terça-feira, 11 de novembro de 2014

NETANYAHU CONVIDOU OS TRAIDORES DE ISRAEL A SE RETIRAREM PACIFICAMENTE DO PAÍS A RECOMENDAÇÃO DE IEHOUAH ELOHIM É QUE ELES SEJAM RETIRADOS DEFINITIVAMENTE SEM CIDADANIA OU MESMO DIREITO DE RETORNO. A MINORIA ÁRABE ISRAELENSE NÃO É O FOCO. O ENFOQUE É EM TODO TRAIDOR QUE COMEÇA POR AQUELES QUE DESONRAM 145 ANOS DE HISTÓRIA SIONISTA E TONELADAS DE SANGUE JUDEU DERRAMADO PRA AGRADAR PALESTINOS QUE EM VERDADE NUNCA FORAM DA ALEGADA PALESTINA, ANTES SÃO POR LEI DE VERDADES E FATOS, JORDANIANOS, EGÍPCIOS, LIBANESES E OUTROS. BIBI ESTÁ SE DESTACANDO POR ACEITAR UM DESAFIO DIFERENTE DOS ANTERIORES QUE NÃO O FAZ PIOR OU MELHOR QUE SEUS ANTECESSORES, POIS A CADA UM COUBE UMA ÉPOCA E POVO DISTINTO. QUE ISRAEL VOMITE DE SI TODA LIDERANÇA CONTRÁRIA AO SEU BEM-ESTAR E INCAPAZ DE SOBREVIVER EM UM MUNDO CADA VEZ MAIS TURBULENTO E ANTISSEMITA, SEJAM COM BIBI, COM A DIREITA E COM OS BONS DA AMÉRICA E DO MUNDO LIVRE. ENQUANTO RESPIRARMOS, NESTE MUNDO, NÓS SOMOS IEHOUAH

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Netanyahu desafia minoria árabe a deixar Israel

Declarações do premier israelense vêm após suposto ataque terrorista contra soldado em Tel Aviv

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JERUSALÉM — O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu desafiou publicamente árabes israelenses que se manifestam contra Israel a viverem sob o domínio palestino na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. As declarações do premier foram feitas nesta segunda-feira em resposta a um suposto ataque terrorista em Tel Aviv, onde um soldado foi esfaqueado por um suspeito palestino e ficou gravemente ferido. Horas depois, uma mulher israelense foi morta e duas pessoas ficaram feridas em um ataque também com faca no assentamento de Alon Shvut, na Cisjordânia.
— Para todos aqueles que se manifestam contra Israel e apoiam um Estado palestino, eu só posso dizer uma coisa simples: você está convidado a se mudar para lá, para a Autoridade Palestina ou para Gaza — disse ele em uma reunião com legisladores do Likud. — Não vamos colocar nenhum obstáculo em seu caminho.
Ahmed Tibi, um proeminente legislador árabe, disse que os comentários do premier — um dos mais fortes dirigidos à minoria árabe de Israel — mostram que o líder do partido de direita Likud tinha “saído dos trilhos”. Os árabes compõem cerca de 20% da população do país, de oito milhões.
— Esses tipos de coisas nunca foram ditas por nenhum primeiro-ministro, nem por (Menachem) Begin, nem por (Yitzhak) Shamir — afirmou Tibi à Reuters, referindo-se aos últimos líderes nacionalistas.
Anteriormente, Netanyahu já havia se comprometido publicamente a estudar a possibilidade de revogar a cidadania de israelenses que “pedem a destruição de Israel”.
Se os ataques terroristas desta segunda-feira forem confirmados, será o quinto nas últimas semanas, num período de tensões elevadas na região.
Em 23 de outubro, duas pessoas foram mortas quando um palestino avançou o carro em uma estação de trem em Jerusalém, atropelando pedestres. O ataque foi seguido pela tentativa de assassinato do ativista Yehuda Glick em 30 de outubro, no Monte do Templo. Além disso, na última quarta-feira, duas pessoas foram mortas e várias ficaram gravemente feridas após um palestino avançar uma van sobre pedestres perto da Cidade Velha, em Jerusalém.
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