o governo de Nouri al-Maliki, que deixou cair, mas o Estado autónomo dos curdos. Ora, o Curdistão tem todas as características para se tornar uma nova versão de Israel. Tal como Israel, está cercado de inimigos e sob a mira dos jihadistas. Tal como Israel, depende do apoio americano. Ao contrário de Israel, porém, a sua defesa não dispensa a intervenção militar directa dos EUA. Por enquanto, tudo se passa no deserto, e não na cidade, como em Gaza. Senão, já estaríamos a contar as baixas civis causadas pela aviação americana.

O Curdistão não é o único candidato a ter um futuro israelita. A Europa ocidental tem à sua volta Estados como a Rússia e o Irão, sob sanções, ou ex-Estados convertidos em bases da jihad, como a Líbia, a Síria ou o Iraque, donde os sucessores da Al-Qaeda esperam, através da diáspora muçulmana, levar a guerra até ao Ocidente. Estes Estados e movimentos não são iguais, mas têm isto em comum: todos reagem, não apenas contra o poder ocidental, mas também contra o modo de vida ocidental (secularismo, igualdade das mulheres, aceitação de diferentes escolhas sexuais, etc.). Os seus métodos de agressão variam, mas são igualmente perigosos. A Rússia, por exemplo, pode parecer interessada apenas em jogos diplomático-comerciais, mas ei-la a armar uma subversão na Ucrânia, provocando a morte de centenas de passageiros de um voo de Amsterdão.

E como têm respondido os EUA e os europeus a tudo isto? Com embargos, operações de contra-terrorismo, e ataques militares. Tal como Israel no Médio Oriente. Há diferenças? Há, claro. Mas talvez um dia deixem de ser suficientes para esconder as semelhanças.
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29 COMENTÁRIOS
Fernando Mano22 Ago 2014

O Curdistão será o que o povo do Curdistão quiser. Nunca Israel, felizmente. Já chega um estado de apartheid rodeado de muros no médio oriente…
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Barreira Filipe22 Ago 2014

Na minha humilde opinião , o comentário exemplifica bem o que se passa no medio oriente. Todavia num futuro próximo, este perigo poderá se estender à peninsula ibérica. Citando um excelente texto , do Dr Pacheco Pereira, a direita deixou de ser patriótica, posto isto quem é que vai defender o povo, a eficiência privada da prossegur.
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Rui Cepêda22 Ago 2014

A complexa e muito perigosa situação política que se vive no médio Oriente, requeria uma outra e mais capaz administração Americana. Desde os dois primeiros KO técnicos com que Puttin o ridicularizou Obama na Ucrânia e na Síria, ficamos a saber com o que podíamos contar. A política externa, coisa que diga-se, nunca foi o forte dos Americanos, tem pouco a ver com os sorrisos e tiques hollyoodescos em que este Presidente se notabilizou. Só o vice Biden o consegue bater nos fantásticos dotes histriónicos. Esperemos que o tempo passe depressa.
Naturalmente o Hamas beneficiando da auto estrada para o Egipto então radicalizado, não perdeu tempo e, ao que dizem, lança rockets para que Israel possa matar preferivelmente mulheres e crianças, principalmente estas, que produzem mais efeito nos telejornais. A atestá-lo temos a palavra atenta e conhecedora do senhor Moon, que em fase minguante da carreira se terá equivocado ao endereçar uma data de avisos aos Israelitas, a propósito das escolas e segundo parece nenhum ao Hamas.
O Califado Islâmico num abrir e fechar de olhos ocupa o vazio de poder na maior parte da Síria bem como no Iraque e prepara já, tal como anunciou a reconquista islâmica, sendo que o próximo alvo será, imagine-se, a península Ibérica dos cruzados infiéis. Bem podem os Espanhóis tirar o cavalinho da chuva…
Não sei bem em que posição um tal evento nos poderá deixar, subscritores que somos do acordo dos cinco mais cinco…
O Curdistão a manter-se, tenderá a formar um estado tampão desde que se entenda com a Turquia a potência regional. E faltará muito para que o Irão venha a conseguir o objectivo nuclear ? Israel não irá deixar… um tempo difícil e muito perigoso, com o Mundo à deriva.
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Luís Cardoso22 Ago 2014

O perigo islâmico vem do interior da Europa, dos enclaves [http://goo.gl/c5tDR9] que se vão formando e da infiltração islâmica de um modo geral. Seremos Israel porque seremos atacados a partir de dentro e teremos que construir muros para nos defender das ameaças organizadas. Mais difícil será defendermo-nos dos chamados «lobos solitários», como este [http://goo.gl/vt5UR7].

De resto, Israel é o que o povo de Israel quer: é um país democrático que elege os seus líderes em eleições livres, com sufrágio universal, que inclui mulheres (imagine-se) e os cidadão não judeus.
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José Pedro Faria22 Ago 2014

Lamentavelmente são crónicas deste tipo, que cultivam o disparate, que acabam por “legitimar” a boçalidade e o populismo pateta. Eis o sermão do taxista em todo o seu esplendor.

Ninguém disse alguma vez que o Iraque de Saddam era uma ditadura de paz, secular, multicultural. O que se passou é que George W. Bush revelando um Q.I. próximo do de uma galinha careca, invadiu o Iraque em 2003, desestabilizando completamente a região.

George W. Bush, fez exatamente tudo o que não deveria fazer: invadiu o Iraque utilizando uma mentira (a história das armas de destruição em massa) e fez o lindo serviço que está à vista. Diz o Sr. Ramos que Saddam matou muitos curdos. Bom, já que fala nisso, desde que Saddam desapareceu, foram assassinadas no Iraque perto de 200.000 pessoas, muitas mais do aquelas que Saddam matou.

Porque é que Bush invadiu o Iraque? A resposta é dada pelo próprio vice-secretário da Defesa dos EUA, Paul Wolfowitz, ao jornal alemão “Der Tagesspiegel”, em 2003: ” [...] no caso do Iraque, economicamente falando, nós simplesmente não tínhamos escolha. O país [Iraque] nada num mar de petróleo”. Ora aí está: “mea culpa”. Bush, afinal, não era assim tão burro.

Os falcões americanos e essa ridícula personagem que atende pelo nome de Hollande, pressionaram como puderam para cometer o mesmo erro na Síria. Não perceberam ainda que Assad (tal como era Saddam) é um tampão para conter o expansionismo fundamentalista islâmico. Assad é um mal menor nas atuais circunstâncias, deve ser defendido e não atacado. Será que isto custa a entender?

Com a idiotice das chamadas “primaveras árabes” temos agora um mundo muito mais perigoso, com a anarquia instalada no médio-oriente, com tendência para alastrar.

Sim, faz sentido uma intervenção na Síria, mas contra o ISIS (nas mãos de quem os americanos, irresponsavelmente, depuseram milhares de armas). Será que o Sr. Ramos ainda não conseguiu perceber isso?

E também não percebeu que a última coisa que o Ocidente deve fazer é afrontar a Rússia com sanções estúpidas. A Rússia deveria ser um aliado fundamental contra o terrorismo islâmico.

Quanto a sermos todos israelitas, ou lá o que é, enfim, e o Curdistão e mais não sei quê, enfim nem há paciência para comentar. “Non-sense” no seu melhor.
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Manuel Lopes22 Ago 2014

Fernando Mano sabe lá você o que é o apartheid….
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Luìs Felipe Potes22 Ago 2014

o historiador rui ramos nos artigos que nos tem facultado regularmente, acostumou-nos a tê-lo como isento e serio ,tanto quanto possível,mas neste caso dos curdos ,não só, não conta a historia correctamnete, bem como, a sua analogia com Israel , deixa transparecer a sua simpatia demasiado simplista e básica para este estado por um historiador da sua estirpe.
Fazendo tabua rasa de quase tudo, 1º como se formou este estado, 2ºcomo se tem mantido ou seja, a sua ideologia demasiado de direita e um tanto retrograda, veio ao de cima, o que é pena ,pois apouca-o. 3º quanto ao Curdistão, deve ser protegido ,defendido e darem-lhe a independência, alias como lhes foi prometido no desmembrar do império otomano ( Inglaterra, frança e EUA ,) não só não cumpriram com a palavra dada e escrita ,como ainda o utilizam há mais de 100 anos, como peão de brega, dos estados unidos e da Inglaterra, contra os países limítrofes, mormente a turquia para a manter na nato e fazer face tb ao ex-bloco soviético, irão, iraque e estados árabes circunvizinhos ..
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João Almeida Lopes22 Ago 2014

Um dia seremos todos israelitas? de Rui Ramos, aproxima-se da realidade futura e a curto prazo.
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Pedro Grangeio22 Ago 2014

Aqui está um tema em que todos podemos estar certos, ou errados, porque nunca se saberá o que poderia ter acontecido, se…

O que teria acontecido se o primeiro Bush tivesse deixado Saddam apropriar-se do Koweit e, por arrasto, mais uns quantos Emirados? O que teria acontecido se Obama tivesse realmente intervindo na Síria? Não sabemos.

O que sabemos é que Obama é um liberal (na América, liberal tem um sentido diferente de na Europa. Na América, liberal significa progressista, esquerdista). Os Liberais defendem que a América deve deixar de interferir em toda a parte do Mundo. Devem retirar-se dos locais em que tradicionalmente marcaram presença. Devem usar os seus recursos dentro das suas fronteiras.

Irá funcionar? Para já, parece que não. Parece que os inimigos estão a encarar isso como fraqueza e um convite a que mais ISIS apareçam. A ver vamos…
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Paulo Alves22 Ago 2014

Os israelitas, não obstante os sectarismos e pré-conceitos contra este povo por parte de alguns defensores de ideologias retrógradas, são mais ocidentais que os muçulmanos.

Dito isto, é fácil concluir que estão bem mais identificados connosco, ocidentais, que com os islâmicos.
Não nos esqueçamos que a matriz cultural ocidental tem as suas bases em valores judaico-cristãos (qual foi a parte que não se percebeu?).

O povo judeu foi expulso da Palestina durante o Império Romano, e por essa Europa e Norte de África vagueou, proscrito e perseguido. Nessa altura, nem Maomé nem o Islão ainda existiam.

A Palestina sempre foi Terra amaldiçoada pela Guerra, mesmo sem os judeus por lá…

Com o retormo do povo judeu à sua terra ancestral, calhou a sorte que fosse um território islamizado.

Não será propriamente contra os Judeus que os islâmicos estão enraivecidos. Pura ilusão. Os judeus são infiéis, tal como todo o Ocidente. E Israel acaba por ser um cravo do Ocidente em solo islâmico.

E tem-se constatado que Israel está para aquele território como uma luva está para uma mão. Os séculos de proscrição por esse mundo dotaram-no de uma capacidade de resistância única.

Em conclusão, acho que o que se vislumbra é um choque já bastante evidente entre dois Sistemas civilizacionais. Em que o Ocidente não está propriamente nas melhores condições nem preparado para este confronto: Decadência de Valores e relativismo Ético e Moral, renegação da sua herança civilizacional, corrompido por ideologias materialistas e hedonistas. Fraquezas que, neste momento, não se encontram no Islão.
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José Maria22 Ago 2014

Por mim, não defendo qualquer tipo de facínora. Em nome de nenhum princípio ético consequente é possível branquear Bashar Al Assad, quando massacra crianças, através de bombardeamentos indiscriminados sobre pessoas indefesas do seu próprio país, ou Netanyahu, quando faz exactamente o mesmo que Bashar. em relação às crianças palestinanas.O único lugar para este tipo de indivíduos, independentemente da sua distinta orientação ideológico-política, seria uma jurisdição penal internacional verdadeiramente imparcial.
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Paulo Alves22 Ago 2014

Para quem estiver, de alguma forma, em sintonia com o ‘Zeitgeist’, já certamente constatou que a Democracia, uma invenção ocidental, não é de aplicação universal. Tem sido, aliás essa falácia que tem iludido e alienado a opinião pública ocidental, que usa a sua bitola para medir o grau de democracia de outros povos e, eivado de ‘boas intenções’, a tenta exportar, num afã missionário bem materialista.

O Egipto já se reencontrou com a sua natureza; as tais ‘primaveras árabes’, promovidas em nome de uma utopia democrática, falharam redondamente pois não se contou com a essência não ocidental desses povos. Diaboliza-se Assad, mas a Síria tinha estabilidade e algum progresso, tal como o Irão. Saddam, um monstro criado pelo Ocidente, teria de ser derrubado, mas foi-o pelos motivos mais imbecis.
Por todo o lado há ‘rabos de palha’, equilíbrios precários. É essa a Natureza das coisas.

Não vivemos, afinal, em Terras de Satanás?
Parece que o único que compreendeu claramente esta fatalidade foi Cristo, que o soube confrontar e recusar as suas ofertas…
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José Rocha23 Ago 2014

Não, Sr.Ramos, não seremos todos israelitas, porque nós ocupamos a nossa terra, que nos foi legada pelos nossos pais e avós, enquanto que eles ocupam uma terra alheia.
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F. D.23 Ago 2014

José Rocha, explique-me lá… quais avós e pais? Sabe definir-me de que raça e religião eram os povos ibéricos antes da islamização? Eram portugueses? Acha que os portugueses hoje são mais iguais aos “antes-dos-mouros”, ou “aos mouros que cá viviam logo pré-portugueses”? Tem a certeza? Sabe que os “tipos” reconquistados também eram ibéricos. Sabe que não era uma mera ocupação, mas muito mais que isso, afinal foram centenas de anos que aqui tiveram. Deram-nos vocabulário, técnicas de construção, rega, subsistência, agricultura, uma sociedade. Curiosamente muito mais avançada do que nos deu a nossa pseudo idade média… A quando da famosa “reconquista”, os povos não se ajoelharam e converteram ao cristianismo, mantiveram-se nas suas raízes e cultura. Por isso antes de falar da “nossa” e do “legado”, faça um estudo pequenino, não custa nada.
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tacio viriato23 Ago 2014

Tomando em consideração a opinião publicada, nunca seremos “israelitas”. Há uma ausência de maturidade, uma mentalidade juvenil que nos desresponsabiliza.
Os israelitas lutam pela sobrevivência sem esperar por ajuda alheia, nós lutamos pela subsistência à custa do alheio. Pelo que transparece na opinião publicada e nas estratégias políticas.

Do Califado do Levante (ou o que entenderem intitular-se) sabemos não ser neoliberal. Algo que nos sossega. Serão portanto bem acolhidos por todas as forças sociais e políticas. Já não falando na boa imprensa que os aguarda.
E a relação próxima com o profeta será meio caminho andado para obtenção dos direitos divinos que reivindicamos: receber sem haver.
Sem falar no não pagamento de juros.

E Boaventura Sousa Santos dará a boa nova de estarmos libertos do capitalismo que nos fazia perder a cabeça. Passaremos a saber onde ela está: junto ao corpo… após ser decepada.

Surgirão novos conceitos para a decoração do lar. Mísseis na sala de estar e obuses na cozinha. Enquanto no quintal as crianças se divertem a fazer de escorrega da rampa de lançamento.

E o BE congratular-se-á com a real proibição do piropo. Assim como os homossexuais passarem a viver acima dos heteros… pendurados pelo pescoço nos postes de iluminação.

Como vê, caro RR, está enganado: nunca seremos Israel
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tacio viriato23 Ago 2014

Caro F. D.,
“estudei um bocadinho” e não cheguei às suas conclusões.
Os árabes não nos deixaram “o vocabulário”, deixaram-nos vocábulos. Alguns.
Éramos cristãos (nós e uma larga faixa do norte de África) antes de eles chegarem; 700 anos depois o sermos. E entraram em conluio com uma facção visigoda. E, por paradoxo, com o argumento de defender os judeus perseguidos na Península Ibérica
E antes de eles chegarem já os romanos nos tinham transmitido as técnicas que nos fala. Só se refere aos algarismos. É verdade: de origem indiana forma introduzidos na Europa pelos árabes.
E nunca deixámos de resistir a partir das Astúrias. Cujo reino começou em 718 (os árabes iniciaram a conquista em 711). E sucessivamente, outros reinos se foram libertando.
E se beneficiámos com a ocupação islâmica, não se notou. Pois no século XV, início da Idade Moderna, éramos menos desenvolvidos em termos civilizacionais que o resto da Europa… algo que nos tem perseguido até aos dias de hoje

Bom, mas talvez você tenho estudado um “bocadinho” mais…
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Mário Jorge Cardoso Coelho Freitas23 Ago 2014

A resposta à pergunta que titula o que eu considero ser uma triste, pouco esclarecida e tendenciosa crónica é: NÃO… ACREDITO QUE, FELIZMENTE, NÃO SEREMOS UM DIA TODOS ISRAELITAS! E digo felizmente, porque NÃO GOSTARIA DE SER CIDADÃO DE UM PAÍS: cujos governos promovem verdadeiros genocídios (como Israel tem feito e está fazendo agora em Gaza) que, de forma alguma, podem ser justificados pelas ameaças de terrorismo que sofrem; bombardeia escolas da ONU… porque acha que lá podem estar escondidos terroristas; mata crianças em praias; que faz execuções teleguiadas que nenhuma lei civilizada justifica; cujos atos de terrorismo de estado são mais brutais que qualquer dos brutais atos de terror que grupos terroristas fazem contra Israel; promove um bloqueio a Gaza que impede que o povo palestino viva com o mínimo de qualidade; realmente, nunca se comprometeu com a única possibilidade de paz na região que é o reconhecimento do estado palestino de forma a que este reconheça Israel (e, ao invés, e à revelia de todas as resoluções da ONU, promove a política de colonatos que inviabiliza qualquer projeto credível de paz) e… se fosse outro país, seria bombardeado pelos EUA… por não cumprir resoluções da ONU (quantos outros não foram “presenteados” com as bombas americanas?). Mas, claro que os EUA não podem viver sem o dinheiro dos multimilionários banqueiros e magnatas israelitas… nem os EUA de Buch, nem os EUA de Obama…
Mas, para além destes pequenos… detalhes que você esqueceu em sua crônica, você esqueceu que, quase todos os atos agressivos ou bélicos desencadeados pelos EUA pelo mundo foram justificados com mentiras (independentemente da natureza ditatorial dos regimes que abateram)… senão… onde estão as armas de destruição maciça do ditador Saddam que motivaram a invasão?
E deste ponto poderíamos saltar para o conjunto de afirmações relativas ao conflito da Ucrânia onde… para além de todo a análise (se é que é análise) errada… você, fazendo eco da administração americana e, infelizmente, da maioria dos governantes europeus… (Europa para onde vais quando te anulas aos pés dos EUA?) responsabiliza diretamente a Rússia pela queda do avião. Poderíamos discutir isto muito profundo, mas o espaço não deixa. Assim, vamos simplesmente interrogar-nos outra vez… onde estão as provas que os EUA dizem ter que o que abateu o avião foi um míssil dos separatistas (mesmo se fosse não era a Rússia que podia ser, diretamente, responsabilizada)? Apesar de publicamente instados os EUA não apresentam prova nenhum nem disso nem de nenhuma das acusações que fazem relativamente ao conflito da Ucrânia… como nas armas de Saddam…
E tudo isto sem negar que o terrorismo anti-israelita e seu significado são preocupantes ou querer afirma que Putin é um cordeiro e Obama um lobo… mas o contrário, também não…! Aliás quem for cordeiro com os EUA ou é sempre cordeiro e cada vez mais cordeiro… e só faz o que eles querem…. ou, de repente, pode ser “comido”. Toda a história da Ucrânia começa antes… Aconselho-o a ler mais história da Europa e da Rússia… só recuando ao tempo de Catarina a Grande (tem uma biografia publicada que é excelente) chega… Ah… não se esqueça de passar pelo que os EUA tentaram fazer com a Rússia, após a queda da URSS (queriam fazer de um império de tradição complexa e rica… um cordeiro fantoche de suas políticas…). Não se esqueça de analisar como o alcoólico Yéltsin foi cuidadosamente apoiado (ou preparado??) pelos EUA para neoliberalizar a Rússia a todo o gás… como ele promoveu os corruptos e poderosos oligarcas russos, à custa de privatizações fraudulentas que passaram garnde parte da riqueza russa para meia dúxzia de milionários, deixando povo, mais uma vez com pouco e provocando o colapso econômico… Não esqueça, também, que o parlamento russo declarou o impeachment de Yéltsin, de forma mais conclusiva, democrática e transparente do que foi a deposição do anterior presidente eleito da Ucrânia, com massivo apoio popular… SÓ QUE DESSA VEZ OS (IN)COERENTES EUA e EU não apoiaram o parlamento, como agora fizeram na Ucrânia… mas sim Yéltsin que acabou mandando invadir o parlamente russo causando “somente” 187 mortes… alguns dos lideres da oposição… E não tenho espaço para enumerar mais mil coisas que você tem que analisar… nem estou a falar do apoio (ou, pelo menos olhos fechados, dos EUA) a alguns dos mais brutais ditadores da história,de vários quadrantes ideológicos, desde o “direitista” Pinochet ao “esquerdista” Pol Pot (que após denuncia de todos os seus crimes e libertação do Cambodja com apoio do Vietnam) continuou sendo reconhecido pelos EUA como dirigente legal do Cambodja que não reconheceu o novo regime democrático (talvez porque o Vietnam ajudou… e os EUA não esquecem a derrota que aí sofreram…)
Por favor… de futuro, inclua em suas análises diálogo critico de olhares diversos e não, salvo melhor opinião, panfletismo barato e repetido.
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F. D.23 Ago 2014

Ainda bem caro Viriato, ganhou a corrida da internet. Julgo que percebeu onde eu queria chegar (não foi?), até porque facilmente encarreirou com o que eu disse com um pouco mais do (seu) fundamento – apesar de ignorar o moçárabe. É que isto da internet, sendo a tal corrida para ganhar ao anterior, tem destas coisas, um comentário menos fundamentado é logo seguido de uma resposta em forma de estalo (seja correcta ou não). Portanto por isso tudo, parabéns, até porque não me vou alongar com citações de livros, para algo mais simples, sobretudo depois de me dizer que em nada beneficiamos da “ocupação islâmica”. É melhor começar a olhar com olhos de ver em seu redor, estão por todo o lado – e isto é apenas um dos pontos de maior influência.

Aqui o que interessa e em resposta ao comentador anterior, é de que existem correntes diferentes que (surpreendentemente não acha?) tiram conclusões diferentes. O que pareceu pelo comentário a que respondi é que seguia aquela linha do que ensinam aos miúdos na escola, que isto estava cheio de mouros maus e que os cristãos vieram salvar os “nossos pais e avós”, como se durante esse tempo todo estas pessoas não tivessem vivido e convivido normalmente, desenvolvido e evoluído até chegarmos até hoje.

Diga-me então onde é que nesse seu texto me explica aquilo que eu objectivamente refutava em tom de pergunta o anterior comentador?
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Elsa Mendes23 Ago 2014

aquando os ataques de israel sobre a palestina vi e li muitas indignações nas várias redes sociais e media

agora, que os muçulmanos estão a atacar selvaticamente cristãos em terras do oriente não vejo a mesma indignação, e fico a pensar quão manipulados nós somos…

ninguém na nossa cultura alguma vez gostaria de viver (digo viver em vez de “passar férias”) um só dia que fosse numa cultura islâmica e fico triste com a involução do mundo mulçumano que em tempos foi fervilhante, inteligente e benevolente com outras crenças

por isso, chamou-me a atenção este título pelo desconforto e possível premonição
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tacio viriato23 Ago 2014

Caro F.D.,
quando estou para fechar o pc é que dou conta da sua resposta (quando é que o “Observador” passa a enviar por email a indicação de resposta a comentário?). Pelo que lhe vou responder sem muitos dados – como datas e nomes (algo a que é sensível, por pressupor consulta da net).

Começo pelo fim: a sua resposta ao anterior comentador foi bondade sua. Pela razão de não a merecer.
Nunca discuto com taxistas; aconselho-o a fazer o mesmo.

Meu caro, lastimo que analise o conhecimento pela origem que o proporcionou. Mas ignorando datas e personagens, passo à conclusão: onde está a influência cultural árabe? Cinjo-me a Portugal.

Claro que nas centenas de anos que dominaram o território, nos passaram “conhecimentos” – tal como acontece em todas as colonizações. Mas isso não representa “cultura” do colonizador. No máximo, será “transmissor”. Acrescendo o facto dos árabes, por insuficiência de população, ter sido conquistador e não colonizador.

Vejo similitude na invasão mongol, em que matavam quem entendiam e a seguir se adaptavam à cultura do conquistado. De tal modo que tinham que regressar esporadicamente à Mongólia para “reganharem” os hábitos de nómadas aguerridos.

Aconselhou-me a olhar à volta. Tudo bem: vejo alguma arquitectura… sem influência presente.

O que me refiro é aquilo que Estaline mais temia: as ideias. Qual o pensamento filosófico que perdura? Qual o desenvolvimento civilizacional que nos influenciou? Qual o conhecimento tecnológico que temos a agradecer?

Mas não bastará olhar para eles?

O islamismo é uma religião que, a par do cristianismo (o judaísmo, por não ser proselitista, pouca influência teve fora do seu povo), temos a agradecer a consciência do direito à vida.

Não que o islamismo estupidifique, mas é “imobilista”. Não repudia o conhecimento (S. Tomás de Aquino estudou Aristóteles em latim traduzido da versão em árabe), mas a sua aplicação.

Termino com uma curiosidade do actual pensamento árabe: os teóricos do Califado defendem o socialismo porque, uma vez vitorioso no mundo, precisará de uma “alma”; o islam a dará

cpts
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José Maria Horta Silvares Alves da Luz23 Ago 2014

Há um denominador comum em todos os casos comentados por Rui Ramos: o fanatismo dito religioso. As sociedades envolvidas não privilegiam os direitos do Homem da Carta Magna da ONU. A mudança de mentalidades a nível da educação e da tolerância, da igualdade, levará décadas a atingir. Virão grandes tribulações e então será….
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Xico da CUF24 Ago 2014

A aliança de Portugal com o Reino Unido ainda está em vigor?

“O sotaque britânico do carrasco que assassinou o jornalista norte-americano James Foley, divulgado num vídeo publicado no YouTube esta semana, fez soar o alarme no Reino Unido. O governo do país quer criar legislação para combater os extremistas ingleses que se alistam à causa dos radicais islamitas, segundo noticia o “The Telegraph”. A informação foi anunciada pela ministra do Interior Theresa May e surge depois do brutal assassínio que chocou o mundo.”

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/reino-unido-quer-legislacao-para-
erradicar-extremistas=f886843#ixzz3BGFydNNf
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António Vieira24 Ago 2014

“Há diferenças? Há, claro. Mas talvez um dia deixem de ser suficientes para esconder as semelhanças” Esperemos que não. É que para isso é preciso que os curdos façam 3 coisas: 1) Limpeza étnica de centenas de milhares de não-curdos e impedí-los de retornar para sempre; 2) criar uma zona onde fecham centenas de milhares de refugiados com um muro a toda a volta e que bombardeam regularmente; 3) os sobreviventes não-curdos ainda dentro do território ficam sujeitos a legislação especial, como cidadão de segunda sem passaporte.

Como vâ caro historiador, ainda estamos longe. Até estão a receber centenas de milhares de refugiados em vez de os criarem….
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Gabriel Maior24 Ago 2014

Allah, O verdadeiro, é mesmo grande!!!
Tentar explicar de forma simples.
Um super muçulmano testemunha que:
allah existe, é a fonte inspiradora do mal.
maomé foi o seu mensageiro, carniceiro, trapaceiro, interesseiro, etc…
Logo um super muçulmano testemunha o mesmo que um muçulmano, testemunha mais, testemunha melhor , podem ter testemunhos infinitos,
e testemunha a verdade.
Lembrar que um muçulmano testemunha que:
allah existe
e que maomé foi o seu mensageiro.
Como se vê, isso é só uma parte daquilo que um super muçulmano testemunha.
Assim os muçulmanos já não podem chamar infiéis e descrentes aos outros, pois os outros, os não muçulmanos, podem dizer que são
super hiper ultra e supra-muçulmanos. Por testemunharem mais, melhor e a verdade.
Como as pessoas ainda não estão familiarizadas e informadas sobre o super-islam, sempre podem alegar que são estudantes do
super hiper ultra e supra-islam.
Assim as bestas dos muçulmanos já não têm argumentos teológicos ou outros para lhes fazerem mal, porque usando a frase que
muito dizem”allahu akbar”, allah é grande é o maior, então têm que aceitar que Allah também tenha mais do que o islam, também tenha
o super hiper ultra e supra islam.
Se allah é grande, é grande mesmo.
Claro que um super muçulmano sabe quando allah é allah, a suprema divindade, ou é outra coisa, porque em verdade, O Grande Divino ou
mundo espiritual das boas ideias, só é grande fora do islam.
Há nestas andanças uma importante descoberta teológica:
A de que há mundo espirituais diferentes.
No islam, as coisas são como são, enganadoras, desgraçadoras, infernais, etc…
Mas o divino, a natureza ou seja lá o que for, deu-nos a capacidade de ir a cada um desses mundos e neles dizer as verdades verdadeiras
que desmascaram e põem a nu as falsidades, mentiras enganos e crimes do islam e seus seguidores.
E nada melhor para desmascarar o criminoso islam e seus seguidores, do que usar as próprias informações oficiais islâmicas para
afirmar com todo o fundamento que o islam é só enganos e crimes. maomé até disse literalmente que o seu allah era o maior enganador e terrorista.
Claro que se nota que esse maomé misturou algumas verdades e meias-verdades para mais habil e eficazmente enganar e desgraçar.

E baseado naquilo mesmo que os muçulmanos dizem, que allah é Deus, a suprema divindade, o divino verdadeiro, dá para dizer estas e outras verdades,
começando e acabando com a frase:
Allah, O verdadeiro, é mesmo grande!!!
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José Maia24 Ago 2014

Que texto tão maniqueísta e apologético! Ninguém disse que as ditaduras árabes seculares eram recomendáveis. Antes de mais nada somos todos Portugueses (ou quase), pelo que qualquer coisa daquelas bandas, árabe ou israelita, nos aparenta, por boas razões, à selvajaria mais tresloucada. Mas já que veio com dados sobre o que se passou nas ditaduras de Assad e Saddam, pergunto por quanto se pode multiplicar esse número de execuções só desde o início da recente “libertação” desses países. Pergunto também quantas baixas/execuções terão de ser feitas agora, não pela mão dos ditadores que lá estavam, mas pela mão dos EUA, que vão atirando sem perceber bem ao certo o que se passa e até perdendo guerras.
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Francisco Garcia24 Ago 2014

Acho um puro disparate o autor meter a Russia neste negócio. O que tem a ver uma coisa com a outra? Os jihadistas já fizeram rebentar bombas no metro e teatros de Moscovo.
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Ana Vasconcelos24 Ago 2014

É verdade que a paz das ditaduras é a paz dos cemitérios. Mas como o seu fim demonstra, a alternativa é uma caixa de Pandora, aberta pela Primavera árabe, que não sabemos quando se fechará e quantos mortos causará. No Médio Oriente não há Estados nação. Os Estados são frágeis e fora situações de ditadura desfazem-se em guerras civis. O modelo de Estado Ocidental, portanto, não parece ser adequado e só saberemos, muitos mortos depois como é que se irá reorganizar a região.
Quanto à Rússia penso que o Ocidente resolveu medir forças num exercício de bravata mal calculado e leviano que nos está a custar cada vez mais caro.
De facto estamos decadentes e à deriva
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Hélder Vieira24 Ago 2014

Se de facto o Rui Ramos for formado em História, fico curioso quanto aos critérios de avaliação…
O desenho de novas fronteiras durante a queda do império otomano foi feito de acordo com os interesses das potências europeias, daí resultando transitoriamente unidades políticas apenas sustentáveis pela violência permanente. Há por ali alguns casos verdadeiramente aberrantes, e o Koweit é um deles.
Num plano um pouco diferente, surge o Curdistão. Ao contrário do que sugere o Rui Ramos, não se trata de um território cercado de inimigos. Trata-se de um território cuja soberania está dividida por quatro países, um deles membro da NATO. E se é verdade que nos últimos vinte anos se tem vindo a tornar consensual a necessidade de responder a uma vontade clara de autodeterminação, não é menos verdade que a passagem ao acto deve ser, e tem sido, bastante cuidadosa. Bastará pensar que, para a Turquia, que contém o núcleo histórico curdo, a discussão envolve grosso modo 1/4 do território nacional.
Quanto às baboseiras sobre a destruição do Iraque, realçaria apenas dois pontos… Um é o de se tratar de um de vários territórios definidos de acordo com os interesses europeus. O outro é de o Rui Ramos, como muitos outros, falar de sucessivas ‘intervenções’ sem por um momento se questionar sobre a sua legitimidade. A mentalidade colonial tem tiques curiosos.
As baboseiras não se ficam por aí, infelizmente. O ISIS não saiu da Síria para invadir o Iraque. O ISIS resulta do desenvolvimento de um ramo iraquiano da Al-Qaeda, que apoiou e posteriormente absorveu um grupo similar na Síria. Israel não é uma ilha de civilização rodeada de bárbaros por todos os lados. É um regime com características similares às de alguns fascismos europeus, que se define hoje na submissão violenta de oito milhões de pessoas despojadas de quaisquer direitos. A Líbia, a Síria ou o Iraque foram convertidos em bases jihadistas graças à bestialidade ocidental, que simplesmente varreu dois desses estados e só não varreu o terceiro porque a Rússia deu a tempo um murro na mesa ( curiosamente discute-se agora nas praças ocidentais qual o apoio a dar ao regime sírio ). Na Ucrânia, ao contrário do que insinua Rui Ramos ( e é revelador que se trate de uma insinuação, não de uma afirmação ), tudo indica que o avião da Malásia foi abatido por aviões ucranianos.
São baboseiras a mais, com propósitos pouco sérios e, acima de tudo, pouco inteligentes. Houve um tempo em que a estratégia de relacionamento da Europa com o flanco sul poderia ter seguido uma trajectória racional. A França, apesar de toda a sua perfídia nestas matérias, teve há uns anos atrás o bom senso de criar a iniciativa para o Mediterrâneo. Não teve infelizmente o bom senso de lhe dar continuidade, pelo menos em bases equitativas. Vai esta cegueira, baseada na arrogância permitida por um fugaz período de supremacia, acabar por ter um preço ? Vai.
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Jose Bernardo24 Ago 2014

-antes ser eu por um dia, que judeu desses toda a vida!