domingo, 2 de novembro de 2014

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China vai enviar militares de elite para ajudar a combater ebola na Libéria
Centro médico será aberto em um mês, segundo governo. Alguns críticos atacaram Pequim por não ajudar na hora da necessidade.
31/10/2014 08h16 - Atualizado em 31/10/2014 08h16
Da Reuters
Infográfico sobre ebola, V6 (Foto: Infográfico/G1)
China enviará uma unidade de elite do Exército Popular de Libertação para ajudar a Libéria a combater o ebola, anunciou o Ministério das Relações Exteriores chinês nesta sexta-feira (31), respondendo a um apelo das Nações Unidas por um maior esforço global contra o vírus na África Ocidental.
Os Estados Unidos têm liderado a resposta internacional para tentar impedir a propagação da doença, que já matou cerca de 5 mil pessoas, enviando milhares de soldados e comprometendo cerca de US$ 1 bilhão, enquanto a China tem recebido críticas por não ter feito o suficiente.
O esquadrão do Exército, que tem experiência no enfrentamento a doenças devido a um surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) em 2002, vai construir um centro de tratamento de 100 leitos na Libéria, a primeira instalação desse tipo nos três países mais afetados pelo ebola a ser construída e gerida por uma país estrangeiro, disse Lin Songtian, diretor-geral do Departamento de Assuntos Africanos do ministério.
O centro médico será aberto para operação no espaço de um mês, disse ele a jornalistas em Pequim. A China também irá enviar 480 profissionais de saúde do Exército para tratar pacientes de Ebola, acrescentou.
Ajuda tardia
Essa é a primeira vez que a China envia uma unidade inteira de forças de prevenção de epidemias e equipe de saúde militar ao exterior, disse Lin.
A China é o maior parceiro comercial da África, tirando proveito dos recursos naturais do continente para sustentar seu próprio crescimento econômico ao longo das duas últimas décadas. Alguns críticos atacaram Pequim por não ajudar na hora da necessidade na África.
"A assistência da China não vai parar até que a epidemia de Ebola seja erradicada na África Ocidental", disse Lin.
Balanço
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novo balanço esta semana, em que relata um total de 4.920 mortes e 13.703 casos nos oito países afetados pelo surto até 27 de outubro.
A agência das Nações Unidas afirmou ter tentado atualizar seus dados depois que exames laboratoriais descartaram muitos diagnósticos falsos --mortes "prováveis" e "suspeitas" que na verdade não foram causadas pelo vírus.
Números da epidemia
Desde março, foram registrados casos de ebola em oito países. Dois desses países, Nigéria e Senegal, já estão livres da doença. Veja, abaixo, detalhes dos locais com casos de ebola:
Guiné: Foram 1.906 casos - entre confirmados, prováveis e suspeitos - e 997 mortes provocadas pelo ebola.
Libéria: Foram 6.535 casos - entre confirmados, prováveis e suspeitos - dos quais 2.413 levaram a mortes.
Serra Leoa: Foram 5.235 casos - entre confirmados, provaveis e suspeitos - e 1.500 mortes pela doença.
Espanha: Houve um caso da doença e a paciente se recuperou.
Estados Unidos: Foram quatro casos diagnosticados no país: um paciente morreu.
Nigéria: Foram 20 casos de ebola - entre confirmados e prováveis - que levaram a 8 mortes. O país já está livre da doença.
Senegal: Houve apenas um caso da doença e o paciente se recuperou. O país já está livre da doença.
Mali: Foi constatado um caso de contaminação, uma criança, que morreu vítima da doença

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