segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PARABÉNS PCO PELO RAIO DE LUZ: AO AFIRMAR QUE O GURU ISRAELENSE USAVA A RELIGIÃO COMO FACHADA PARA ESCRAVIZAR AS MULHERES ISENTOU O MÉRITO OU DEMÉRITO DA CRENÇA DELE. ESTÁ CERTO! POR FOCAR QUE O TÍTULO DE "LIDER DE UMA SEITA..." FOI COLOCADO ACIMA DO DESRESPEITO QUE AS MULHERES SOFREM, ENFATIZOU UMA QUESTÃO SOCIAL DE ALCANCE GLOBAL E ROTINEIRA NAS MAIS AVANÇADAS CIVILIZAÇÕES. BOM. AGORA PENSE PCO, O ESTADO QUE RECEBE ESSA DENÚNCIA E DESARTICULA ESSE PERSONAGEM, PODE DAR LUGAR A MILHÕES DE PALESTINOS QUE ESCRAVIZAM MULHERES E CRIANÇAS, MATAM E TORTURAM A SI MESMOS ALÉM DE RECRUTAR VAGABUNDOS E VÂNDALOS EUROPEUS OU LATINO-AMERICANOS? QUE ACHA DE SE ENFIAR NO MEIO DELES E SENTIR NA PELE O QUE FAZEM SEM UMA POLÍCIA OU EXÉRCITO REAIS PARA SUPRIMI-LOS?


   
Israel
Homem é preso acusado de escravizar 17 mulheres
Goel Ratson se apresentava como 'sábio judeu' para escravizar, violentar e extorquir mulheres

 No último dia 11, foi preso em Israel, Goel Ratson, de 60 anos, acusado de escravizar e violentar 17 mulheres e seus 38 filhos. Os números de mulheres e filhos podem ser maiores.

Algumas anotações encontradas e declarações de algumas mulheres indicam que ele pode ter tido 32 mulheres, e mais de 80 filhos “repatriados em toda Israel” ao longo de pelo menos 30 anos. Algumas das suas mulheres são filhas e primas.

O homem se apresentava como “sábio judeu”. Goel (“redentor” em hebraico) chegou a ter sua vida apresentada em documentário, por uma rede de TV israelense como sendo o líder de uma seita religiosa.

Segundo divulgou a imprensa, no vídeo, as mulheres afirmam segui-lo como a um Messias. Algumas das mulheres teriam falado em suicídio coletivo caso alguém “tocasse em seu líder”.

Ratson, por sua vez assegurava ter impedido que algumas se matassem quando pensaram por engano que ele as abandonaria. “Sou perfeito”, dizia ele no documentário. “Tenho todas as qualidades que uma mulher deseja”.

Na verdade, a suposta seita era a fachada para Ratson escravizar mulheres, violentá-las e inclusive explorar sexualmente seus próprios filhos. A falta de liberdades e perspectivas oferecidas às mulheres possibilita que absurdos como esses aconteçam.

Tanto é que a denuncia contra ele foi feita por uma das mulheres que forçada a viver com ele, sob ameaças e agressões. As mulheres e seus filhos eram mantidos em diversas casas de Tel Aviv.

Nota da polícia sobre o caso afirma que “as evidências mostram que o suspeito controlava suas mulheres com mão firme, incluindo suas posses e dinheiro”. No local onde viviam foi encontrado anotações, uma espécie de “normas de conduta”. “Ele ditava o que elas podiam ou não fazer, limitava seus movimentos e impunha sanções e várias punições, inclusive o uso da violência se elas se recusassem a obedecer", explica a nota.

Entre outras coisas, as mulheres eram proibidas de falarem com outros homens, de comerem carne, e manterem contato com familiares.

Casos como esses com características de escravidão de mulheres, exploração de seus corpos, de suas vidas, ainda existem hoje porque as mulheres ainda são consideradas seres humanos de segunda categoria. Entender e aceitar que se tratava de seita religiosa, apesar das denúncias das mulheres, é a demonstração de que a palavra da mulher tem menor valor, mesmo que sua contrapartida seja a de um homem que se afirme ser o Messias.


Palestinos durante funeral na Faixa de Gaza: jovem morreu por ferimentos em manifestação

Ibraheem Abu Mustafa/Reuters
MUNDO08/09/2014 14:12
Milhares pedem que Hamas ataque Israel e vingue morte
EFE
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Jerusalém - Milhares de palestinos pediram nesta segunda-feira que o movimento islamita Hamas ataque Israel como vingança pela morte no domingo de um adolescente por ferimentos sofridos durante uma manifestação em Jerusalém Oriental na semana passada.

Gritos de vingança foram ouvidos durante o enterro de Muhamed Sunuqrut, de 16 anos, enterrado hoje em um grande funeral em um cemitério no bairro Wadi Joz.

Os manifestantes carregavam bandeiras palestinas e cantaram palavras de ordem nacionalistas, assim como gritos de vingança contra Israel, que segundo os palestinos é responsável pela morte do jovem, informou a edição digital do jornal "Yedioth Ahronoth".

O jovem morreu ontem em um hospital de Jerusalém devido aos ferimentos que sofreu sete dias antes durante um enfrentamento entre manifestantes palestinos e policiais israelenses.

O pai do adolescente, Abd al-Majid Sunuqrut, afirma que seu filho morreu pelo impacto de uma bala disparada por agentes israelenses a curta distância, o que teria provocado uma lesão no cérebro e um derrame no jovem.

Sunuqrut argumenta que seu filho estava falando por telefone no momento em que foi atingido e não tinha provocado os policiais.

A polícia israelense afirma por sua parte que os ferimentos na cabeça ocorreram quando o jovem tropeçou ao fugir dos agentes, que teriam se oferecido para levá-lo para um hospital israelense, o que supostamente foi recusado pelo adolescente.

O porta-voz da polícia, Miki Rosenfled, sustentou que "o adolescente participou dos distúrbios" e "recebeu o impacto de uma bala de borracha em uma perna".

Segundo Rosenfled, em seguida o jovem "fugiu dos agentes e tropeçou, sofrendo um golpe na cabeça".

A família Sunuqrut teria pedido a realização de uma autópsia em Israel sob a supervisão de um médico e um advogado palestinos, mas a rapidez com a qual o funeral foi realizado indica que a medida não foi tomada.

A morte do jovem provocou ontem distúrbios em várias partes de Jerusalém, onde um grupo de encapuzados tomou um posto de gasolina e causou graves danos nos equipamentos de abastecimento.


Tags: Conflito árabe-israelense, Israel, Palestina

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