terça-feira, 9 de setembro de 2014

Marisa Matias e seus apoiadores agem como vermes no ato desprezível de tentar esconder inveja e ódio contra Israel que tentam executar por apoiar o posicionamento terrorista que destrói a Europa e tenta destruir a América. O que não entra de ajuda em Gaza é aquilo que querem esconder da segurança israelense e sem armas eficazes há muito o Exército de Israel somente teria como opção atacar o terrorismo palestino visando total extermínio sem distinção de alvo, qualquer nação inclusive a dela já teria feito isso há muito tempo, do que se conclui que monstros como Marisa Matias e Shlomo Sand ou são retardados mentais ou mentores de assassinos, torturadores e fanáticos lunáticos.


Quarta, 10 de Setembro de 2014


Diplomacia Gaza: Eurodeputados preparam iniciativas contra Israel
O Grupo da Esquerda Unitária do Parlamento Europeu vai efetuar uma série de iniciativas políticas sobre Israel que visam o embargo de armas, a revisão das ligações ao nível da investigação e o cumprimento do acordo de associação.
MUNDO Lusa
21:48 - 09 de Setembro de 2014 | Por Lusa

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A eurodeputada Marisa Matias, do Bloco de Esquerda, que integrou a delegação de 13 membros do Parlamento Europeu que se deslocou a Israel e à Palestina na semana passada, disse hoje à Lusa que o Grupo da Esquerda Unitária - impedido de entrar em Gaza -- vai também pedir "todos os meses", junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Telavive, uma nova autorização para aceder ao território alvo de bombardeamentos israelitas e que fizeram pelo menos dois mil mortos.

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Segundo Marisa Matias, o Grupo da Esquerda Unitária vai agora tratar de conseguir o apoio de pelo menos 100 deputados do Parlamento Europeu para que seja pedida a suspensão do acordo de associação entre a União Europeia e Israel.

"O segundo artigo do acordo para a proteção dos direitos humanos nunca foi cumprido e Israel está sistematicamente num estado de exceção. Portanto, entendemos que temos de fazer um esforço para que o acordo de associação seja suspenso, ou então nunca haverá nada que seja verdadeiramente exigido às autoridades israelitas para que não possam continuar a fazer o que têm feito", disse Marisa Matias.

A eurodeputada acrescentou que a União Europeia não reconhece os territórios ocupados mas mantém todas as relações com Israel "como se nada fosse".

"Se isto fosse com qualquer outro país, o acordo já teria sido suspenso há muito tempo", sublinhou Marisa Matias.

A delegação que esteve quase uma semana na região, contactou com organizações de direitos humanos, representantes das Nações Unidas, visitou o hospital em Jerusalém onde se encontram internados cerca de 200 civis palestinianos vítimas da operação militar de Israel contra Gaza, mas foi impedida de entrar no território sob o argumento de que a prioridade é concedida apenas à ajuda humanitária direta.

"A verdade é que nós visitamos a sede do Crescente Vermelho e eles têm os armazéns cheios de medicamentos, bens de primeira necessidade, colchões, cobertores para fazer chegar a Gaza e não conseguem. Todos os pedidos têm entraves. O Crescente Vermelho em cooperação coma Cruz Vermelha não conseguem fazer chegar lá o material. Não deixa de ser irónico que a justificação que nos foi dada quando eles só conseguem enviar o material muito gradualmente quando as necessidades são muito superiores", conclui Marisa Matias.

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www.lusa.pt

Bruxelas, 09 set (Lusa) -- A eurodeputada do Bloco de Esquerda, Marisa Matias, disse hoje à Lusa que o Grupo da Esquerda Unitária do Parlamento Europeu está empenhado em fiscalizar o acordo de investigação entre a UE e Israel.

"A questão deve ser fiscalizada porque um dos problemas é que muito do dinheiro que vai para a investigação tem a ver com o dinheiro para investigação sobre novo armamento, investigação militar e de segurança e tudo isto está ligado também a um objetivo: uma campanha a apelar a um embargo total de armamento a Israel", disse à Lusa Marisa Matias, que fez parte da delegação do Parlamento Europeu que visitou Israel e a Palestina na semana passada.