quinta-feira, 30 de outubro de 2014

POR FAVOR GRANDE NAÇÃO DE ISRAEL... PARE ISSO... QUANTAS VIDAS ISRAELENSE JUDAICAS ÁRABES E OUTRAS SERÃO SACRIFICADAS SEM FINALIDADE PARA SUSTENTAR O TERRORISMO PALESTINO E O ANTISSEMITISMO MUNDIAL? MARCHEM CORAÇÕES E MENTES UNOS PELA HEGEMONIA DO GRANDE ISRAEL BENÉFICOS A VÓS E MUITOS. NÃO SUSTENTAM EM PRISÕES BESTAS FERAS PRA DEPOIS SOLTÁ-LAS E SEREM DEVORADOS POR ELAS. EM POUCOS DIAS É O SEGUNDO CASO DE UM ASSASSINO BESTIAL QUE NÃO DEVIA ESTAR VIVO CEIFAR VIDAS QUE NÃO MERECEM MORRER DE FORMA BANAL


http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2014-10-30/policia-de-israel-mata-palestino-suspeito-de-atirar-em-ativista-judeu.html

Polícia de Israel mata palestino suspeito de atirar em ativista judeu

Segundo a polícia, Moataz Hejazi ficou 11 anos priso e foi solto em 2012; vítima, Yehuda Klick está internado em estado grave

Reuters |  - Atualizada às
Reuters
A polícia de Israel matou nesta quinta-feira (30) um homem que disparou contra policiais ao resistir à prisão em Jerusalém Oriental depois de ter tentado assassinar um ativista israelense de extrema-direita, informou a polícia.
Foto: Reuters
Israelenses erguem bandeiras nacionais ao lado de policiais em área de Jerusalém onde um ativista de extrema-direita foi baleado (29/10)

"Unidades da polícia antiterrorista cercaram uma casa no bairro de Abu Tor e prenderam um suspeito da tentativa de homicídio de Yehuda Glick, imediatamente ao chegaram eles foram alvo de tiros. Eles responderam aos disparos e mataram o suspeito", disse o porta-voz da polícia Micky Rosenfeld.
Um site oficial do Hamas identificou o homem que foi morto como Moataz Hejazi, de 32 anos, que passou 11 anos em uma prisão israelense e foi solto em 2012. Glick ficou gravemente ferido devido aos tiros levados em Jerusalém, na quarta-feira, enquanto deixava uma conferência promovendo a campanha judaica para permitir orações em um local da Cidade Velha que é um ponto de tensão já que judeus e muçulmanos o consideram sagrado, disseram autoridades israelenses.
A polícia confirmou que um homem em um moto atirou e feriu o judeu, de cerca de 50 anos, no lado de fora do complexo Menachem Begin Centre, localizado perto da murada Cidade Antiga.
Jonathan Halevy, diretor do Hospital Shaarei Tzedek, disse que ele está em estado grave, mas estável, e foi submetido a uma cirurgia para cuidar dos ferimentos a bala no peito e no abdôme.
Os políticos israelenses e a imprensa do país disseram que Glick, nascido nos Estados Unidos, é um ativista proeminente na extrema-direita que busca garantir aos judeus a permissão de rezar no local conhecido para os judeus como Monte do Templo e para os muçulmanos como Santuário Nobre.
O complexo elevado de mármore e rocha é o terceiro local mais sagrado ao Islã e o mais sagrado no Judaísmo. Ele contém a mesquita do século 8 al-Aqsa e o Domo da Rocha dourado, onde é dito que o profeta subiu aos céus.
Desde o fim da guerra de Gaza em agosto, a tensão tem aumentado constantemente na parte árabe de Jerusalém, com conflitos quase diários entre as forças de segurança israelenses e manifestantes palestinos que atiram pedras e coquetéis molotov.
Um dos principais pontos da irritação palestina está no crescente número de visitantes judeus ortodoxos, incluindo alguns políticos, acompanhados pela polícia israelense para o complexo da Cidade Antiga.
"Este é um incidente muito sério", disse o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, na cena do incidente. "Vamos encontrar os responsáveis e puní-los."
Ainda que o complexo na Cidade Antiga seja administrado pelas autoridades religiosas da Jordânia, as forças policiais israelenses e palestinas cuidam da segurança do lugar. Os não-muçulmanos são autorizados a visitar sob forte monitoramento, mas não é permito que rezem, uma proibição no centro das tensões.