segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Israel leal a יהוה Iehouah e sua natureza ancestral sempre despertará admiração envolvente e inveja obsessiva. Parte da imprensa afetada pelo antissemitismo dissimulado está tentando usar a composição árabe israelense contra a óbvia natureza do Estado Judeu Sionista, que veio à existência em tempos modernos como um lar específico para judeus do mundo inteiro, religiosos ou não religiosos, convivendo e interagindo economicamente a ponto de ressuscitar terras moribundas e desprezadas, obtendo repetidas vezes mediante trabalho e compra direito de reafirmar uma existência e subsistência já conhecidas, para então, diante de campanhas de massacres destinada a apropriação ilegal de dinheiro e terras, ter que enfrentar ataques árabes continentais armados e apoiados por gigantescas potências expansionistas, sem ter um apoio que apenas aflorou cerca de mais de 22 anos depois da fundação do Estado de Israel. Ou alguém se esquece que a inaceitável guerra covarde do Yom Kipur quase destrui o Estado de Israel? Por qual razão? Não foi pelo caráter judeu ter oscilado mais pra religioso do que político militar, a ponto de confiar nas lideranças árabes em tempos sagrados para os judeus? Isso não recorda a bestialidade satânica pró islamica palestinense praticada agora por dois marginais palestinos aclamados como heróis por multidões da sociedade palestina, e contra rabinos ultra-ortodoxos alheios às questões militares, pacifistas e dedicados ao sagrado? Árabes israelenses infelizmente não decidiram praticar terrorismo descarado por um símbolo islâmico que Israel já teve direito e oportunidade de eliminar várias vezes, inclusive em guerra crucial, não o fazendo por tentar a paz e convivência com diferentes opções, escolhendo mais agradar o semelhante do que seguir os ditames de sua consciência? Agora Israel não pode ter templo, construir casas em Jerusalém que é sua de fato, continuar no Oriente Médio como cidadãos plenos que são e ser o Estado Judeu Sionista de Israel que lhe compete? Árabes que desejarem e buscarem felicidade com realização apoiarão sempre Israel e Israel - O Estado Judeu.- será sempre com eles. Decisões em Israel quem toma é o estado sionista judeu israelense - não há racismo nisso - e que este seja em e por יהוה Iehouah Elohim.

IMPRENSA EQUILIBRADA 

Israel vota proposta para se definir como 'lar do povo judeu'
Criticos dizem que definição discriminará os 1,7 milhão de árabes no país. O procurador-geral israelense também criticou a medida.
23/11/2014 11h10 - Atualizado em 23/11/2014 11h10
Da France Presse
O governo de Israel vota neste domingo uma polêmica proposta para reforçar o caráter judeu do Estado de Israel em detrimento de seu caráter democrático.
Se a proposta prosperar, as chamadas Leis Fundamentais de Israel, que formam a constituição israelense, definirão o país como "o lar nacional do povo judeu", e não como um Estado "judeu e democrático", como ocorre até agora.
As vozes críticas, incluindo o principal assessor legal do governo, consideram que esta nova definição terá efeitos legais e discriminará os 1,7 milhão de cidadãos árabes que vivem no país.
Se a proposta avançar, significará "a institucionalização do racismo, que já é uma realidade nas ruas, tanto na lei como no coração do sistema legal", adverte Majd Kayyal, membro do Adalá, uma organização de defesa da minoria árabe em Israel.
O procurador-geral israelense, Yehyda Weinstein, principal assessor legal do governo, também criticou a medida, impulsionada pelo partido de extrema-direita Likud do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
A minoria árabe de Israel, que representa 20% da população, é descendente dos palestinos que ficaram em suas terras após a criação de Israel, em 1948.
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IMPRENSA ANTISSEMITA

EL PAÍS

NU que investiga Gaza
UE endurece o tom com Israel e se oferece para mediar a paz
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Violência ameaça o apoio internacional à causa palestina

O texto, que é uma fusão de duas propostas nacionalistas, foi aprovado pelos partidos de direita e ultradireita, Likud, Israel Beiteny e Casa Judaica, e rechaçado pelos ministros do Hatnua (da titular da Justiça, Tzipi Livni) e Yesh Atid (principal apoiador do primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, liderado pelo ministro das Finanças, Yais Lapid). “No Estado de Israel há igualdade individual para todos os cidadãos, mas o direito nacional [está reservado] apenas para o povo judaico”, defendeu Netanyahu, provocando a ira de seus opositores.

A mídia local revela um importante enfrentamento verbal entre os ministros. Lapid, por exemplo, recordou que dois dos policiais mortos em atentados no último mês em Jerusalém eram drusos, não judeus. “O que vou dizer à família: que eles são cidadãos de segunda categoria?”, respondeu. Naftali Bennett, ministro da Economia pela Casa Judaica, aplaudiu, ao contrário, uma lei que prevenirá “infiltrados” como os refugiados que pedem asilo e se reúnem no cinturão de Tel Aviv.

Os assessores do primeiro-ministro insistem que, durante o debate, a lei será amenizada, equiparando finalmente o caráter judaico e o democrático do Estado e incluindo a palavra “igualdade” ao falar dos direitos de todos os israelenses, professem o credo que quiserem. Segundo as primeiras informações, serão mantidas a imposição de disciplinas de História e tradição judaica nas escolas, e a declaração do hebreu como única língua oficial.

No entanto, o escritório do procurador geral do Estado demonstrou sua “reserva” em relação ao documento, que acredita apresentar “dificuldades fundamentais” para conviver com a legislação do país, que deverá dali em diante “inspirar-se” nesses mesmos princípios judaicos. A declaração de independência de Israel já proclamava “o estabelecimento de um Estado judaico”, mas nesses 66 anos não foi aplicado a norma alguma.

Enquanto isso, um palestino de 32 anos morreu no domingo em Gaza devido a tiros do Exército israelense. É a primeira vítima da Faixa de Gaza desde 26 de agosto,quando se assinou um cessar-fogo entre Israel e as milícias palestinas no fim da Operação Limite Protetor. A família do jovem afirma que estava procurando pássaros cantores, muito apreciados, enquanto fontes militares sustentam que ele se aproximou do muro “de forma suspeita”, não atendeu aos tiros ao ar de advertência e por isso a patrulha atirou “em seus pés”.


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