terça-feira, 25 de novembro de 2014

יהוה Iehouah Tseva'ot sim יהוה Iehouah Dos Exércitos encarrega as próprias Moscas de exterminar a memória daquelas Pessoas, Deuses (as), Ideias e Ideais que tentam se opor a Israel com sua eterna capital una Jerusalém , o Sionismo e suas grandes multidões globais de apoiadores entre os quais os Seguidores de Yeshu'a Netser. O terror islâmico nomeado no Corão sumirá e as próprias Moscas remanescerão







Palestinos condenam projeto de lei que reforça caráter judeu de Israel
Segundo autoridades, medida é tentativa de matar solução de dois Estados. Texto foi aprovado pelo governo e será submetido ao Parlamento.
25/11/2014 13h32 - Atualizado em 25/11/2014 13h32
Da France Presse
As autoridades palestinas condenaram nesta terça-feira (25) um polêmico projeto de lei israelense para reforçar o caráter judeu do Estado hebreu, considerando ser uma tentativa de "matar a solução de dois Estados", israelense e palestino.
O governo israelense votou no domingo (23) a favor do texto, que será submetido à votação do Parlamento, e que propõe não definir Israel como um Estado "judeu e democrático", mas como "o Estado nacional do povo judeu".
A Organização de Libertação da Palestina (OLP) 'condenou fortemente' este texto, acusando-o de 'atirar para matar a solução de dois Estados, impondo a proposta de 'GrandeIsrael' e do judaísmo do Estado sob o solo da Palestina histórica'.
"Ao fazer do judaísmo a definição deste Estado, o projeto de lei acaba de forma unilateral com o reconhecimento mútuo concluído em 1993", durante os Acordos de Oslo sobre a autonomia dos palestinos, acrescenta a OLP.
A OLP denuncia o "racismo ideológico" do texto, apoiado pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e que cria polêmica dentro de seu governo, fortemente dividido sobre o projeto.
Este texto é uma "tentativa de distorcer e de negar a versão palestina da História e apagar a presença palestina", afirma a organização.
Se aprovado, este texto acabaria com o direito de retorno dos refugiados palestinos que fugiram de sua terra desde a criação em 1948 do Estado de Israel.
Por sua vez, o governo palestino, nascido da reconciliação entre a OLP e o Hamas islamita, considerou que com este projeto Israel "anuncia claramente a construção de um Estado de apartheid contra os palestinos" e cria "um precedente para muitas leis racistas, em um momento de expansão do extremismo e racismo em Israel".