terça-feira, 12 de agosto de 2014

O atual governo do Brasil faz dele um verme diplomático. Mesmo com líderes repulsivos empurrando os inocentes pro caos, o povo brasileiro ainda não é assim. Reuven Rivlin pedir desculpas é de bom gosto porque as gangues de esquerdistas inconsequentes ainda não doparam sequer maioria da nação e tem muita gente boa pra limpar a sujeira deles e garantir a prosperidade positiva de todos bem como derrubar propanga e ação terrorisra no Brasil. Dilma é apenas mais uma das marionetes dos atores que falam de paz enquanto carimbam a morte.




Da Globo:

Presidente eleito de Israel pede desculpas a Dilma, diz Planalto
Porta-voz havia classificado Brasil como 'anão diplomático', segundo jornal. Por telefone, Dilma fez referência a laços históricos que unem Brasil e Israel.
11/08/2014 21h34 - Atualizado em 11/08/2014 22h09

Por Filipe Matoso
Do G1, em Brasília

O Palácio do Planalto informou que o presidente eleito de Israel, Reuven Rivlin, telefonou nesta segunda-feira (11) para a presidente Dilma Rousseff para pedir "desculpas" pelas declarações do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Yigal Palmor, que classificou o Brasil como "anão diplomático".
"Na conversa dos dois mandatários, o chefe de Estado israelense apresentou desculpas pelas recentes declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil. Esclareceu que as expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seu país em relação ao Brasil. A presidenta fez referência aos laços históricos que unem os dois países há várias décadas", informou o Planalto em nota divulgada à imprensa (leia a íntegra abaixo).
A "crise diplomática" entre Brasil e Israel começou em 23 de julho, quando, em nota oficial, o governo brasileiro classificou de "inaceitável" a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv "para consulta".
A medida de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.
Depois, o jornal "The Jerusalem Post" publicou reportagem na qual Yigal Palmor questionou a retirada do embaixador e chamou o Brasil de "anão diplomático". Em reação, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se existe algum "anão diplomático", o Brasil não é um deles.
Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor rebateu as críticas feitas pelo governo brasileiro de uso "desproporcional" da força israelense na Faixa de Gaza.
"A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional", disse Palmor.
Na nota, o Palácio do Planalto informou ainda que Dilma e Rivlin conversaram durante o telefonema sobre a situação atual da Faixa de Gaza. Os conflitos entre israelenses e palestinos já resultaram na morte de milhares de pessoas nos últimos meses.
Segundo o governo brasileiro, o presidente de Israel se defendeu e disse a Dilma que o país respondeu a ataques da Palestina em razão de ataques com mísseis que havia sofrido.
"A presidenta Dilma afirmou que o governo brasileiro condenara e condena ataques a Israel, mas que condena, igualmente, o uso desproporcional da força em Gaza, que levou à morte centenas de civis, especialmente mulheres e crianças. [Dilma] reiterou a posição histórica do Brasil em todos os foros internacionais de defesa da coexistência entre Israel e Palestina, como dois Estados soberanos, viáveis economicamente e, sobretudo, seguros", informou o Planalto.
Ainda de acordo com a Presidência da República, Dilma manifestou a Reuven Rivlin esperança em que o cessar-fogo entre os países continue, assim como as negociações em busca da paz.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Palácio do Planalto:
Nota à imprensa

Presidente de Israel chama por telefone Presidenta Dilma Rousseff
A Presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje chamada telefônica do recém-eleito Presidente de Israel, Reuven Rivlin.
Na conversa dos dois mandatários, o Chefe de Estado israelense apresentou desculpas pelas recentes declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil. Esclareceu que as expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seu país em relação ao Brasil. A Presidenta fez referência aos laços históricos que unem os dois países há várias décadas.

Na conversação dos dois dirigentes foi evocada a grave situação atual da Faixa de Gaza. O mandatário israelense afirmou que o país estava defendendo-se dos ataques com mísseis que seu território vinha sofrendo.

A presidenta Dilma afirmou que o governo brasileiro condenara e condena ataques a Israel, mas que condena, igualmente, o uso desproporcional da força em Gaza, que levou à morte centenas de civis, especialmente mulheres e crianças. Reiterou a posição histórica do Brasil em todos os foros internacionais de defesa da coexistência entre Israel e Palestina, como dois Estados soberanos, viáveis economicamente e, sobretudo, seguros.

Manifestando sua esperança de que a continuidade do cessar-fogo e as negociações atuais entre as partes possam contribuir para uma solução definitiva de paz na região, a Presidenta do Brasil enfatizou que a crise atual não poderá servir de pretexto para qualquer manifestação de caráter racista, seja em relação aos israelenses, seja em relação aos palestinos.