terça-feira, 4 de novembro de 2014

PARABÉNS ISRAEL E GOVERNO DE NETANYAHU. SABEDORIA E JUSTIÇA REQUEREM PENA DE MORTE IMEDIATA PARA TERRORISTAS E ASSASSINOS FUNDAMENTALISTAS. AO COLOCAR 20 ANOS PRA OS MARGINAIS QUE MATAM E FEREM COM O QUE TEM À MÃO E IMPEDIR LIBERTAÇÃO DE ASSASSINOS AFIM DE NEGOCIAR FALSA PAZ, VOCÊS SE APROXIMAM DA LEALDADE A IEHOUAH ELOHIM E AO POVO SIONISTA DO ESTADO JUDEU DE ISRAEL



Israel aprova lei contra a libertação prematura de presos palestinos
Decisão proíbe governo de libertar sentenciados em acordo com palestinos. Israel libertou 78 presos palestinos entre julho de 2013 e abril de 2014.
04/11/2014 09h31 - Atualizado em 04/11/2014 09h31
Da France Presse
O Parlamento israelense aprovou uma lei que pode bloquear em futuras negociações a libertação de presos palestinos condenados por assassinato.
A Knesset, de 120 membros, aprovou na segunda-feira (3) à noite, por 35 votos a favor e 15 contrários, um projeto de lei, promovido por uma deputada de extrema-direita e aprovado pelo governo em junho, informou à AFP um porta-voz da Câmara.
A lei permite aos juízes condenar os acusados de assassinato com uma nova figura da lei, "circunstâncias extraordinariamente graves", o que impediria o governo de libertar os sentenciados dentro de um acordo com os palestinos.
Israel libertou 78 presos palestinos durante as negociações de paz promovidas pelos Estados Unidos entre julho de 2013 e abril deste ano. Entre eles estavam alguns condenados pelo assassinato de civis israelenses.
O Estado judeu também soltou 1.027 presos palestinos em 2011, em troca da libertação do soldado Gilad Shalit, que passou mais de cinco anos sequestrado pelo movimento radical Hamas na Faixa de Gaza.
As libertações irritaram políticos como Ayelet Shaked, uma deputada do partido de ultradireita Lar Judeu, que apresentou o projeto de lei.
"A libertação em massa de terroristas como parte de acordos diplomáticos é uma zombaria para os israelenses, assim como a redução de penas de prisão para assassinos", disse Shaked em junho.
Políticos de esquerda destacaram que a lei poderia bloquear Israel em futuras negociações com os palestinos. Zehava Gal-On, líder do partido Meretz, acusou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de "capitular ante a extrema-direita e apoiar uma lei demagógica".
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