terça-feira, 11 de novembro de 2014

ASSASSINAR CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS A PONTO DE EXPOR CABEÇAS, TORTURAR, ROUBAR, ESCRAVIZAR E ESTUPRAR QUEM ACHAR PELA FRENTE É A FÉ DESSA GENTE! POR MUITO MENOS HIROSHIMA E NAGASÁQUI FORAM PELOS ARES, OBJETÁVEL QUE SEJA, FREOU A MONSTRUOSIDADE DE HITLER SOMADA COM HIROITO E MUSSOLINI. O QUE O MUNDO DE HOJE VAI FAZER? ASSIM COMO TENTA OBRIGAR ISRAEL A SER TORTURADO, ESTUPRADO E MORTO PELOS PALESTINOS QUE NUNCA FORAM DALI, VAI ESPERAR QUE OS CANALHAS DE LÁ VENHAM APRONTAR CÁ?









ESTADO ISLÂMICO

‘Jihadistas’ do EI torturaram dezenas de adolescentes de Kobane, na Síria

Os 'jihadistas' do grupo Estado Islâmico espancaram e torturaram dezenas de adolescentes de Kobane, que raptaram antes de início do cerco à cidade curda síria.

Estado Islâmico tortura adolescentes na SíriaPATRICK SEEGER/EPA
Autor
  • lusaAgência Lusa
Os ‘jihadistas’ do grupo Estado Islâmico (EI) espancaram e torturaram dezenas de adolescentes de Kobane, que raptaram antes de início do cerco à cidade curda síria, acusou esta segunda-feira a organização Human Rights Watch (HRW). Os rapazes, entre os 14 e os 16 anos, integravam um grupo de 153 jovens sequestrados pelo EI a 29 de maio, quando regressavam a casa em Kobane.
Os últimos 25 a serem libertados, a semana passada, contaram terem sido regularmente espancados com tubos e cabos elétricos e forçados a verem vídeos de decapitações e de ataques realizados pelos seus captores, indicou aquela organização de defesa dos direitos humanos num comunicado.
“Desde o início da revolta síria, as crianças, em particular, sofreram os horrores da prisão e da tortura, primeiro por parte do governo (do presidente sírio Bashar al) Assad e agora do EI”, declarou Fred Abrahams, responsável pelos direitos das crianças na HRW. Segundo os testemunhos de quatro dos jovens, os ‘jihadistas’ espancavam os rapazes que tentavam fugir ou que não respeitavam completamente as regras impostas durante um “curso” de religião.
Os detidos próximos dos combatentes das Unidades de Proteção do Povo (YPG), a milícia armada curda que defende Kobane, eram particularmente visados, disseram. “Pediam-lhes as moradas das suas famílias, primos ou tios e diziam ‘quando formos a Kobane, vamos apanhá-los e retalhá-los’. Eles consideravam a YPG como ‘kafir’ (ateus)”, contou um rapaz de 15 anos.
Os jovens disseram ainda que só eram alimentados duas vezes por dia, que eram obrigados a rezar cinco vezes por dia e a ter aulas de religião, bem como que os seus captores eram sírios, jordanos, líbios, tunisinos e sauditas. O grupo Estado Islâmico é acusado de numerosos abusos, violência e tortura contra as populações civis quer na Síria, quer no Iraque.


UM COMENTÁRIO

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INTERNACIONAL

Estadão Conteúdo
Um organização baseada na península do Sinai que realizou diversos ataques contra agentes de segurança no Egito jurou lealdade ao grupo Estado Islâmico. O anúncio, realizado por meio da conta do grupo no Twitter, reflete a ascensão regional dos rebeldes extremistas, que demandam a fidelidade dos muçulmanos pelo mundo.
Os Ansar Beit al-Maqdis publicaram um áudio no domingo informando que seriam leais ao líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, afirmando que este havia sido escolhido por Deus para estabelecer um novo califado após os muçulmanos sofrerem décadas de humilhação.
"Portanto, não temos alternativa senão jurar lealdade ao califa... Escutá-lo e obedecê-lo... E convocar todos os muçulmanos para a jurar lealdade a ele", afirma uma voz não identificada na gravação. A mensagem também instiga os egípcios a se levantarem contra "o tirano", em aparente referência ao presidente Abdel-Fattah el-Sissi, que foi eleito neste ano após a deposição do presidente islâmico Mohammed Morsi em julho de 2013. Fonte: Associated Press.
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Principal grupo jihadista do Egito jura lealdade ao Estado Islâmico
Ansar Beit al-Maqdis era até agora vinculado à Al-Qaeda. Gravação com declaração foi divulgada nesta segunda.
10/11/2014 06h16 - Atualizado em 10/11/2014 06h16
Da France Presse
O Ansar Beit al-Maqdis, principal grupo jihadista egípcio e que até agora estava vinculado à Al-Qaeda, jurou fidelidade à organização Estado Islâmico (EI), segundo uma gravação de áudio divulgada nesta segunda-feira (10).
"Anunciamos que juramos fidelidade ao califa Ibrahim Ibn Awad [...] para ouvi-lo e obedecê-lo", afirma a gravação, divulgada no Twitter, em referência ao líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi.
Desde que o presidente islamita egípcio Mohamed Morsi foi destituído pelo exército em julho do ano passado, o grupo executou ataques na península do Sinai que mataram vários policiais e soldados.
"São nomes diferentes para os mesmos terroristas", disse à AFP o porta-voz do ministro egípcio do Interior, Hany Abdel Latif .
O Ansar Beit al-Maqdis, que significa 'Partidários de Jerusalém', foi formado durante o vazio de poder registrado após a queda do regime de Hosni Mubarak, em 2011.
O grupo executou vários ataques na fronteira com Israel e contra soldados e policiais egípcios. A meta é estabelecer a lei islâmica e vingar os islamitas que morreram na repressão após a queda de Morsi.
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