quarta-feira, 1 de outubro de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot conceda ao povos se manterem livres da astúcia assassina dos aiatolas, pois assim como estes causam a morte e destruição da Comunidade Palestina por usa-la contra Israel e ocidentais, também são coniventes e cooperadores do Estado Islâmico e grupos cruéis-covardes parecidos.




http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/presidente-do-ira-critica-estrategia-equivocada-no-oriente-medio.html




 G1  MUNDO
Presidente do Irã critica 'estratégia equivocada' no Oriente Médio
Segundo ele, ações ajudaram a tornar região segura para os radicais. Declaração foi dada na Assembleia Geral das Nações Unidas.
25/09/2014 11h54 - Atualizado em 25/09/2014 14h11
Da France Presse

O presidente iraniano Hassan Rohani fala na Assembleia Geral das Nações Unidas nesta quinta-feira (25) (Foto: Mike Segar/Reuters)
O presidente iraniano Hassan Rohani afirmou nesta quinta-feira (25), ante a Assembleia Geral das Nações Unidas, que os erros estratégicos dos países ocidentais no Oriente Médio ajudaram a converter esta região em um território seguro para a ação de grupos radicalizados.
"Os erros estratégicos de Ocidente no Oriente Médio, Ásia Central e Cáucaso converteram essas partes do mundo em um paraíso para terroristas e extremistas", afirmou Rohani em seu esperado discurso ante a ONU.
Na visão do presidente, "a agressão militar contra o Afeganistão e o Iraque e a inapropriada interferência no desenvolvimento da Síria são exemplos claros desta abordagem estratégica equivocada no Oriente Médio".
"Sempre acreditamos que a democracia não poderia ser algo transplantado do exterior (...) não é um produto comercial que pode ser exportado do ocidente para o oriente", explicou, sem se referir diretamente aos ataques ocidentais e árabes realizados no Iraque e na Síria contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI).
"Quando os generais invadem uma região, não pensem que os diplomatas irão acolhe-los calorosamente. Quando a guerra começa, a diplomacia acaba. Quando sanções são impostas, o ódio por aqueles que as adotam aumenta", lançou, num momento em que o Irã ainda sofre com sanções internacionais por seu polêmico programa nuclear.
Para o líder iraniano, "a violência está agora generalizada em outras partes do mundo como uma doença contagiosa".
A experiência com os resultados em relação à Al-Qaeda, ao Talibã e a modernos grupos extremistas, afirmou Rohani, demonstram que não se pode "permanecer imune às consequências".
"A repetição desses erros, apesar de experiências tão onerosas, é desconcertante", enfatizou.
A violência descontrolada e o extremismo representam uma ameaça iminente para todo o mundo, disse o presidente, acrescentando que sem uma compreensão adequada de cada sociedade "não seremos capazes de encontrar as soluções adequadas".
De acordo com o líder iraniano, caso a comunidade internacional fracasse em unificar esforços para enfrentar o extremismo e a violência, "amanhã o mundo não será seguro para ninguém".
Rohani pronunciou este discurso um dia depois de participar de uma reunião histórica com o primeiro-ministro britânico, David Cameron, no primeiro contato deste nível entre os dois países desde 1979.
Depois desta reunião, ao falar ante a Assembleia Geral da ONU, Cameron surpreendeu ao admitir que o Irã pode ser parte da solução no combate ao grupo Estado Islâmico na Síria.
O primeiro-ministro britânico disse que o Reino Unido tem grandes divergências com o Irã, mas que Teerã "também deve ter a possibilidade de demonstrar que pode ser parte da solução, não parte do problema".
Na véspera, Rohani também havia participado em Nova York de um encontro crucial com o presidente da França, François Hollande.
Em outra parte do discurso, o líder da República Islâmica afirmou que o governo do Irã está determinado em continuar de "boa fé" as negociações para alcançar um acordo sobre sua política nuclear com os países ocidentais.
"Estamos determinados a continuar com as negociações com nossos interlocutores em boa fé, baseados no respeito mútuo e na confiança", afirmou Rohani, para quem "uma demora em alcançar um acordo definitivo somente aumentará os custos".
O Irã e o chamado grupo 5+1 (Reino Unido, China, França, Rússia, Estados Unidos e Alemanha) mantiveram uma série de reuniões na sede da ONU no início de setembro para tentar chegar a um acordo sobre o programa nuclear de Teerã.
De acordo com Rohani, "se nossos interlocutores estiverem igualmente motivados (...), um ambiente inteiramente diferente surgirá para a cooperação em nível regional e internacional".
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