domingo, 23 de novembro de 2014

יהוה Iehouah alechem Israel. Shalom e Mazal Tov. Aprovação do Projeto de Lei da Definição de Israel como Lar do Povo Judeu é um ato de incondicional lealdade ao Potentissimo Creador יהוה Iehouah Elohim Adonai Tseva'ot. A decisão do Parlamento Israelense refletirá o grau de maturidade e responsabilidade social e sagrada. Sionistas e cidadãos construtivos globais sabem e comprovam em palavras e atitudes que judeus ou conservadores são exemplos de justiça e equilíbrio cidadão, exigindo-se que os mesmos também sejam respeitados ou reajam ao desrespeito na medida necessária. Os israelenses têm o direito como sempre tiveram de ser o Israel bíblico ou construir quantos templos quiser, ainda que fosse preciso remodelar a nação. Também têm o pleno direito de ter população árabe, idioma árabe e cultura árabe em harmonia com inquestionáveis soberania israelense judaica sionista. O objetivo é justiça e igualdade plenos e reais superiores às decisões injustas e arbitrárias tomadas pela Onu, Europa ou Nações Árabes. Palestinos não precisam de criar estado dentro de um pra destruí-lo, pois os judeus não precisam como não precisaram, aceitram ser submissos e cooperaram gerando um lar perfeito também para árabes leais às condições adequadas e prevalecentes. É dessa atitude correta de vida que os Palestinos precisam e sem perceberem isso estão fadados a perder até aquilo que lhes é generosamente concedido por יהוה Iehouah, pelos israelenses e o mundo judeu.


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Israel aprova projeto que define país como 'lar do povo judeu'
Gabinete aprovou proposta com 14 votos a favor e seis contra. Criticos dizem que definição discriminará os 1,7 milhão de árabes no país.
23/11/2014 11h55 - Atualizado em 23/11/2014 12h21
Da France Presse
O Conselho de Ministros do governo presidido por Benjamin Netanyahu votou neste domingo (23) a favor de uma controversa proposta para fixar legalmente o status de Israel como o "Estado nacional do povo judeu", em detrimento de seu caráter democrático.
Após uma agitada reunião, o gabinete aprovou por 14 votos a favor e seis contra a proposta, que será votada no Parlamento. A ministra da Justiça, Tzipi Livni, e o das Finanças, Yair Lapid - ambos de partidos centristas -, se pronunciaram contra, segundo a imprensa.
As vozes críticas, incluindo o principal assessor legal do governo, consideram que esta nova definição terá efeitos legais e discriminará os 1,7 milhão de cidadãos árabes que vivem no país.
Se a proposta avançar, significará "a institucionalização do racismo, que já é uma realidade nas ruas, tanto na lei como no coração do sistema legal", adverte Majd Kayyal, membro do Adalá, uma organização de defesa da minoria árabe em Israel.
O procurador-geral israelense, Yehyda Weinstein, principal assessor legal do governo, também criticou a medida, impulsionada pelo partido de extrema-direita Likud do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Caminho da aprovação
O projeto de lei faz parte da política do Likud e do Yisrael Beiteinu desde o último mandato, e há meses é discutido para se chegar a uma fórmula de consenso para todos os partidos no governo.
Devido a um problema burocrático no processo de legislação, a proposta que o Conselho de Ministros aprovou é na realidade uma fusão de dois projetos de lei individuais da extrema-direita, que passarão agora a votação preliminar no Parlamento.
Quando o texto chegar ao Congresso, espera-se que Netanyahu modere os elementos notoriamente nacionalistas do projeto, de modo que o caráter judeu de Israel seja equiparável - e não superior - a seu caráter democrático, em uma mostra de respeito às minorias, essencialmente de origem árabe.
O projeto é visto com receio por estas porque que temem ver seus direitos civis afetados no futuro.
Netanyahu também deve eliminar a exigência de que o hebraico seja a única língua oficial do país, como cobrado pela extrema-direita.
A minoria árabe de Israel, que representa 20% da população, é descendente dos palestinos que ficaram em suas terras após a criação de Israel, em 1948.
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