quarta-feira, 19 de novembro de 2014

OS ÚNICOS PALESTINOS QUE EXISTEM NO ORIENTE-MEDIO SÃO OS ISRAELENSES JUDEUS E NÃO JUDEUS





segunda-feira, 17 de novembro de 2014


Imigração árabe rumo a Palestina

narrativa árabe, que é hoje amplamente aceita como um fato histórico em todo o mundo, é o resultado de uma doutrinação sistemática por meio de propaganda.

Este artigo detalha as quatro grandes ondas de imigração árabe rumo a Palestina -- com a quarta e última onda sendo a maior delas. Evidência de que os "palestinos" são, em grande parte, imigrantes recém-chegados.
A partir do século 12 AEC até 135 EC, os judeus eram o maior grupo étnico-religioso na Palestina. 
Na véspera da conquista otomana (1516) a população da terra a oeste do rio Jordão era de 120 mil pessoas -- com uma maioria muçulmana, pela primeira vez na história.  
A partir do século 16 e até as últimas décadas do século 19, a população do local era de cerca de 250 mil pessoas. 
A maioria dos árabes emigraram para a Terra Santa nos séculos 19 e 20, durante o domínios otomano (1516-1918) e do Mandato Britânico (1918-1948).

 Primeira onda, século VII
A primeira onda ocorreu durante as invasões islâmicas no século VII. 

A ocupação árabe-muçulmana da Palestina durou cerca de 400 anos (640-1099), sendo que a maioria dos estudiosos concorda que a estrutura étnica/religiosa da população se manteve essencialmente inalterada desde os dias da ocupação bizantina (324CE - 640CE), e que a maioria dos habitantes era formada por cristãos ortodoxos gregos e por duas minorias: judeus e samaritanos. O número de árabes vivendo na Palestina era insignificante.

Os governantes omíadas (umayyad) não trabalharam uma colonização árabe do país nem a conversão de sua população, mas sim uma aculturação - a introdução da língua e cultura árabe, ao mesmo tempo em que protegiam a população local contra ataques de beduínos que prejudicavam a agricultura. Políticas de islamização quase não foram aplicadas, com apenas algumas exceções, como no tempo do califa Omar II (717-720). A aculturação (arabização) avançou mais rápido do que a islamização. Nenhuma mudança significativa na composição da população ocorreu e a maioria da população permaneceu cristã, com minorias judaicas e samaritanas.

Segunda onda, meados do século X até o século XI 
A segunda onda comecou na metade do século X e durou até a ocupação do país pelos cruzados, em 1099. Durante esses anos, os beduínos (tribos nômades árabes) dos desertos da Arábia, Transjordânia, do deserto sírio, Sinai e Egito invadiram o país e, gradualmente, se estabeleceram em aldeias abandonadas depois que eles roubaram e expulsaram os camponeses locais, muitos deles judeus. O país foi assentado em pequenos enclaves étnicos/religiosos: O norte da montanha Shomron tornou-se árabe, mas o sul e área de Jerusalém eram controlados pelos cristãos, assim como a Galiléia ocidental. A Galiléia oriental era judaica e as cidades ao longo da costa tornaram-se mistas, mas com uma maioria cristã.

A população durante o domínio dos cruzados (1099 -1260)
Durante a conquista, os cruzados massacraram grande parte da população, enquanto muitos outros fugiram. Durante o governo dos cruzados, o oeste da Galileia foi colonizado por cristãos enquanto o leste ficou com os judeus e com alguns enclaves árabes.

As montanhas da Samária foram ocupadas pelos árabes e pelos samaritanos, mas as montanhas da Judéia e a área ao redor de Jerusalém eram habitadas por uma maioria cristã, com alguns enclaves árabes.

A parte sul do país foi ocupada por beduínos, que eram nômades.

Das 470 mil pessoas que viviam na Terra Santa, os cristãos eram o maior grupo religioso, com cerca de 320 mil: 200 mil eram de origem síria-aramaica (não-árabes) e por volta de 120.000 eram cruzados.

A população durante o domínio mameluco (1260 - 1516)
Os mamelucos conquistaram a maior parte do país em 1260. Eles destruíram as cidades ao longo das margens do Mar Mediterrâneo entre os anos de 1260 - 1290. Estas cidades eram povoadas principalmente por cristãos de origem síria-aramaica. Muitos foram massacrados ou fugiram antes que o exército mameluco tivesse chegado. 

A população da Palestina diminuiu drasticamente devido a massacres, emigração dos cristãos, a peste negra e por causa da situação econômica.
Cristãos foram forçados a se converter ao Islã.

Terceira onda (século XVI - XVII)
A complicada situação econômica e a falta de segurança causou um novo êxodo da população, inclusive de muçulmanos.

Durante os séculos XVII - XVIII, a população tornou-se cada vez menor. Os viajantes americanos e europeus que visitaram o país descreveram terras inabitadas e sem cultivo.

A Quarta Onda (1832 - 1917)
A última - e maior - onda ocorreu do meio para o final do século XIX, e em 1948, quando o estado de Israel foi criado. 

Essa onda começou durante a conquista do país pelo filho de Muhammad Ali, entre 1832 e 1840. O Egito assentou cerca de 100 mil camponeses egípcios ao longo da costa e nos vales da Palestina . Além disso, árabes-muçulmanos foram convidados a ocupar o país pelos governantes otomanos. A tribo Zuabbian, de Irbid, na Transjordânia, foi convidada a se estabalecer no sul da Galiléia e no Vale de Izrael, em 1873. Os muçulmanos de outros países, como os curdos e circassianos, ocuparam o norte da Palestina.


Os historiadores se dividem quanto ao tamanho da população na véspera da conquista britânica da Palestina. As opiniões variam de 100.000 a 400.000, mas a maioria defende que a população árabe-muçulmana era de cerca de 250.000 pessoas.


A Quarta Onda (1917 - 1948)
A segunda parte da maior onda veio durante a ocupação do Mandato Britânico, entre 1917 e 1948, quando o estado de Israel foi fundado. Árabes e muçulmanos dos mais diversos países entraram ilegalmente na Palestina, primeiro sob controle dos turcos posteriormente durante o mandato britânico, a procura de oportunidades de emprego criadas pelo movimento sionista e pelo Mandato Britânico (1918-1948).



A população árabe da área de Sharon (entre Tel Aviv e Haifa, o centro dos assentamentos judaicos) cresceu de 10.000 para mais de 30.000 pessoas entre 1922 e 1940.
A população árabe do sul (entre Jaffa e a fronteira egípcia) cresceu mais de 200% entre os anos de 1917 e 1940. Cerca de 35 mil árabes de Hauran, no sul da Síria, vieram a procura de trabalho.


De 1870 a 1948, a população árabe cresceu 270%. Mesmo no Egito, o país árabe com a maior taxa de natalidade, o crescimento foi de apenas 105%, o que prova que uma parte significativa do crescimento da população árabe na Palestina veio da imigração. Em 1921, quando o governo britânico realizou o primeiro censo, o número de árabes e muçulmanos subiu para cerca de 500 mil pessoas. O censo britânico de 1931 incluiu cerca de 30 línguas diferentes faladas pela população muçulmana na Palestina. Eles eram trabalhadores imigrantes ilegais de diversos países árabes e muçulmanos. O alto índice de mortalidade infantil, a baixa expectativa de vida e a falta de serviços de saúde no país tornavam impossível um crescimento populacional de 270%.

Em suma, de aproximadamente 250 mil pessoas no final do século 19 - muitos deles beduínos (nômades) - a população árabe cresceu para cerca de 1,25 milhão em 1948. 
A alegação árabe de que eles são a população nativa da Palestina não tem base factual.

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