terça-feira, 9 de setembro de 2014

Israel não pode acolher todo planeta em si ou mesmo parte dele. Antes, primordialmente os palestinos devem aceitar incondicionalmente ser cidadãos israelenses do Estado Judeu e o Grande Israel próprio ser compreendido pela raça humana, em Jerusalém, Golan, Gaza, Cisjordânia, Sinai e Limites de Segurança. Os irmãos africanos devem ser ensinados e apoiados para derrotar as forças satânicas dos islamitas e outros parecidos em suas terras e requerem apoio dos cristãos e laicos equilibrados e conscientes da humanidade. Estrangeiros descarados e covardes como os que ingressam na aberração do Estado Islâmico não podem ser presos, onde estiverem apenas a pena de morte dará o bom descanso para suas almas e daqueles que eles oprimem. Povos, sobre IEHOUAH Tseva'ot - IEHOUAH Dos Exércitos, marchai pela liberdade da TORAH praticada ou legitimamente respeitada.
























http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/09/09/interna_internacional,567178/hrw-diz-que-israel-pressionou-imigrantes-africanos-a-deixarem-o-pais.shtml

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HRW diz que Israel pressionou imigrantes africanos a deixarem o país

AFP - Agence France-Presse
Publicação: 09/09/2014 10:55 Atualização:
Israel pressionou ilegalmente cerca de 7.000 imigrantes eritreus e sudaneses para que voltassem aos seus países, onde alguns deles foram vítimas de perseguição, denunciou nesta terça-feira a ONG Human Rights Watch (HRW).
As autoridades israelenses "os privaram de acesso a procedimentos de demanda de asilo justos e eficazes, e tomaram como pretexto a precariedade resultante de seu status legal para detê-los ilicitamente ou ameaçá-los com uma detenção indefinida, obrigando milhares deles a fugir", explica a ONG em um comunicado, que acompanha um relatório de 83 páginas.
Segundo a ONU, Israel conta com 53.000 refugiados e demandantes de asilo, que em sua maioria entraram pelo Egito. Deles, 36.000 são da Eritreia - onde governa um regime autoritário acusado de violar gravemente os direitos humanos - e 14.000 são do Sudão.
"As autoridades israelenses dizem que querem complicar a vida dos 'infiltrados' a ponto de terem que abandonar Israel, para depois dizer que o povo está voltando para casa por sua própria vontade", afirma o autor do relatório, Gerry Simpson.
De volta aos seus países, "alguns destes imigrantes sudaneses foram torturados, submetidos a detenções arbitrárias e perseguidos por traição, por terem colocado os pés em Israel", destaca a organização de defesa dos direitos humanos em seu relatório.
"Há eritreus que se expõem a sérios riscos de maus-tratos", acrescenta o texto.
As organizações de defesa dos direitos humanos criticaram muitas vezes Israel por sua política de imigração e pelo tratamento reservado aos demandantes africanos de asilo.
Em particular, criticaram muito o centro de Holot, em pleno deserto do Neguev (sul), onde estes imigrantes podem ficar detidos por até um ano sem nenhum processo.
No ano passado, as autoridades israelenses lançaram uma campanha de repressão, expulsando 3.920 imigrantes ilegais. Ao mesmo tempo, construíram uma barreira de alta tecnologia em sua fronteira com o Egito, por onde entram estes imigrantes africanos.
Um porta-voz do ministério israelense do Interior disse em um comunicado que o Estado judeu "atua de forma equilibrada" e afirmou que "esta política está dando resultado, já que em 2014 houve o triplo de partidas voluntárias em comparação com 2013".