quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Por יהוה Iehouah Que Vive: Israel, em 1929 (Povo de Israel), 1938-1995 (Comunidade Internacional de Israel), 1947-48 (Estado de Israel), 1967 (Estado de Israel Legítimo com Jerusalém Unificada); teve quanto e qual apoio norte-americano? Ou desprezo e indiferença graças ao adorado petróleo muçulmano? Atual aliança é benéfica às duas partes e necessária de cada uma em prol de segurança global e individual. Que os russos sejam prudentes em travar suas disputas econômicas sem regredir ao uso ignóbil das armas quando desnecessárias. Povos de predominância russa devem decidir seu destino sem interferências, agora se postos sobre ameaça de minorias bem armadas e mau intencionadas, têm que ser defendidos com toda força aplicável. Ninguém deve se meter nas disputas de Armênia e Azerbaijão que suas populações possam resolver, amiúde é interessante que pequenos enclaves (um?) tenha direito de escolher seu destino sem favorecer parte alguma. Azerbaijão e Armênia devem se aliar completamente a Israel - destarte suas diferenças - pois as máfias erdoganicas do Irã e relacionados aguardam o momento de humilhar e usar povos vizinhos até alcançarem pela violência e intriga internacional tudo que não conseguem por trabalho justo e inteligente. Admitindo ou não, Servos Do Creador יהוה Iehouah; saibam que se forem leais ao Rei Yeshu'a ou respeitarem O Nazareno, vocês - obrigatoriamente - também são hebraistas e sionistas, o que alcança muçulmanos que desejem brilhar um Alá que possa vir a ser alusão global do Uno יהוה Iehouah





Azerbaijão pode ajudar Israel em ofensiva contra Irã

Reuters


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Por Thomas Grove

BAKU, 30 Set (Reuters) - A possibilidade de Israel atacar sozinho as instalações nucleares iranianas colocou o Oriente Médio em uma situação delicada e perturbou o principal aliado do país em meio a uma campanha presidencial norte-americana.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu mostrou impaciência, dizendo que Teerã está a cerca de um ano de atingir "a linha vermelha" da capacidade atômica. Muitos israelenses, contudo, temem que um ataque unilateral, sem as forças dos Estados Unidos, não terá êxito contra um inimigo tão grande e distante.
Mas, e se Israel não estiver sozinho?
O Azerbaijão, ex-república soviética rica em petróleo e que faz fronteira com o norte do Irã, tem conversado com Israel sobre como as bases aéreas e aviões teleguiados locais podem ajudar os caças do Estado judaico a realizar um ataque a distância, de acordo com fontes.
Isso é muito longe do grande poder de fogo que Netanyahu pediria a Washington, mas tal aliança pode mudar o pensamento israelense sobre a viabilidade de agir sem a ajuda dos EUA.
Embora haja negativas oficiais de ambos os países, duas ex-autoridades militares do Azerbaijão e duas fontes de inteligência da Rússia disseram à Reuters que análises estão sendo feitas sobre a questão.
"De onde os aviões voarão, e para onde? É o que está sendo planejado neste momento", disse um consultor de segurança com contatos no setor de defesa do Azerbaijão, em Baku.
Não é segredo que o presidente do país, Ilham Aliyev, se tornou um raro muçulmano a ficar amigo de Israel. Um acordo de 1,6 bilhão de dólares de armamentos envolvendo dezenas de drones israelenses e a sede de Israel por petróleo do Mar Cáspio estão bem documentados.
O ministro das Relações Exteriores de Israel visitou Baku em abril último.
Rasim Musabayov, um legislador azeri independente e membro do comitê de assuntos externos do Parlamento, afirmou que, embora não tenha informações definitivas, entendia que o Azerbaijão vai provavelmente participar de quaisquer planos israelenses contra o Irã, pelo menos para contigência de reabastecimento da força de ataque.
"Israel tem um problema se for bombardear o Irã e suas instalações nucleares, não tem como reabastecer", afirmou Musabayov à Reuters. "Eu creio que seus planos incluem algum uso de acesso no Azerbaijão."
"Nós temos bases totalmente equipadas com modernos equipamentos de navegação, defesa antiaérea e pessoal treinado por norte-americanos e, se necessário, elas podem ser usadas sem qualquer preparação prévia."
O governo Obama deixou claro que não apoia as indicações de guerra de Israel e que prefere a diplomacia e as sanções econômicas para frear o programa nuclear iraniano, o qual Teerã nega que tenha finalidade militar.
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