quarta-feira, 8 de outubro de 2014

COM UMA MULHER DESSAS VALE A PENA COLHER AS BATATAS DA TERRA. CADÊ OS MACHOS DESTE MUNDO? MUITO OCUPADOS COM ANTISSIONISMO, PSEUDOHUMANISMO, SOCIALISMO PRÓ NAZISTA E TERRORISTA? PETISMO E PIETISMO? OU ESTRELAS VERMELHAS QUEIMANDO CONTRA A PELE DOS SEUS GESTORES?





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Suposta mãe de dois filhos, mulher-bomba ataca base do Estado Islâmico na Síria
Curda teria matado terroristas para defender cidade fronteiriça perto da Turquia; post de apoio no Twitter fala da maternidade
iG São Paulo | 07/10/2014 14:16:22 - Atualizada às 07/10/2014 14:32:22



Militante curda se suicidou ao atacar militantes do Estado Islâmico enquanto tentava defender a cidade síria de Kobani, alvo dos jihadistas. As informações são do The Independent e do Daily Mail.

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Foto: Reprodução/Youtube
Deilar Kanj Khamis se suicidou para matar militantes do EI. Imagens no Twitter sugerem que ela era mãe de dois filhos


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Deilar Kanj Khamis, conhecida como Arin Mirkan, seu nome de guerra, acinou bomba presa ao seu corpo em uma posição ao leste da cidade fronteiriça de Kobani. De acordo com homenagens no Twitter, ela era mãe de dois filhos, embora essa informação não tenha sido confirmada.

Ela era membro da Unidade de Proteção da Mulher, um ramo da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG, na sigla em inglês), principal milícia curda. A Força tem mais de 10 mil combatentes femininas que têm desempenhado papel importante nas batalhas contra o grupo sunita, disse Nasser Haj Mansour, um funcionário da Defesa na região curda da Síria.

Terror: Estado Islâmico avança na parte sudoeste da Síria mesmo após bombardeios

Ela chegou a entrar em confronto com os militantes antes de acionar explosivo, disse grupo de monitoramento dos conflitos na Síria no domingo. O ataque suicida foi realizado durante confrontos pesados após a cidade ser atacada por morteiros dos extremistas.

Embora os ataques aéreos dos EUA segmentarem as unidades do EI no norte da Síria, combatentes curdos pedem "apoio em terra", se a coalizão quiser ter alguma esperança de manter a cidade estratégica sob liderança síria. O ato da mulher-bomba marca o primeiro ataque suicida feira por uma curda, de acordo com grupo de monitoramento sediado no Reino Unido.

Ontem: Estado Islâmico hasteia bandeira no leste de cidade curda síria sitiada


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Rami Abdurrahman, fundador e diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, disse ao Independent que "não pode confirmar o número exato" de militantes extremistas mortos pelo ataque específico, mas os confrontos de domingo mataram 27 terroristas.

Combatentes tentam manter os jihadistas longe de Kobani, que é povoada principalmente por curdos, e clama por munição e armas pesadas para ajudar em sua batalha enquanto dizem que os bombardeios dos EUA "têm feito pouco para evitar o avanço do EI".

Medo: Cidade na fronteira da Síria segue sob cerco do Estado Islâmico

"Os ataques aéreos por si só são realmente insuficientes para derrotar o EI em Kobani", disse Idris Nassan, um porta-voz sênior para os combatentes curdos, de acordo com o Guardian.

"Eles estão sitiando a cidade por três lados e aviões de combate simplesmente não podem abater todos ou cada lutador do EI em solo", acrescentou. "Cada vez que um avião se aproxima, eles deixam suas posições em aberto, se dispersam e se escondem. O que realmente precisamos é de apoio em terra. Precisamos de armas pesadas e munições para afastá-los e derrotá-los", disse ele.

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A ação dos militantes na cidade já dura semanas e forçaram ao menos 160 mil a fugirem da Síria por meio das fronteiras, provocando um dos maiores êxodos da guerra civil síria.

*Com AP



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