quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Até quando Rodrigo Constantino? Até conseguirem o que querem. E aí?









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Rodrigo Constantino

Análises de um liberal sem medo da polêmica

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17/09/2014 às 9:33 \ Cultura, Democracia, Guerras
“Israel é multiétnico e multicultural”, diz embaixador de origem islâmica




Em entrevista ao GLOBO, o novo embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour, que foi o primeiro diplomata não judeu no país, atesta: lá há várias etnias convivendo pacificamente em ambiente democrático. Nada novo para quem conhece minimamente os fatos, mas talvez um choque para quem apenas repete os chavões que escuta da esquerda radical e antissemita. Diz ele:

Conte algo que não sei.

Como o Brasil, Israel tem uma população multiétnica e multicultural. Quase 1,5 milhão de árabes são cidadãos. Há drusos, cristãos, africanos. Temos imigrantes de 70 países do mundo.

Quantos diplomatas não judeus há hoje em Israel?

Atualmente, 15. A ideia hoje é ter mais minorias. Há uma embaixadora de origem etíope. Israel tem 200 mil imigrantes vindos da Etiópia.

Como foi crescer numa comunidade árabe em Israel?

Foi complicado. Fora da fronteira, os drusos são inimigos de Israel. Se há homens-bomba, andar na rua tendo rosto e nome árabes é um perigo. A gente pode ser vítima de um terrorista palestino ou das forças de segurança.

Como vivem os drusos?

Vivem em Israel, Líbano e Síria. Em mil anos, sempre foram perseguidos. Em Israel, são120 mil. O grupo é bem ativo em política e no Exército. No Parlamento anterior, havia seis membros. No Exército, são a única minoria que tem serviço militar obrigatório de três anos, como os judeus. As demais minorias árabes podem servir voluntariamente.

Qual a sua missão, num momento de certa tensão das relações entre Brasil e Israel?

Fazer com que mais gente conheça a outra cara de Israel, onde temos de 60 mil a 70 mil pessoas de origem brasileira e, aqui, cerca de 200 mil judeus.

Despolitizar as relações?

De certa forma. Mas também esclarecer algumas coisas. Sinto que no Brasil as pessoas não sabem que a sociedade israelense não é contra o povo palestino. Já negociamos paz, buscamos formas de criar um Estado. O maior problema é que há grupos que defendem seus interesses usando o povo palestino, que é, sobretudo, vítima de grupos radicais e líderes extremistas de fora cuja política declarada é a destruição do Estado de Israel.

Como avalia a ascensão do Estado Islâmico?

Podem mudar o mapa do Oriente Médio. Para eles, não há fronteiras. Querem criar um califado com 22 países e recriar o império islâmico, retomar Espanha, Portugal e Sul da França e converter o mundo todo. É um fenômeno muito perigoso e cruel, genocida. São muito piores que a al-Qaeda.

Agora pergunto: será que há judeus em ascensão profissional, participando do governo ou vivendo pacificamente no lado palestino? Acho que isso diz muito sobre cada lado, não é mesmo? Até quando a esquerda vai alimentar esse ódio ao único país genuinamente democrático e avançado na região? Até quando vão tomar o partido dos que querem destruir esse país?

Rodrigo Constantino

Tags: Israel, Reda Mansour



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15 Comentários


Nilson Fa -

19/9/2014 às 0:36

Leonardo, os drusos são uma seita muçulmana que visava reunificar todas que haviam se formado porém, derrotados, resolveram que já haviam feito todo o possível e decidiram não mais lutar por aquilo (Wikipedia) Duas curiosidades a se confirmarem: 1-ninguém pode converter-se a druso, tem que nascer druso. 2-faz parte de ser druso a total lealdade ao país a que pertençam, donde a posição deles em Israel assim como a rejeição a Israel de grande parte dos drusos do Golan, tomado da Síria, pois seguem leais à Síria.


Augusto -

18/9/2014 às 22:12

Condenei o USO DESPROPORCIONAL DA FORÇA ISRAELENSE SOBRE OS PALESTINOS.
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Mas o que esse grupo Estado Islâmico está fazendo na região é uma indescritível barbárie. Ele deve ser esmagado como um inseto pelas forças democráticas. Isso será feito em breve.
.
Porém, o que mais me preocupa é reconstruir aquela região, estabilizando-a. Esse é o grande desafio.
.
O Sr. W. Bush deixou como legado, pelo menos, 50 anos de instabilidade mundial. Saddam era um grande fator de equilíbrio na região. Era o mal necessário!!!


Paulo Rocha -

18/9/2014 às 19:06

MEU ÚNICO CONSOLO QUANDO E SE ESSA EXCRESCENCIA DE “ESTADO ISLAMICO” OU “CALIFADO” É QUE AO MEU LADO BALANÇANDO NA FORCA(AFINAL SOU CRISTÃO E NÃO VOU RENEGAR MINHA FÉ)VÃO ESTAR O SR JEAN WILLYS(ASSIM COMO TODOS OS HOMOSSEXUAIS)O SR FREIXO(COMO TODO COMUNISTA)E DILMA ROUSSEF E LULA (COMO APÓSTATAS) E A SRA MENECUCCI(COMO ABORTISTA E FEMINISTA).
ESSA RAÇA DE ESQUERDISTAS E MINORIAS SÃO TÃO CEGAS EM SEU ÓDIO BURRO CONTRA O CRISTIANISMO E A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL QUE NÃO VEEM QUE OS PRIMEIROS A IREM PRA VALA SERÃO ELES.


Vania -

18/9/2014 às 8:46

Observem o seguinte panorama: – O EI quer reunir 22 países num só califado e retomar parte da Europa. – Aqui no Brasil existe a intenção de toda a América Latina (AL) unir-se num regime socialista radical, e pior: está conseguindo. – Paralelo a isso, socialistas e islâmicos, ambos radicais, são simpáticos entre si e anti-americanos. – Os EUA estão fazendo vista grossa para o avanço dos comunistas na América Latina, desde o início do Foro de São Paulo, lá nos idos de 1990.- O Brasil, queira ou não, é uma liderança aqui na AL e depois que tornar-se efetivamente socialista, arrastará consigo todas as nações latino-americanas, formando um continente comunista e miserável, no quintal dos EUA. – No mundo, o Brasil é a 6ª maior reserva de urânio. – O Brasil tem tecnologia para enriquecer urânio e fabricar, em pouco, tempo uma ogiva nuclear, lembrando que países socialistas radicais não costumam respeitar tratados internacionais (afinal de contas eles são revolucionários). – Tornando-se comunista, o compromisso que o Brasil assumiu de não proliferação de armas nucleares, poderá no futuro, ser jogado no lixo. – A partir daí dá pra imaginar a tragédia mundial que poderá ocorrer em breve. – Para finalizar: está mais que na hora de pararmos com essa doença esquerdista radical, expurgar o PT do poder, diminuir o número de partidos políticos e criminalizar radicalismos seja de esquerda ou direita. Não sou religiosa, mas concordo com o que prega o budismo: sempre devemos seguir o caminho do meio.


Leonardo (não o Boff) -

18/9/2014 às 8:35

Os Drusos são muçulmanos ou não?


Arthur Barreto -

18/9/2014 às 8:17

Rodrigo, a sua pergunta ao final parece não ser difícil de responder, e a resposta parece ser sempre, pois ódio é o que os alimenta a esquerda. Como diz de forma brilhante nosso célebre Luiz Felipe Pondé, o problema da esquerda é antes de tudo moral. O que nos resta é alertar, como bem você faz, aos incautos e inocentes úteis (quando não idiotas mesmo) a que tipo de agenda estão se aliando ao compactuar com essa ideologia satânica e não sejam assim co-responsáveis pelas consequências que podem advir dessas más ideias. As más ideias devem ser combatidas, visto que podem ter efeitos devastadores na vida prática. A história, não muito longe, nos dá exemplo disso vide nazismo, comunismo, etc, mas o problema de muitos parece ser crônico, pois não querem ou não conseguem enxergar dois palmos na sua frente, preferem a mentira ao invés da verdade, detém a verdade pela injustiça.


NILSON FA -

17/9/2014 às 21:08

Augusto, fale por si mesmo o que quiser pois não corresponde à realidade. O erro do professor foi o mesmo que o teu: ‘Os judeus’. Essa categoria só existe na tua imaginação. O povo judeu e o judaismo são outra estória mas você não usa pra não recair em racismo. O professor nunca poderia comparar judeus à nazistas pois são duas categorias distintas. Ele poderia ter dito ‘os judeus fazem hoje o que os cristãos fizeram com eles’ (ooops) ou ‘os judeus fazem hoje o que os alemães fizeram com eles (ooops2) ou ‘os sionistas fazem hoje o que os nazistas fizeram a eles’, tudo errado mas pior mesmo é comparar um povo com um movimento político. Mas pro professor (nota zero pra ele) existe algo chamado ‘os judeus’, que só povoa as mentes mais racistas e preconceituosas.


Jorge Alberto Escosteguy -

17/9/2014 às 16:51

Prezado Rodrigo:
Israel: anão geográfico mas gigante diplomático, tecnológico, cultural e militar.
Me lembra alguma coisa!
Um abraço.


Augusto -

17/9/2014 às 16:14

Augusto – 17/09/2014 às 16:02
.
Correção: “…EXPLORAÇÃO POLÍTICA E ECONÔMICA…”


Augusto -

17/9/2014 às 16:02

__________________________________________
ALGUNS INSIGHTS SOBRE OS JUDEUS E ISRAEL.
__________________________________________
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Fico impressionado como imperam a CENSURA e a ESPIRAL DO SILÊNCIO a respeito desse tema na mídia!
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Parece que os judeus são os únicos que não podem ser criticados!
.
Este blog mesmo critica o chamado COITADISMO, a estratégia de VITIMIZAÇÃO. Hoje seguida pelo racialismo negro e movimento LGBT. Pois bem, quem começou a fazê-la mundialmente?
.
Os judeus! Mais especificamente, os judeus de Hollywood através de incontáveis filmes sobre o Holocausto e sobre preconceito antissemita. Aqui, cabe uma explicação: não estou a dizer que o fato em si, o Holocausto, não tenha sido suficientemente trágico na história mundial para produzir incontáveis vítimas, físicas e mentais. O meu foco é outro: é criticar A EXPLORAÇÃO POLÍTICO E ECONÔMICA DO FATO!
.
Este blog também critica a estratégia do COLETIVISMO. Hoje seguida por ambos movimentos supracitados, além dos tradicionais movimentos sindicais e esquerdistas. De novo, quem começou tal estratégia? Bingo(!)… os judeus, como forma de crescimento econômico e social.
.
Um parênteses… (Foi através dessa estratégia coletivista, que pende, quase sempre, ao autoritarismo, que a FIERJ perseguiu recentemente um professor do Colégio Andrews apenas porque ele fez uma questão crítica sobre Israel. Ok, pode-se não concordar com a abordagem da questão, que comparava os judeus aos nazistas, mas daí perseguir o professor? Que história é essa? Acima dos interesses da comunidade judaica existe, neste País, uma Constituição, que garante ao professor a liberdade de ensinar e o pluralismo de ideias dentro da sala de aula!!!)
.
Continuando… Desse modo, seguindo a estratégia coletivista, acabam por praticar o que chamo de PRECONCEITOS ÀS AVESSAS, ou seja, não discriminam diretamente alguém por não ser judeu, mas, à medida que favorecem uns aos outros (por serem judeus!), principalmente, quando em concorrência com outro irmão nacional seu (judeu brasileiro e brasileiro não judeu, por exemplo), acabam por, inexoravelmente, discriminar os demais não judeus.
.
Um exemplo do dia a dia: um judeu dono de uma empresa vai contratar um gerente. Apresentam-se dois candidatos com qualificação semelhante, um judeu outro não judeu. Adivinhem quem será escolhido? Eu não tenho dúvidas de que será o candidato judeu, mesmo que o patrão sequer o conheça anteriormente. O fato de ser judeu vai ser, talvez, o critério mais relevante de escolha.
.
Agora, não presumam que, por possuir tal pensamento crítico a respeito dos judeus, eu não reconheça a importância de Israel com verdadeiro ANTEPARO DE PROTEÇÃO DOS VALORES CIVILIZACIONAIS OCIDENTAIS no Oriente Médio contra o avanço dos radicais islâmicos.
.
Pena que Israel seja uma democracia interna e uma ditadura externa, mas, neste último aspecto, a própria Jihad islâmica contribui muito para o recrudescimento da política externa israelense. Portanto, o fato de Israel ser uma ditadura externa não é responsabilidade exclusiva dos israelenses, mas também de seus incansáveis inimigos.


Paulo Painho -

17/9/2014 às 12:47

O coitadismo aliado ao islamismo vai gerar “genocismo” em larga escala. O mundo precisa enxergar assa corja como ela é e largar o pau em cima.


Flora -

17/9/2014 às 12:20

Bravo Reda Mansour, mas o problema das esquerdas é ter de admitir que o capitalismo e democracia funcionam,e que em 70 anos Israel conseguiu construir um país multi étnico, multi cultural e democrata. Israel floresce. O problema dos esquerdoides é ter de admitir que o comunismo é um fracasso e a única arma deles para se manter no poder é o marketing mentiroso. Alem de um anti semitismo visceral e ignorante herdado através de lavagem cerebral.


geroldo zanon -

17/9/2014 às 12:17

Os ISLAMICOS e MUÇULMANOS não gostão de ISRAEL cada vez que metem a bobo saim apanhando


roby -

17/9/2014 às 11:58

Você esqueceu de mencionar que Reda Mansour é druso e, além de diplomata, é também historiador e poeta (tem três livros de poesia publicados). O sujeito estudou espanhol na Universidade de Salamanca, tem um PhD no Departamento de História do Oriente Médio da Universidade de Haifa e é pós-graduado na Universidade de Harvard. Como se não bastasse, também leciona na Universidade Hebraica de Jerusalém. Bastante “diferenciado”, não é mesmo?
Será que em qualquer país muçulmano um judeu — ou, a rigor, alguém de qualquer etnia estranha — teria tais incentivos para se elevar tanto?


Mauricio Rotta -

17/9/2014 às 11:46

Ótimo, Israel precisa mostrar ao mundo que não é o demonio que os doentes de esquerda pregam.




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