quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Judaísmo Hebraísta recomenda: Que o Shin Bet tenha um departamento, se já não tem, com perfis e dados de todos os cidadãos cuja atitude seja anti-nacionalista ou simpatica a pessoas e instituições descomprometidas com a segurança israelense. Esses dados devem ser acompanhados por equipes militares, policiais, especiais com membros treinados prontos para agir instantaneamente. Isso deve aumentar vigilâncias por câmaras, restreadores e olheiros em todos os âmbitos. Chegou o tempo de Israel ter que garantir, se necessário, a reação defensiva mediante ataque de pelo menos cinco milhões de pessoas, ainda que adolescentes e idosos, pensando em um ataque surpresa global alimentado por insanos de dentro.


http://www.otempo.com.br/blogs/carta-e-cronica-19.120/novo-formato-de-atentado-em-israel-é-muito-mais-desafiador-às-autoridades-do-país-19.335873

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NOVO FORMATO DE ATENTADO EM ISRAEL É MUITO MAIS DESAFIADOR ÀS AUT...
CARTA & CRÔNICA
Henry Galsky



Novo formato de atentado em Israel é muito mais desafiador às autoridades do país

13/11/14 - 18H48




Na última semana escrevi sobre a nova onda de violência em Israel, especificamente em Jerusalém. Para retornar muito rapidamente a este assunto, acredito que pode estar em curso uma mudança nos padrões de ataques ao país.



E isso seria muito surpreendente, mesmo para as autoridades israelenses – que convivem há muito tempo com o terrorismo organizado. O modo de operação dos ataques recentes apresenta uma nova realidade: pequenos assassinatos nas ruas das cidades (Jerusalém inicialmente, mas nesta semana também em Tel Aviv).

Há alguns elementos novos e curiosos nesta prática: ela aparentemente mobiliza cidadãos árabes-israelenses; esses cidadãos árabes-israelenses não estão vinculados a grupos terroristas tradicionais. Esses dois fatores podem parecer simples, mas mudam completamente a realidade e as respostas possíveis de Israel (anteriores e posteriores aos atentados).

As duas questões estão interligadas. Por isso, a principal análise diante delas é a seguinte: se alguns cidadãos árabes de Israel (cerca de 20% da população do país) se mobilizam a ponto de um dia jogar o carro num grupo de pedestres, como prevenir esses ataques?

Historicamente, Israel usa fontes de informação para prevenir tentativas de atentado, mantém uma rede de informantes mesmo dentro dos territórios palestinos e os serviços de segurança estão sempre atentos aos movimentos de grupos armados, como o Hamas, por exemplo. Mas como impedir que pessoas que jamais estiveram vinculadas a esses grupos – e com cidadania israelense – um dia se levantem da cama e decidam, por elas mesmas, atacar outros cidadãos? Parece um raciocínio simplório, mas ainda não há resposta a isso. Até porque, na prática, é possível que nunca haja uma fórmula para impedir este tipo de ataque, principalmente porque os agentes das ações não estão “mapeados” como possíveis ameaças.

Se esta nova realidade se mostrar uma tendência, não acredito que irá demorar muito tempo para que os grupos terroristas encontrem neste tipo de empreitada individual um caminho a ser seguido. E aí Israel terá de enfrentar uma ameaça nova, possivelmente sistemática e com possibilidade de prevenção muito mais complicada.







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