sexta-feira, 19 de setembro de 2014

יהוה Iehouah Elohim Adonai Tseva'ot é incompatível com a defesa de assassinos cínicos quanto mais adoração destas aberrações.



יהוה Iehouah Elohim Adonai; יהוה Iehouah Tseva'ot como fonte da vida e manancial da existência é gravemente ofedido pela humanidade e ou Israel manter um assassino ímpio, desumano, cruel, cinico e descarado vivo e ainda tentar honrar essa aberração com o status que pertenceu ao digníssimo Mandela, de amaldiçoada memória são aqueles que veneram marginais globais e tentam equipará-los aos santos ou justos da humanidade refletora da plenipotencia יהוה Iehouah. Este assassino jamais poderia estar vivo, mas Israel insiste em ofender O Santíssimo. Ser solto ou negociado, defendido ou ovacionado é o mesmo que ressuscitar Adolf Hitler para adorará-lo. A liderança palestina treinada e inspirada oficialmente por oficiais nazistas e que granjeia simpatia de acéfalos mascarados com titulos sociais imputados por xenófobos e aceitos por ignorantes ou estúpidos globais, precisa deixar a comunidade palestina ter o direito de ser livre e usurfruir liberdade sobre as bênçãos derramadas em Israel. Judeus, não repitam seus vícios milenares. Democracia apenas sobre Torah e Torah somente sobre יהוה Iehouah. Israel é uma só e isso é tão inegociável quanto vital para toda raça humana, vosso Creador/Criador está infinitamente além da Halachá e somente reconhece um mesmo nível de energia. Em seu nome, código, som, som e vibração יהוה Iehouah está a implicação do propósito existencial de vocês e da raça humana. Amem e preservem a vida, lutando por ela em Israel e por todo planeta Terra. Quem quiser ir morar em Israel faça isso, mas tanto na França, Turquia, Inglaterra, China, Síria e Rússia vocês devem ter o direito de existir e ser respeitados mediante todos os meios necessários. Sejam por יהוה Iehouah Elohim Adonai Tseva'ot que os Justos da Humanidade serão com vocês.

"SITE RTP:
Líder palestiniano preso defende boicote internacional a Israel
RTP
18 Set, 2014, 17:28 / atualizado em 18 Set, 2014, 17:59

Oleg Popov, Reuters
O carismático dirigente da Fatah, Marwan Bargouthi, defendeu a campanha BDS (boicote, desinvestimento e sanções), visando isolar internacionalmente Israel, como noutro momento foi feito com o regime sul-africano do apartheid. Segundo Bargouthi, as negociações são inúteis porque Israel não deseja a paz e só as utiliza para ganhar tempo, enquanto vai expandindo os colonatos.
Marwan Bargouthi, que também é por vezes designado como "o Mandela palestiniano", encontra-se preso desde 15 de Abril de 2002 e foi entretanto condenado a prisão perpétua. Mesmo durante os 13 anos de cadeia, tem continuado a ser uma figura influente na política palestiniana e a eventualidade de uma candidatura presidencial sua, consensual entre a Fatah e o Hamas, tem voltado regularmente a ser objecto de discussão.

A entrevista de Bargouthi foi concedida à Reuters através do Palestinian Prisoners' Club e surge hoje citada no site do diario Yedioth Aaronot. Nela, Bargouthi pronuncia-se pela primeira vez a favor da prioridade da campanha internacional de BDS, sublinhando que as negociações com Israel não têm conduzido a nada.

Segundo as palavras do preso político mais proeminente da Palestina, "promover a campanha pelo boicote, desinvestimento e sanções contra a ocupação [foi] um prelúdio ao seu isolamento internacional e a aplicar sanções internacionais contra ela".

Bargouti manifestou-se também contra a possibilidade, admitida pelo presidente Mahmud Abbas, de reatar negociações com Israel, argumentando que "durante 20 anos as negociações com Israel falharam em conseguir liberdade, retorno [dos refugiados] e independência (...) Não vejo que Israel esteja disposto a uma paz autêntica, mas que quer usar negociações infrutíferas para continuar a ocupação e colonização, e para relaxar o seu isolamento internacional".

Um dos argumentos a favor da campanha de BDS é, segundo Bargouthi, que "os palestinianos devem fazer subir para Israel o preço da ocupação".

Sem mencionar o papel do Hamas nos recentes combates contra a tropa israelita que invadiu Gaza, Bargouthi considerou que "a batalha representa uma vitória para a resistência [porque] provou que Israel não pode e não tem a capacidade de resolver o conflito pela força militar, e que a única forma de pôr fim ao conflito é acabar com a ocupação nos territórios palestinianos ocupados em 1967"."