terça-feira, 30 de setembro de 2014

יהוה Iehouah abençoa e protege palestinos através de Israel e amigos de Israel












 http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/09/palestinianos-revelam-verdade-sobre-gaza.html?m=1

 ▼
segunda-feira, Setembro 29, 2014
PALESTINIANOS REVELAM A VERDADE SOBRE GAZA

"O Hamas queria-nos massacrados, para assim ganhar a guerra nos media contra Israel, mostrando na TV as nossas crianças mortas e receber depois dinheiro do Qatar" - T, ex-oficial de um ministro do Hamas.
Esta é uma das muitas confidências e confissões feitas por palestinianos moradores na Faixa de Gaza, revelando a verdade há muito conhecida por muitos mas teimosa e maldosamente ocultada pelos meios de comunicação social, para já não falar dos políticos palestinianos, incluindo o próprio Abbas.

"Se por qualquer razão o Hamas não gostar de ti, tudo o que eles farão é dizer que és um agente da Mossad e matar-te." - A, membro da Fatah em Gaza.
"Eles disparavam rockets e depois fugiam, deixando-nos à mercê das bombas israelitas, por causa daquilo que eles fizeram" - D, jornalista em Gaza.
"O Hamas impôs um recolher obrigatório. Se alguém andasse nas ruas era morto. Dessa forma, as pessoas eram obrigadas a ficar nas suas casas, mesmo que estivessem em vias de ser bombardeadas. O Hamas reteve toda a população de Gaza como um enorme escudo humano" - K, estudante.
"O exército israelita permite que entrem suprimentos e o Hamas rouba-os. Parece até que os israelitas cuidam mais de nós do que o Hamas" - E, voluntário de primeiros-socorros.
"Estamos sob ocupação do Hamas e se perguntar à maioria, preferíamos estar sob a ocupação israelita...Temos saudades dos dias em que podíamos trabalhar dentro de Israel e ganhar bastante dinheiro. Falta-nos a segurança e a calma que Israel providenciava quando estava aqui" - S, graduado de uma universidade norte-americana, ex-simpatizante do Hamas.

Estas citações foram recolhidas por Mudar Zarhan, escritor e activista palestiniano-jordano no Instituto "Gatestone Institute", que fez uso dos seus contactos na "Margem Ocidental" para assegurar entrevistas secretas com amigos e familiares na Faixa de Gaza. Todos os entrevistados falaram sob anonimato devido ao compreensível medo que, se as suas identidades fossem reveladas, enfrentariam a execução pelo impiedoso regime do Hamas.

Aquilo que estas entrevistas demonstram mais uma vez é que a maioria das mortes atribuídas a Israel durante o conflito foram de facto causadas directa ou indirectamente pelo Hamas.
Alguns opositores ao regime - na maioria membros da Fatah - foram abatidos como "espiões israelitas", por "encorajarem os outros." Um deles - Ayman Taha - era um líder sénior do Hamas assassinado pelos seus próprios pares, mas, segundo a imprensa do Hamas, supostamente "martirizado" pelos bombardeamentos aéreos israelitas.
Outros há que foram mortos quando se manifestavam nas ruas contra o Hamas.

De acordo com o testemunho de D, um lojista:
"Houve duas principais manifestações de protesto contra o Hamas durante a terceira semana da guerra. Quando os operacionais do Hamas abriram fogo contra os protestantes na área de Beit Hanoun e em Shijaiya, cinco foram imediatamente mortos. Vi-o com os meus próprios olhos. Muitos ficaram feridos. Um médico do hospital de Shifa contou-me que em ambos os protestos foram mortas 35 pessoas. Ele viu os seus corpos na morgue."
Muitas mais mortes foram provocadas pela recusa do Hamas em permitir que os habitantes de Gaza se abrigassem dos ataques israelitas.

S, médico, relatou o seguinte a Zarhan:
"Antes dos ataques, o exército israelita envia avisos ao povo (de Gaza) para evacuarem os edifícios. Os israelitas telefonam ou enviam mensagens escritas. Por vezes chegam a telefonar várias vezes para se assegurarem de que todos foram evacuados. A política estrita do Hamas era de impedir que evacuássemos os prédios. Muitas pessoas foram mortas fechadas dentro das suas próprias casas pelos militantes do Hamas. A TV oficial do Hamas, a Al-Quds, emitia avisos regulares aos moradores de Gaza para não evacuarem as suas casas. Os militantes do Hamas bloqueavam as saídas para os espaços para onde os residentes eram impelidos a ir. Na região de Shijaiya, as populações receberam avisos dos israelitas e tentaram abandonar a área, mas os militantes do Hamas bloquearam as saídas e exigiram que eles regressassem às suas casas. Algumas das pessoas não tiveram outra chance que não correr para os israelitas e pedir protecção para as suas famílias. O Hamas disparou contra algumas dessas pessoas quando estavam correndo; as restantes foram forçadas a voltar a suas casas e ser bombardeadas. Foi assim que se deu o massacre de Shijaiya. Morreram mais de 100 pessoas."

As entrevistas providenciaram uma versão dos eventos que dificilmente poderia ser mais diferente dos que foram propagados pela maioria dos media mundiais durante a operação "Margem de Protecção", em que a intervenção israelita foi apresentada como sendo "brutal, indiscriminada e quase inteiramente injustificada."
As alegações feitas por Israel de que que fez tudo quanto lhe era possível para evitar perdas civis passaram praticamente despercebidas. Tal como os esconderijos de armamento do Hamas dentro de mesquitas, os rockets disparados a partir de hospitais e a vasta rede de túneis construídos para facilitar uma planeada travessia para o lado israelita - organizada para o dia do Novo Ano judaico - através da qual os terroristas do Hamas planeavam matar ou raptar o maior número possível de israelitas.
Isto deveu-se em parte às restrições jornalísticas em Gaza. Todos os jornalistas a operar dentro do território de Gaza estavam bem conscientes de que se falhassem em tocar o seu acorde segundo a "música" do Hamas, seriam imediatamente expulsos - ou algo ainda pior...
Mas esta propensão foi basicamente ideológica. Muitas das organizações mediáticas que reportaram desde Gaza - desde a BBC e do Channel 4 News ao New York Times - estavam vendidos à ideia de que os palestinianos eram as vítimas inocentes de uma reacção desproporcionada de Israel aos poucos e inofensivos mísseis atirados da fronteira por um povo oprimido e desesperado no auge do sofrimento...

E foi como resultado da gritaria política provocada pelos relatos dos media, com mães chorando e bébés mortos, que Israel - como habitualmente acontece nestas guerras bi-anuais - foi forçado a retirar-se prematuramente antes de poder proteger devidamente os seus cidadãos, e poder destruir totalmente a infra-estrutura militar do Hamas.

Shalom, Israel!

Shalom à(s) 9/29/2014
Partilhar
 
1 comentário:

José Jesus29 Setembro, 2014
Ando há dias para traduzir este artigo. Bom trabalho!

Shalom, Israel!

José de Jesus

http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/09/estudo-credivel-confirma-que-metade-dos.html?m=1

 ▼
terça-feira, Setembro 30, 2014
ESTUDO CREDÍVEL CONFIRMA QUE METADE DOS MORTOS EM GAZA ERAM TERRORISTAS

Contrariando as habituais e grosseiras mentiras dos palestinianos, segundo um estudo credível da mais que respeitada agência "Meir Amit Intelligence and Terrorism Information Center" - ITIC - os dados mais recentes indicam que 49% dos "mártires" alistados pelo Ministério da Saúde palestiniano - dirigido pelo Hamas - tiveram algum tipo de ligação com os grupos terroristas islâmicos. Apenas 51% dos mortos eram comprovadamente civis. Sabe-se no entanto que muitos dos civis mortos no recente conflito foram praticamente "forçados" pelos militantes do Hamas a ficar na área dos alvos dos ataques da aviação israelita, tendo alguns sido até abatidos pelos próprios terroristas.
Essa proporção de 1 por 1 (1 terrorista morto por cada 1 civil morto) é praticamente inédita na História da guerra urbana, provando que a intervenção israelita rodeou-se dos maiores cuidados, de forma a não atingir voluntariamente as populações civis da Faixa de Gaza.
Este estudo tem feito o rastreio da identidade de todas as vítimas do conflito, tendo agora chegado a esta impressionante conclusão. A agência conseguiu até agora identificar 842 dessas vítimas, chegando aos seguintes números:
Desses 842,
- 354 eram operacionais terroristas;
- 367 eram civis não envolvidos no conflito;
- 121 continuam por identificar, desconhecendo-se por enquanto se tinham alguma ligação aos grupos terroristas islâmicos;
- dos 721 mortos que puderam ser identificados, os operacionais terroristas constituem cerca de 49%
51% eram pessoas não envolvidas no terrorismo;

Tal como é costumeiro, os media não irão corrigir as suas informações tendenciosas e descaradamente a favor do terrorismo palestiniano. São rápidos a propagar mentiras, mas indisponíveis para repôr verdades...
Como se não bastasse, e para que conste, saiba-se que o indivíduo responsável pela organização palestiniana  - PHM - que vai transmitindo os dados à comunicação social internacional e que monopolizou as informações acerca das vítimas é um bem conhecido líder terrorista do Hamas chamado dr. Ashraf Al-Qurda...
Talvez sofrendo de problemas de miopia, esta organização palestiniana não consegue diferenciar entre mortos civis e mortos terroristas...
Desde o início do conflito que Israel vem informando sobre os seus cálculos, e os mesmos não estão muito diferentes dos agora confirmados pelo "ITIC": 47% dos mortos eram terroristas.

"GENOCÍDIO": SÓ NA CABEÇA DOS MAL INFORMADOS OU MAL INTENCIONADOS
Infelizmente, e como sempre acontece nestas situações, há sempre gente por aí a espalhar mentiras na comunicação social, gente mal informada e mal intencionada, cujo único objectivo é denegrir Israel e levar a opinião pública internacional a condenar o estado judaico por todos os seus actos de legítimo defesa, acusando-o de ter praticado "genocídio" e cometido "crimes de guerra."
Foi essa aliás uma das acusações feitas pelo líder da Autoridade Palestiniana - Mahmoud Abbas - na sua recente vergonhosa intervenção nas Nações Unidas...
Como este estudo revela, os verdadeiros crimes foram cometidos pela escumalha maligna palestiniana do Hamas e seus pares, contra a sua própria população ansiosa pela libertação da opressão que aquela organização radical tem imposto sobre aquela gente de Gaza...

Outro triste e repugnante exemplo disto é a deputada portuguesa no Parlamento Europeu Marisa Matias, representando um moribundo partido - o "Bloco de Esquerda" - e que juntou há dias um punhado de anti-semitas no nada credível "tribunal Russel", para condenar Israel e apelar à UE para que anule os seus pactos comerciais com Israel, etc. Além de ridícula, esta deputada sustentada com o dinheiro dos contribuintes, ao invés de se ocupar com os interesses do país que representa - Portugal - anda a tentar colocar-se em bicos de pés numa ridícula postura anti-semita que nada mais revela que não a sua incapacidade de raciocínio, visão desequilibrada e arrogância típica da esquerdalha com a qual se identifica, e que já ultrapassou há muito o prazo de validade.
Alegando ser "democrata", não só bloqueou os contestários - eu incluído - como não permite sequer os nossos comentários.
Enfim, mais uma infeliz anti-semita roída pela inveja e mordida pelo veneno peçonhento das mentiras palestinianas...
Mas, como bem reza o ditado: "os cães ladram e a caravana passa"...
Shalom, Israel!

Shalom à(s) 9/30/2014
Partilhar
 
Sem comentários:
Enviar um comentário

Página inicial
Ver a versão da Web
Acerca de mim

Shalom
Ver o meu perfil completo
Tecnologia do Blogger