domingo, 2 de novembro de 2014

ENQUANTO ISRAEL PRODUZ VIDA E RESSURREIÇÃO, PALESTINOS E ANTISSEMITAS REPRODUZEM MORTE E ESTAGNAÇÃO






terça-feira, 28 de outubro de 2014


O Mar Morto como nunca o viu

A elevada salinidade do Mar Morto torna fácil boiar...

Ori Aloni lançou recentemente este vídeo que mostra a beleza do Mar Morto, que, com o Rio Jordão, é fronteira entre Israel e a Jordânia. É famoso por ser o lugaronde o Rei David procurou refúgio e por ter sido usado como um recurso de saúde pelo Rei Herodes.

Além de ser um grande fornecedor debálsamos e suprimentos médicos, descobriu-se recentemente que há, de facto, a vida no Mar Morto.


O Mar Morto é, na realidade, um lago. É abastecido pelo Rio Jordão e é o ponto mais baixo da Terra. Mais acima, pode-se ver o Mar da Galileia, mais pequeno:
  


Pesquisadores descobrirammicroorganismos e nascentes subterrâneas nos níveis mais profundos do ponto mais baixo daTerra.

Chamar 
"morto" ao Mar Morto é um termo impróprioEste lago salgado localizadono ponto mais baixo na terra, abrangendoIsrael e Jordâniacontém vida. Não tempeixes grandesnem atrai gaivotassedentas, mas um novo estudo sugere que é palco de vida e rico em microrganismos, alguns nunca antesdescritos pela ciência.

Mil israelitas tiraram a roupa no Mar Morto, em nome da arte de SpencerTunick, que também já cá fotografou.

Poucos dias depois de o fotógrafo americano Spencer Tunick ter fotografado o "strip" de 1.000 voluntáriosno Mar Mortouma equipa de pesquisadores israelitas e alemães anunciou algumas descobertasemocionantes de uma expedição de pesquisa de Verão: micro organismosque se apresentam como tapetes microbianos fotossintéticos sobre 150metros da costa, a 30 metros de profundidade desse mar rico em minerais.


 Beleza e Vida
  

Depois de uma proliferação de algas em1992, após uma forte chuvada, os cientistas já sabiam que poderia havervida no Mar Morto, mas onde e como, não sabiam.
 
Mar Morto é um ambiente hostil para as formas de vidae alguns biólogos estavaminteressados ​​em estudar os limites inferioresde difícil acesso. Somentemergulhadores especializados podem ir até às partes mais profundas do Mar Mortomesmo na superfície, os nadadores são advertidos para não colocarem a cabeça debaixo de água.  



Trabalho em condições extremas
  
Pesquisadores do Instituto Max Planckde Microbiologia Marinha de Bremen, na Alemanha; da Universidade Hebraica deJerusalém e da Universidade Ben-Gurion, em Beersheva, localizaram uma nova série de fontes subaquáticas no Mar Morto. E em torno delas descobriramnovas formas de vida.

A descobertadiz Danny Ionescu do Instituto Max Planckabre uma série de novas questões para os microbiologistasque estudam a sobrevivência de organismos em ambientes agressivos.

"Estou interessado em ambientes extremos,e já estudei nascentes termais na Jordânia", disse Ionescu"O Mar Morto é um ambiente extremo devido à sua altasalinidade e composição do sal. Estamos sempre a aprender como é que os organismos, especialmente em micro ambienteslidam com o ambiente do Mar Morto. Até agora, tem sido quase sempreum trabalho aborrecido".

Vale a pena lutar

O Mar Morto está a perder a sua água a uma taxa rápidadevido à secagem do rio Jordão e às indústrias químicas demineração no extremo sul do mar, que buscam brometo e fósforo.
 

"nível da água do Mar Morto estádefinitivamente em declínio, e isso é devidoa causas humanas", diz Ionescu"Se vai secar até tornar-se um pequeno lagoé discutível. Eventualmente, alcançar-se-áalgum equilíbrio, daqui a uns cem anos.Mas é definitivamente um ambiente quevale a pena preservar e pesquisar".

Os resultados destas pesquisas podem ter relevância nos estudos de viabilidade, que sugerem que a diminuição do nível das águas pode ser invertida com águabombeada do Mar Vermelho, a sul. Esse projecto potencial, o "Canal Morto-Vermelho"está a ser investigado pelo Banco Mundial como um projecto de pazpara impulsionar os laços económicos entre Israel e a sua vizinha Jordânia.
 

Os ambientalistas temem que a água do Mar Vermelho possa conter outrosmicroorganismos que possam prejudicaro frágil equilíbrio do Mar Morto.


Conciliar conservação e actividade económica é o desafio 

De acordo com Ionescutem havido vários estudos sobre o impacto damistura das duas águasAlguns nutrientes provavelmente chegarão ao Mar Morto através das futuras unidades de dessalinização do Mar Vermelho.Desde há muito que se sabe que a introdução de novas espécies em ambientes sem factores concorrentespode ter consequências destrutivas.

"Estamos perante uma fonte adicional deágua e microorganismos
", diz Ionescu"É verdade que eles provavelmente não sobreviverão no Mar Mortoporque é hostil.Mas, após cinco anos de reabastecimento, o Mar Morto ficará como era antes de 1979.Isso significará menos salinidade em cima, onde as novas águas poderão alterar o equilíbrio microbiano no Mar Morto".

Estas são as questões a que as pesquisas de Ionescu e seus homólogosisraelitas procuram responder, enquantoos estudos continuam.

Por Rivka Borochov 

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014


Islão significa "Paz"?


A "Paz" islâmica: Minutos após os atentados na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, o Hamas, a Jihad Islâmica e o Hezzbollah celebravam efusivamente. Como é habitual, foram distribuídos doces aos transeuntes. Sempre que há um atentado em Israel ou em qualquer parte do Mundo Livre, os islamistas rejubilam. O Ocidente, continua embalado, na  doce ilusão de que, se se portar muito bem e cumprir as ordens dos jihadistas, eles serão misericordiosos.

Uma das patranhas mais divulgadas pela Imprensa complacente e medrosa, pelos políticos maleáveis ao Islão, pela extrema-esquerda e pelos filo-muçulmanos em geral, é a de que Islão significa "Paz".

O Islão tornou-se um verdadeiro elefante na sala. Na Imprensa e na vida de todos os dias, o MEDO de chamar as coisas pelos nomes está a tornar-se sufocante.

O terrorismo e a barbárie islâmicos são quase sempre apresentados como"incidentes isolados", como "obra de pessoas desequilibradas" que "não compreendem o Islão", etc.. Sempre que há mais um atentado daqueles que a Imprensa não pode esconder, nem mascarar com as palavras "asiáticos", "militantes", "separatistas", "radicais", a regra é convidar um "académico" ou um clérigo islâmico e deixá-lo mentir até se fartar.

É das aldrabices preferidas (e muito usada pelo inefável aldrabão xeque David Munir) a de que a palavra Islão significa"Paz".




E, como deu na televisão e foi o xeque Munir que disse, de cada vez que a patranha é expelida, temos mais umas centenas de milhar de incautos enganados, repetindo uma grossa ALDRABICE. Que nem papagaios, coitados.
  
Pretendem os doutores em Islão que a raiz da palavraIslão é "al-Salaam", que é"paz" em Árabe.  

A raiz da palavra Islão é "al-Silm", que significa"submissãoou "rendição". E os muçulmanos que percebem alguma coisa da religião que professam (e/ou que obrigam os outros a professar), sabem bem que é assim. A famosa"mentira sagrada", a taquyiia, de que já falámos muitas vezes, é que os manda aldrabar o infiel.

O termo al-Silm (a submissão)não significa a mesma coisa que al-Salaam (a paz). 

Na óptica medieval e bárbara do Islão, não deixa de ser uma religião de paz. Mesmo que a jihad, a guerra santa muçulmana, imponha que o muçulmano tem o dever de submeter o infiel e de o obrigar a aceitar o Islão. Se este não aceitar, é morto, e... fica em paz! 

O encantador estudioso islâmico moderno IbrahimSulaiman afirma: "A Jihad nãoé desumana. Apesar da suaviolência e do necessário derramamento de sangue, o seuúltimo desejo é a paz, que é protegida e reforçada peloEstado de Direito."

"Direito" a que o grande"académico" se refere é aSharia, que prescreve maravilhas tais como a pena de morte para quem abandone o Islão ("crime de apostasia"), o estupro, a escravização e massacre dos infiéis, etc., o terrorismo em nome do deus Alá, etc..   

O Alcorão não só obriga os muçulmanos a submeterem-se ao deus Alá, como também lhes ordena que subjuguem as pessoas de outras religiões,até que elas fiquem num estado completo de submissão ao domínio islâmicoEssa obrigação inspirou a história agressivado Islão e o seu sucesso na conquista de outras culturas.
Este foi um post da série:


Fontes: 
COMO SERÁ O FUTURO DOS SEUS FILHOS?


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