segunda-feira, 27 de outubro de 2014

יהוה Iehouah Elohim abençoe cada tijolo judeu ou israelense sionista



Israel acelera plano de construção de mil casas em Jerusalém Oriental
Governo local decidiu antecipar o planejamento das casas. Autoridades pretendem abrir uma licitação para a construção efetiva.
27/10/2014 06h48 - Atualizado em 27/10/2014 06h48
Da France Presse
O governo israelense decidiu acelerar um plano de construção de 1.000 casas em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada.
"O governo decidiu antecipar o planejamento de mais de 1.000 casas em Jerusalém, sendo 400 em Har Homa e 600 em Ramat Shlomo", disse uma fonte oficial, em referência a dois bairros judaicos de Jerusalém Oriental, sem revelar mais detalhes.
A fonte não informou se com a decisão o governo de Israel está anunciando um novo projeto de construção de residências ou a aceleração de um programa existente.
Um anúncio como este pode significar que as autoridades pretendem abrir uma licitação para a construção efetiva de um projeto imobiliário existente ou que estão acelerando o processo para um novo projeto, afirmou à AFP Lior Amihai, porta-voz da organização contrária à colonização "Paz Agora".
De qualquer maneira, destacou Amihai, o momento escolhido é ruim.
"Nunca é bom o momento de fazer coisas deste tipo, menos ainda agora, quando Jerusalém está em crise", disse.
No domingo, centenas de palestinos enfrentaram pela quinta noite consecutiva a polícia em Jerusalém Oriental, antes do sepultamento do palestino que matou, na quarta-feira passada, um bebê israelense e uma jovem equatoriana em um atropelamento.
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Israel limita acesso à Esplanada das Mesquitas depois de incidentes
Palestinos menores de 40 anos não poderão entrar no local sagrado. Proibição ocorre após palestino causar acidente com morte de israelense.
24/10/2014 09h20 - Atualizado em 24/10/2014 09h20
Da France Presse
Israelenses protestam após morte de bebê em acidente com palestino nesta quinta-feira (23) em Jerusalém (Foto: Sebastian Scheiner/AP)Israelenses protestam após morte de bebê em acidente com palestino nesta quinta-feira (23) em Jerusalém (Foto: Sebastian Scheiner/AP)
O acesso à mesquita de Al-Aqsa, na cidade velha de Jerusalém, ficará restrito nesta sexta-feira (24), dia de oração, devido aos confrontos ocorridos na noite de quinta-feira (23), anunciou a polícia israelense.
Os palestinos menores de 40 anos não poderão entrar na Esplanada das Mesquitas, convertida em cenário de confrontos constantes, indicou a porta-voz da polícia, Luba Samri, atribuindo a decisão aos possíveis distúrbios que ocorrerão após a oração tradicional de sexta-fera.
Esta proibição acontece 36 horas depois que um palestino jogou seu carro contra pessoas que se encontravam em uma rua de Jerusalém, matando um bebê israelense.
A polícia israelense afirmou na véspera que aplicará 'tolerância zero' ante qualquer tipo de violência em Jerusalém.
Em um comunicado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também advertiu contra qualquer tentativa de ataque em Jerusalém.
O jovem palestino que matou o bebê e feriu seis pessoas na quarta-feira em Jerusalém faleceu na quinta-feira, segundo o hospital. Um policial baleou o jovem, quando ele tentava fugir a pé depois de lançar o veículo contra várias pessoas que estavam em um ponto de ônibus.
O ataque matou a pequena Haya Zissel Braun, que tinha nacionalidade americana, e feriu gravemente a equatoriana Karen Mosquera, 22 anos.
Netanyahu acusou diretamente o líder palestino, Mahmud Abbas, de instigar esse tipo de ataque.
O primeiro-ministro se referia à suspeita de que o jovem pertencia ao Hamas, movimento considerado radical por Israel e que governa Gaza. Após anos de rivalidade, Hamas e Fatah decidiram criar um governo de unidade.
Em julho e agosto, Israel realizou uma ampla ofensiva contra o Hamas, que terminou com 2.200 palestinos mortos, principalmente civis, e 73 falecidos do lado israelense, soldados em sua maioria.