sexta-feira, 31 de outubro de 2014

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Foguete cai no sul de Israel, diz agência
Foguete teria sido lançado a partir da Faixa de Gaza, segundo porta-voz. Israel e Hamas fecharam cessar-fogo no fim de agosto.
31/10/2014 21h33 - Atualizado em 31/10/2014 21h52
Da AFP
Um foguete atingiu o sul de Israel na noite desta sexta-feira (31) sem deixar vítimas ou danos, anunciou uma porta-voz do Exército israelense, de acordo com a agência de notícias France Presse. Segundo a porta-voz, o foguete teria sido lançado a partir da Faixa de Gaza.
"Um foguete lançado da Faixa de Gaza atingiu o setor de Eshkol, no sul de Israel", acrescentou a porta-voz, destacando que trata-se do primeiro disparo contra o território israelense desde 16 de setembro.
A porta-voz não informou qual será a reação do Exército hebreu ao disparo, que ocorreu apesar do cessar-fogo firmado após a operação militar lançada por Israel contra o movimento islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza.
Hamas e Israel fecharam no dia 26 de agosto, com a intermediação do Egito, o acordo de cessar-fogo que acabou com 50 dias de uma guerra que deixou 2.140 mortos do lado palestino - a maioria civis - e 73 do lado israelense, a maioria militares.
Palestinos muçulmanos rezam nesta sexta-feira em bairro no leste de Jerusalém, com a Esplanada das Mesquitas ao fundo (Foto: AFP PHOTO / JACK GUEZ)Palestinos muçulmanos rezam nesta sexta-feira em
bairro no leste de Jerusalém, com a Esplanada das
Mesquitas ao fundo
(Foto: AFP PHOTO / JACK GUEZ)
Tensão
Palestinos e israelenses vivem uma nova escalada da tensão, após ataque ao ultranacionalista judeu Yehuda Glick, em Jerusalém, seguido da morte de um palestino suspeito de cometer a agressão.
Desde o fim da guerra de Gaza em agosto, a tensão tem aumentado constantemente na parte árabe de Jerusalém, com conflitos quase diários entre as forças de segurança israelenses e manifestantes palestinos que atiram pedras e coquetéis molotov.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou o envio de reforços "significativos" da polícia a Jerusalém.
Muatez Hijazi, o palestino suspeito de matar Glick, foi morto a tiros pela polícia israelensepouco antes das 6h locais (2h, pelo horário de Brasília) desta quinta (30).
O homem de 32 anos "foi morto em sua casa no bairro de Abu Tor, Jerusalém, por uma unidade das forças especiais da polícia após uma troca de tiros", afirmou o porta-voz das forças de segurança, Micky Rosenfeld.
Para muitos moradores da área, a polícia assassinou o palestino.
Glick defendia uma campanha judaica para permitir orações no Monte do Templo, onde se encontra a Esplanada das Mesquitas, ponto sagrado da Cidade Antiga, tanto para os judeus quanto para os muçulmanos, de acordo com autoridades israelenses.
O complexo elevado de mármore e rocha é o terceiro local mais sagrado ao Islã e o mais sagrado no Judaísmo. Ele contém a mesquita al-Aqsa, do século VIII, e o Domo da Rocha dourado, onde é dito que o profeta subiu aos céus.
O estatuto da Esplanada das Mesquitas é motivo de tensão permanente. Os muçulmanos temem que o governo israelense autorize os judeus a rezar no local, o que não podem fazer até o momento. Eles suspeitam que tal permissão seria o primeiro passo para destruir as mesquitas, com o objetivo de construir o terceiro templo judaico.
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