segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Não são crenças que nos fazem, nós as fazemos e selecionamos as mais aptas

Prezado Embaixador;

É com estima que aprecio sua expressão pública, amiúde não prive nenhuma faísca de inteligência ou de sensibilidade desta mesma atenção. Há prioridades.

Sim. É possível uma convivência e interpolação pacífica - produtiva entre árabes e judeus, palestinos e israelenses, islamitas e sionistas. É possível sim.

Por ser desejável e recomendável recordo à tua alma e exponho diante de toda aquela interessada, a relação causa-efeito do enfoque e empenho algo assim.

Não existe colonização, agressão e opressão israelense. Existe um pequeno reduto de uma sociedade formada por múltiplos laços fortalecidos pelas mais diversas experiências e enriquecidos milagrosamente. 

O que se impõe aos mesmos é a eliminação total, inequívoca de qualquer possibilidade do retorno a antigos erros, os quais por se tratarem de belíssimas virtudes e feitos quase permitiram o extermínio judeu, israelita, hebreu ou devocional de Iehouah, pela simples razão das massas dominantes humanas não suportarem nenhum perfil alheio à características politeístas ou nativistas de cada grupo, nas mais difrentes situações e manifestações.

Israel somente pode ser Israel na sua plena e total dimensão territorial, militar, social, global e ideológica. Àrabes e palestinos sejam amados e queridos em cooperação ou sobre autoridade soberana israelense judaica em parceria educada e verossímil com o estado sionista de Israel.

Tentar abjurar desta realidade sempre será o mais inadequado para todas as partes e tanto quanto necessário a força inteligente deve ser aplicada em caráter intenso e decisivo.

Aqui a PNL cai de joelhos diante de algo simples para alguém como vossa pessoa:

Não são crenças que nos fazem, nós as fazemos e selecionamos as mais aptas.






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17.11.2014

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NOVO EMBAIXADOR DE ISRAEL ACREDITA EM COEXISTÊNCIA DE JUDEUS E ÁRABES



De origem drusa, Reda Mansour afirma que Israel, apesar de ser um estado judaico, tem "integrada" em sua cultura uma grande comunidade árabe, e que isso "dá esperança" ao futuro do Oriente Médio; assista à entrevista concedida por ele aos repórteres Bia Willcox e Luciano Olivieri



17 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 15:39






247 – A existência de povos e culturas diferentes em um mesmo espaço é um sonho possível e compartilhado pelo novo embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour. Sua origem drusa pode ter sido o ingrediente principal para que desenvolvesse seu olho cuidadoso e atento ao multiculturalismo e à multiétnica vivenciados em Israel e também no Brasil.

Em entrevista aos repórteres Bia Willcox e Luciano Olivieri durante encontro realizado na Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria no Rio de Janeiro, na última semana, ele contou ter como missão fazer com que o Brasil se familiarize com aspectos de Israel ainda pouco conhecidos, como a medicina, a tecnologia e especialidades que podem contribuir, por exemplo, para a crise hídrica que o País enfrenta neste momento.

Sobre sua origem, Mansour declarou que, apesar de Israel ser um estado judaico, há uma grande comunidade árabe "integrada" na cultura israelense. O cenário, diz ele, "pode dar esperança à nossa situação no Oriente Médio, porque se podemos coexistir em Israel, judeus e árabes, vamos coexistir no futuro em todo o Oriente Médio". Ele citou que há, no Brasil, os melhores exemplos de coexistência entre as duas comunidades.

Assista abaixo à entrevista:








COMENTÁRIOS

10 comentários em "Novo embaixador de Israel acredita em coexistência de judeus e árabes"Os comentários aqui postados expressam a opinião
dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247




Diana 18.11.2014 às 00:20

Sinagogas funcionando na Alemanha nazista no final da segunda guerra? O tratamento dado aos judeus na Europa nazista era um só: a morte! A população palestina na faixa de Gaza e Cisjordania só aumenta, Israel quer paz ,eu penso, pessoas que escrevem os absurdos destes comentarios ou são ignorantes ou são totalmente antissemitas!! Vão se informar!


serena Oliveira 17.11.2014 às 23:33

Fico impressionada com o baixo nível da argumentação dessas pessoas racistas que não se rendem à realidade. Preferem destilar seu ódio a tentar perceber algo novo que vem a seu encontro. São como Hitler, pintor fracassado que depois saiu saqueando museus europeus. Loosers.


Ricardo 17.11.2014 às 22:46

Os comentários à essa noticia só demonstra o ódio gratuito de radicais de esquerda aliados do pior terrorismo islâmico existente. Sempre demonstrando dois pesos e duas medidas. Israel está aí para ficar. Parabéns ao novo embaixador!


silene balassiano 17.11.2014 às 22:18

que comentários vergonhosos! por aí se vê, que não adianta tentar coexistência com quem teima em não querer coexistir. o embaixador nem judeu é! estado criminoso???? cade os demais estados árabes? que nunca moveram palha pelos "palestinos"???? onde está o dinheiro suado dos brasileiros enviado para formar o tal Estado e utilizado para armar grupos terroristas! boicotar o que???? fábricas e produtos os quais ajudam também a sobrevivência das populações palestinas????


Mas que palhaços! 17.11.2014 às 21:09

Multiculturalismo e multiétnica vivenciados em Israel é considerar palestinos como cidadãos de segunda classe. Nem na Alemanha nazista os judeus foram tratados da forma como os judeus sionistas tratam os palestinos. No dia da rendição da Alemanha havia sinagogas funcionado em cidades alemães. Em Israel, matar palestinos não é considerado crime, mas uma obrigação dos judeus. FORA O SIONISTA EMBAIXADOR


Mais um assassino de crianças palestinas 17.11.2014 às 21:04

O Brasil não precisa desse tipo de espécie sub-humana. Avião de volta é serventia da casa, sionista assassino.


Manda esse cara de volta 17.11.2014 às 21:01

Lugar de sionista safado é em Israel. GO HOME, Mansour e não volte nunca mais.


Iria 17.11.2014 às 20:44

Excelente! Talvez um árabe consiga se fazer entender melhor, porque o antissemitismo é a última moda entre os pseudo-intelectuais nacionais.


Reda soueid 17.11.2014 às 18:53

Este tipo de artifício não funciona mais, publicidade barata. Os oficiais sionistas, criminosos de guerra, não escaparão. O destino do estado criminoso não será diferente do apartheid sul africano. O site Brasil247 faltou falar da experiência socialista dos criminosos colonos na Palestina.


Igor Fuser 17.11.2014 às 17:57

Israel é um Estado criminoso, governado por um bando de assassinos. Há poucos meses invadiram a Faixa de Gaza e trucidaram 2 mil pessoas, a maioria civis desarmados, entre elas centenas de crianças. Um país que viola sistematicamente as resoluções da ONU, ocupando ilegalmente as terras palestinas. É uma vergonha um portal progressista com o Brasil247 publicar entrevista com um representante dos canalhas sionistas. A única atitude decente em relação a Israel é boicote total, combate total, plena solidariedade à causa palestina.2871