domingo, 19 de outubro de 2014

POR IEHOUAH. EM PARTES: DESDE QUANDO ISRAEL E ANTES OS JUDEUS CONTAM COM APOIO MUNDIAL? NOSSOS POVOS TENTARAM SEMPRE DESTRUÍ-LOS, INCOMODADOS COM O MONOTEÍSMO ESTRITO E PARTICULAR DELES. QUANDO ODIAMOS, DESPREZAMOS OU ANULAMOS O MUNDO JUDEU E POR SUA VEZ SIONISTA É SOBREMANEIRA PELO NOSSO COMPLEXO DIANTE DE QUEM É NOTÁVEL NA ARTE DA SOBREVIVÊNCIA ATRAVÉS DE SUA INCOMUM CRENÇA OU À SOMBRA DA MESMA. PRECISA DE AJUDA PRA RESGATAR 3.700 ANOS DE HISTÓRIA, ONDE TENTAR DESCARTAR O ANTIGO TESTAMENTO SEPULTA ATÉ MESMO DOIS MIL ANOS DE HISTÓRIA HUMANA? OU OS EVENTOS DESDE 1890 D.C SÃO TAMBÉM DESCARTÁVEIS? SÓ PORQUE OS QUE SE DIZEM PALESTINOS JOGAM MÍSSEIS EM CRIANÇAS E MULHERES, USAM OS SEUS COMO ESCUDO, CHORAM E ROSNAM PRA CRIAR UM ESTADO TERRORISTA FUNDAMENTALISTA DENTRO DE UM ESTADO SIONISTA DEMOCRATA? NÃO NOS DIGAM QUE SÃO DOUTORES, POIS QUEREMOS IMAGINÁ-LOS COMO IGNORANTES INOCENTES. QUEM ESTÁ CONTRA ISRAEL? PRIMEIRO OS MESMOS FÓBICOS DE SEMPRE. ENTÃO MUITA GENTE QUE ANDA DE MAL COM A VIDA. TENHO AMIGOS ANTISSEMITAS QUE AMO E ME RETRIBUEM AMOR, MAS ELES ESTARIAM MUITO MELHOR COM ALGO DO SIONISMO OU DA CULTURA HEBRAICA. ALÉM DO QUE, SE ISRAEL ANDAR COM IEHOUAH, NÓS SIONISTAS GLOBAIS SEREMOS COM ELE E NENHUMA COLEÇÃO DE TROPAS OU MEDIDAS INJUSTAS PODERÁ NOS DETER, POIS EM IEHOUAH SOMOS AS PEÇAS CONSTRUTORAS DA LEGÍTIMA HUMANIDADE


http://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/16/opinion/1413486211_960080.html

COLUNA

O tempo de Israel está se esgotando

Governos europeus não querem defender o indefensável


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Primeiro foi o novo Governo sueco, que, no dia 2 de outubro,anunciou que reconheceria o Estado palestino. Depois, veio o Parlamento britânico que, em uma votação imposta pelos parlamentares trabalhistas na segunda-feira, se posicionou — 274 votos contra 12 — a favor do mesmo reconhecimento. A decisão sueca não foi improvisada e nem surgiu do vazio, pois, sua nova ministra de Relações Exteriores, Margot Wallström, foi comissária europeia e conhece perfeitamente a posição da UE sobre a questão e quais são as consequências desta decisão unilateral por parte da Suécia. Algo parecido pode ser dito em relação ao Parlamento britânico: o Reino Unido não é apenas um dos países que mais apoiaram Israel nas últimas décadas, mas também um dos mais sensíveis diante do terrorismo jihadista. O fato de Ed Miliband, líder da oposição em um país com assento permanente no Conselho de Segurança, se juntar a essa demanda de reconhecimento unilateral é um reflexo do rumo que as coisas estão tomando para o Governo israelense.

Israel sempre viveu sob uma ameaça existencial. Houve um tempo em que a hostilidade de seus vizinhos árabes, empenhados em negar sua existência, foi motivo que não gerou dúvidas na hora de recorrer à guerra. Depois, foi o terrorismo do Hamas e outras organizações semelhantes que semearam atentados suicidas em Israel. Finalmente, foram as palavras do então presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, negando o Holocausto e apoiando o desenvolvimento de um programa nuclear militar que geraram indignação. Mas, enquanto Israel derrotava militarmente seus vizinhos, bloqueava os terroristas com uma série de muros e conseguia fazer com que a comunidade internacional (China e Rússia incluídas) se unisse para forçar os iranianos a cancelarem seu programa de enriquecimento de urânio, o país negava o fato de como o apoio internacional estava se esgotando até praticamente desaparecer.

A última campanha militar israelense em Gaza, com odesastroso balanço de vítimas civis que deixou para trás, foi a gota d´água que transbordou o copo da paciência de muitas chancelarias europeias. Os Governos europeus, e até o pró-israelense Governo norte-americano, estão fartos de ter que defender o indefensável. Ao descontentamento com Israel por seus excessos em Gaza se soma agora a retomada do programa de assentamentos e do confisco de terras na Cisjordânia, uma medida que mostra a impunidade do Governo de Netanyahu, convencido de haver tomado as rédeas em relação aos europeus e de poder comandá-los de acordo com seus desejos.

Em todas estas idas e vindas, Israel vem se esquecendo de algo essencial: a perda de legitimidade internacional é tão ou mais perigosa que todas essas ameaças existenciais. Na mente de muitos, já faz tempo que Israel, em seu trato com os palestinos, cruzou a linha que o coloca do mesmo lado de regimes como o da África do Sul do apartheid. Agora, essas atitudes, internamente críticas, mas silenciosas em público, estão emergindo, tornando-se conhecidas e se convertendo em políticas de reconhecimento unilateral da Palestina. Instalado em uma falsa sensação de segurança, Israel não parece notar a mudança na percepção da opinião pública europeia e suas consequências. Mas a realidade é que seu tempo está se esgotando e que, se continuar assim, acabará sendo um país pária, isolado e empestado internacionalmente.

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