sábado, 16 de agosto de 2014

Pelo Soberano יהוה Iehouah: Lembre-se Knesset, que o Tsahal estava disposto a eliminar definitivamente a aberração do Hamas quando vocês forçaram nossos defensores a se retirar para agradar a opinião global que nunca foi e será gratuitamente a favor dos judeus, israelitas ou israelenses, lembre-se que terroristas desumanos sempre agem ou se preparam para agir do mesmo jeito, lembre-se que Gaza e Cisjordânia é responsabilidade somente do povo e nação de Israel, lembre-se...

Oriente Médio "Israel não vai mais existir se baixar suas armas", diz rabino-chefe Responsável pela congregação da Grã-Bretanha afirma que sem escudo antimísseis milhares de judeus teriam morrido durante ataques do Hamas Ephraim Mirvis, rabino-chefe da Grã-Bretanha (Chris Jackson/Getty Images) Ephraim Mirvis, o rabino-chefe dos judeus ortodoxos da Grã-Bretanha e do Commonwealth, afirmou nesta quinta-feira em uma entrevista à rádio BBC que "Israel não vai mais existir se baixar suas armas" e que o governo do país do Oriente Médio "defendeu de maneira compreensível e justificável os seus cidadãos" durante a operação militar na Faixa de Gaza. Mais de 1.900 palestinos morreram durante a ação, lançada no início de julho para conter o disparo de centenas de foguetes pelos terroristas do Hamas. Do lado israelense, morreram 64 soldados e três civis. Segundo Mirvis, se os israelenses não tivessem desenvolvido o sistema Domo de Ferro, o escudo antimíssil responsável por interceptar os foguetes disparados de Gaza, as baixas em Israel poderiam ter sido de "dezenas de milhares". "Israel enfrentou um ameaça clara e direta de destruição de vidas israelenses por causa do disparo de mais de 3.000 foguetes contra centros populacionais". O rabino-chefe também lamentou o total de mortos do lado palestino, mas disse que nenhuma guerra "é limpa". "A perda de vidas de civis nos causa muita dor. Israel conduziu uma guerra com o propósito expresso de não mirar suas armas em civis. Isso só aconteceu contra o Hamas, mas sempre com o único desejo de apenas proteger os civis israelenses. E, infelizmente, guerras não são limpas. Guerras são feias e no meio das guerras algumas vezes alguém pode errar o alvo, o que foi o que aconteceu nesse caso”, disse. Leia também: Israel aceita trégua de 5 dias, mas não abre mão de retaliar Foguete lançado a partir de Gaza atinge Israel Bomba não detonada explode em Gaza e jornalista italiano morre Mirvis também expressou a diferença entre Israel e o Hamas. "Durante essa guerra tem sido um truísmo (obviedade) achar que se o Hamas baixasse suas armas haveria paz", disse. "E se Israel baixar suas armas, não haverá mais Israel". Por fim, Mirvis também falou sobre os ataques antissemitas registrados na Grã-Bretanha, que ocorreram principalmente durante protestos contra a ação israelense em Gaza. Segundo ele, os ataques fizeram com muitos judeus "repensem seu futuro na Grã-Bretanha". Segundo o rabino-chefe, críticas a Israel não constituem necessariamente antissemitismo, mas que "elas podem criar um contexto em que o antissemitismo pode florescer". "De qualquer forma, as implicações do que acontece lá estão agora respingando nas ruas das nossas cidades, e nós estamos profundamente preocupados com o nível do antissemitismo aqui. E nós não estamos sozinhos.” Segundo o jornal Daily Telegraph, as opiniões de Mirvis contrastam bastante com o seu antecessor no cargo, Jonathan Sacks, que evitava comentar as ações israelenses. Mirvis, que nasceu na África do Sul e tem 58 anos, assumiu a chefia da União das Congregações Hebraicas do Commonwealth no ano passado Foguetes - Na quarta-feira, o canal de televisão do Hamas, a al-Aqsa TV, exibiu imagens de um centro de produções de foguetes na Faixa de Gaza, deixando claro que a Brigadas al Qassam, o braço armado do Hamas, ainda continuam com a intenção de atacar Israel. Segundo a "reportagem", as imagens foram registradas no dia 7 de agosto. "O inimigo deve saber que nós já fizemos a reposição do equipamento e da munição que perdemos na guerra", disse um porta-voz do Hamas, chamado Abu Obeida, enquanto as imagens passavam. "Yaalon [referência ao ministro da defesa Moshe Yaalon} nos ameaça com uma ofensiva por terra. Nos respondemos: você nos ameaça com algo que já estamos antecipando, seu filho de um judeu". A sua liderança derrotista afirmou que destruiu nossa capacidade de produzir foguetes, mas apesar dessa agressão, nossa produção continua - das oficinas até o campo de batalha."

FUTEBOL EM TEMPOS DE GUERRA Dudu Cearense relata temor em Israel, mas diz que se sente mais seguro do que no Brasil Volante falou ao Superesportes sobre a vida que leva em uma região de conflitos postado em 18/08/2014 08:00 / atualizado em 14/08/2014 12:49 Thiago Madureira /Superesportes Dudu Cearense atua pelo Maccabi Netanya, de Israel, e vive de perto os desdobramentos dos conflitos Dudu Cearense fechou contrato com o Maccabi Netanya, de Israel, no início de junho. Em pouco tempo no Oriente Médio, o volante que atuou pelo Atlético entre 2011 e 2012 já passou por intensas experiências em função do conflito entre israelenses e palestinos que contabiliza quase 2 mil mortos. Temeroso, ele pensou em voltar ao Brasil. “Senti medo no começo do conflito porque não sabia a realidade. Lembro que estava na Hungria, em pré-temporada, e pensei comigo que não poderia voltar para Israel com a situação daquele jeito como estava”, afirmou. Residente de Netanya, cidade localizada em uma região relativamente distante da área onde ocorrem os bombardeios, Dudu Cearense buscou entender com mais profundidade os conflitos e confiou na segurança de Israel. “Se não existisse a Cúpula de Ferro (antimísseis), Israel já estaria acabado. Foram mais de 500 foguetes contra cidades de Israel”, explicou. Mesmo com a tensão na região, o volante garante que tem uma vida sem sobressaltos: “Minha família está gostando da cidade. Vivemos bem. Está sendo uma experiência única, um crescimento pessoal enorme”, informou. Dudu Cearense disse, inclusive, que se sente mais seguro em Israel do que no Brasil. “A diferença é que aqui mesmo com esses conflitos posso sair com minha família tranquilamente pelas ruas da cidade onde moro, sem medo de ser assaltado ou de passar por coisa pior. No Brasil, andamos 24 horas ligados, existe um sentimento de insegurança muito grande”, garantiu. Dudu Cearense atuou no Atlético entre 2011 e 2012 16/8/2014

às 00h19 Jornalistas que registraram lançamento de mísseis contra Israel são obrigados pelo Hamas a deixar Gaza Porta-voz do grupo disse que os profissionais "estavam colaborando com a ocupação" israelense R7 Página Inicial Receba Notícias No Seu Celular Texto: -A +A Do R7 Um foguete é lançado da faixa de Gaza em direção ao centro de Israel AP Photo/Ariel Schalit Jornalistas que filmaram o lançamento de mísseis na faixa de Gaza foram forçados a deixar a região, declarou a porta-voz do Hamas, Isra al Mudallal. Em entrevista a um canal de TV libanês, por meio do Skype, a mulher disse que os profissionais "estavam colaborando com a ocupação", de acordo com o jornal The Jerusalem Post. — O que eles estão fazendo não é jornalismo profissional, é imoral. Hamas divulga vídeo mostrando produção contínua de foguetes em Gaza Estado Islâmico declara homem executado inocente e oferece indenização para família De acordo com um novo relatório da Memri (o Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio), a porta-voz falou que as forças do Hamas dariam aos jornalistas “algum tempo para mudar suas mensagens” e que eles serão forçados a fazer isso “de uma forma ou de outra”. Isra acrescentou que, desde o início da ofensiva israelense, os jornalistas não tiveram que enfrentar grandes obstáculos para entrar em Gaza, apesar dos procedimentos burocráticos para garantir sua segurança. — O problema é que [nós não sabíamos] quem estava entrando na faixa de Gaza. Quem eram eles? A maioria era de freelances e outros estavam com agências de notícias. A porta-voz também revelou que menos jornalistas entraram em Gaza durante esta ofensiva, que começou no dia 8 de julho, em relação a 2008 e 2012.

 Lila Faria, estudante da Universidade de Nova York que visitou Israel pelo programa Birthright Foto: Richard Perry / NYTNS Lila Faria, de 19 anos, estudante da Universidade de Nova York, ouviu uma sirene de bomba pela primeira vez em julho, em Jerusalém. Junto a dezenas de outros americanos numa viagem da organização Taglit-Birthright Israel, ela foi rapidamente conduzida a um abrigo antiaéreo. — Havia um sentimento de inquietação entre o grupo, pois aquilo deixou a situação menos emocionante e um pouco mais realista. Nós de repente percebemos que sim, havia bombas sendo lançadas, e pessoas poderiam ficar seriamente feridas — declarou Faria numa entrevista de sua casa em Maplewood, em Nova Jersey, alguns dias após sua volta. O conflito entre Israel e o Hamas não impediu Faria e milhares de outros participantes da Birthright de viajarem a Israel neste verão, segundo funcionários da organização. Mesmo assim, de 31 mil participantes previstos, cerca de 3 mil cancelaram suas viagens pelo programa nesta temporada, realizada de maio a setembro. A organização sem fins lucrativos paga viagens educacionais de 10 dias para Israel a jovens judeus, a ampla maioria dos Estados Unidos. A queda na participação desde o início da violência em Israel e Gaza é consistente com outras épocas de conflitos no Oriente Médio, afirmou Gail Hyman, porta-voz da Birthright. Desde que o programa começou, em 1999, nenhuma viagem foi cancelada por preocupações de segurança. — Se as autoridades israelenses achassem que era perigoso demais, nós seríamos os primeiros a saber. Ninguém quer colocar nossos participantes em risco — declarou Hyman. Mas o sequestro e assassinato de três adolescentes israelenses na Cisjordânia, em junho, elevou as preocupações de segurança neste verão, e funcionários da Birthright afirmaram estar em estreito contato com autoridades de Israel. — Temos conexões em tempo real com eles — afirmou Hyman. Para aqueles que ainda viajam a Israel, cada itinerário é verificado diariamente para garantir que é seguro prosseguir, garantiu Margalit Rosenthal, que organiza e acompanha viagens da Birthright através da Jewish Federation of Greater Los Angeles. Rosenthal viajou a Israel em julho com um grupo da organização que inicialmente teria 40 pessoas, mas encolheu para 28 devido a cancelamentos. — O que é muito melhor do que alguns grupos estão conseguindo — disse Rosenthal. Segundo ela, a viagem a uma zona de conflito é uma experiência de aprendizado sobre a vida cotidiana israelense para os participantes. — Queremos que eles entendam Israel, e isso é uma parte do país. É preciso entender que algo terrível está acontecendo, mas aqui a vida continua. Eles não podem ser apenas turistas; têm a responsabilidade de saber o que está acontecendo — afirmou Rosenthal. Mesmo assim, a Birthright tenta manter seus participantes longe da violência. — Eles colocam você numa bolha. Você aprende sobre a guerra e conversa com soldados, mas não é como estar no meio do combate — contou Faria. Neste ano, outros grupos da organização evitaram partes perigosas de Jerusalém e Tel Aviv, mas ainda enfrentaram momentos de tensão. Andrea Handel, de 27 anos, professora de educação especial em Arlington, na Virginia, que conduzia um grupo de Tel Aviv à cidade de Haifa, no norte de Israel, ouviu sirenes alertando sobre um ataque de mísseis quando seu grupo estava no ônibus. — Tive que pedir a todos que saíssem e se deitassem no chão do estacionamento, cobrindo suas cabeças. Num minuto estamos no chão, e logo depois estamos novamente a caminho — disse Handel. Assim como a organização Birthright, o Dor L'Dor, programa judaico de liderança em Wellesley, em Massachusetts, também levou mais de 100 americanos a Israel no final de junho, para uma viagem programada de cinco semanas. Quando os três adolescentes israelenses foram encontrados mortos, o tom da viagem mudou. — Era possível enxergar a quantidade elevada de segurança e tensão, as pessoas estavam ficando mais assustadas na viagem. Mas eles nos mantiveram fora dos lugares perigosos — contou um dos participantes, Nathan Saldinger, de 16 anos, de Weston, em Connecticut, que falou por telefone após voltar para casa. O grupo de Saldinger escolheu deixar o país uma semana mais cedo, por causa da violência. — Foi pela segurança de todos — explicou ele. Os pais são geralmente os mais preocupados. A mãe de Faria, Deborah Gaines, começou a ficar preocupada com a filha quando ouviu que seu grupo não estava em Jerusalém...