sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O QUE É ISSO EXAME? QUE UM SACANA QUALQUER ESCREVA SEM RESPONSABILIDADE, TUDO BEM, MAS VOCÊ PUBLICAR? A BORDO DOS NAVIOS HAVIAM TERRORISTAS TREINADOS E PERIGOSOS, NÃO HOUVE RESPEITO À SOBERANIA ISRAELENSE E MESMO SOBRE VIGILÂNCIA MILITAR DECIDIRAM INVADIR O ESPAÇO MARÍTIMO. ABORTADOS, FERIRAM SOLDADOS ISRAELENSES E HAVIAM POLÍTICOS PRÓ TERRORISTAS DE DENTRO DE ISRAEL NO MEIO APENAS PRA GARANTIR QUE ISRAEL CEDESSE AOS DESMANDOS DESEQUILIBRADOS DE ANTIGOS OPONENTES. O EXÉRCITO SIONISTA É O MAIOR BENEFICIÁRIO DOS PALESTINOS POR TERRA, MAR E AR. PRA QUÊ UMA INVASÃO MARÍTIMA DESFARÇADA? A VISÃO IEHOUAH SOMENTE PODE ENTENDER ANTISSEMITISMO DESCARADO NA SUA PUBLICAÇÃO CRIMINOSA. ABRA O OLHO.

EXAME (ELETRONICA):

Israel não será processado por ataque a frota humanitária


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Thomas Coex/AFPFrota humanitária canadense que seguia para Gaza pega fogo após ataque aéreo israelense



Haia - O Tribunal Penal Internacional (CPI) não processaráIsrael pelo ataque contra uma frota humanitária que seguia para Gazaem maio de 2010, mas destacou que é "razoável pensar" que foram cometidos crimes de guerra.

"Após ter levado em consideração, de maneira minuciosa, todos os fatores pertinentes, cheguei à conclusão de que os eventuais casos que poderiam ser deduzidos de uma investigação sobre este fato não seriam suficientemente graves para que o tribunal desse prosseguimento", afirmou o promotor Fatu Bensuda em um comunicado.

Bensuda foi acionado para tratar da questão pelo Governo de Comores, em que estava registrado o Mavi Marmara, navio almirante da flotilha de ajuda internacional humanitária.

Na madrugada de 31 de maio de 2010, a frota foi abordada e revistada em águas internacionais por comandos israelenses enquanto tentavam alcançar a Faixa de Gaza, sob bloqueio israelense.

Nove turcos a bordo do Mavi Marmara foram mortos no ataque, o que levou a uma deterioração das relações diplomáticas entre a Turquia e Israel.


Uma décima pessoa faleceu posteriormente de seus ferimentos.

Esta flotilha, chamada "Gaza Freedom", era composta de oito navios, com 70 passageiros a bordo de quarenta países.

Seu objetivo declarado era levar ajuda a Gaza, romper o bloqueio israelense e chamar a atenção da comunidade internacional sobre a situação desta zona e as consequências do bloqueio, lembrou o promotor.

"Tendo em conta a gravidade dos danos físicos causados pelo uso da força por soldados das Forças de Defesa israelenses contra alguns passageiros (...), as informações disponíveis no levam a pensar que os soldados cometeram crimes de guerra", indicou Bensuda.

Mas esses crimes não são "suficientemente graves", acrescentou. De acordo com tratado fundador do Tribunal, o TPI "deve se concentrar principalmente sobre os crimes de guerra cometidos em grande escala ou em prol de uma plano ou de uma política".

Em setembro de 2011, um relatório da ONU havia considerou "excessiva" e irracional esta intervenção militar, mas afirmou ser legal o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza.

Já tensas desde a operação israelense mortal "Chumbo Fundido" em Gaza (dezembro 2008/janeiro de 2009), as relações entre Israel e Turquia, aliados estratégicos na década de 1990, deterioraram-se após o ataque.

Sob pressão dos Estados Unidos, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu pediu desculpas à Turquia. Desde então, as autoridades turcas e israelenses se reúnem para discutir uma indenização às famílias das vítimas.

Um tribunal turco ordenou em maio a prisão de quatro ex-chefes militares israelenses durante um julgamento na ausência dos acusados.

Tópicos: Conflito árabe-israelense,Palestina, Faixa de Gaza, Israel


Israel permite trânsito de produtos da Faixa de Gaza para a Cisjordânia
Envios foram suspensos desde que o Hamas assumiu Gaza há 7 anos. Autoridade diz que 10 toneladas de pepino foram enviadas para Hebron.
06/11/2014 15h08 - Atualizado em 06/11/2014 15h11
Da Reuters
Israel permitiu nesta quinta-feira (6) que agricultores enviem sua produção da Faixa de Gaza, mantida sob bloqueio, para a Cisjordânia através do território israelense, pela primeira vez desde 2007.
Autoridades israelenses disseram que tais envios, interrompidos desde que o grupo islâmico Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza há sete anos, tinham o objetivo de incentivar a recuperação econômica do empobrecido território, após uma guerra de sete semanas em meados deste ano.
Uma autoridade palestina disse que um carregamento de pepinos destinado à Cisjordânia passou pelo posto de controle israelense de Kerem Shalom, na fronteira com a Faixa de Gaza.
A autoridade militar que coordena os envios disse em comunicado que 10 toneladas de pepino foram enviadas para a área de Hebron, na Cisjordânia, e uma tonelada de peixe fresco da Faixa de Gaza deve ser enviada no domingo.
Nenhum carregamento adicional foi anunciado, e a Autoridade Palestina disse que não ficou esclarecido se qualquer outro envio seria realizado na próxima semana.
Alegando preocupações de segurança, Israel impõe amplas restrições de movimento a pessoas e bens através da fronteira com a Faixa de Gaza, e tem permitido somente a exportação de morangos, flores, menta e manjericão cultivados em Gaza para a Europa em quantidades limitadas.
Desde o recente conflito em Gaza, que resultou na destruição de infraestrutura e moradias do território, a comunidade internacional tem apelado a Israel e ao Egito para que suspendam o bloqueio das fronteiras e facilitem a reconstrução.
Mais de 2.100 palestinos, a maioria civis, morreram no conflito, de acordo com o Ministério da Saúde palestino. Israel contabilizou 67 soldados e seis civis mortos.
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