quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Por יהוה Iehouah que vive: Já basta o tempo das milícias assassinas inspiradas em Alá, Maomé e Alcorão dominarem e usarem as vidas de habitantes bons do oriente-medio. Estados Unidos, Russia, China, Alemanha, Inglaterra não podem ficar responsabilizados quando acabam por ser criticados e combatidos por todos. As supostas autoridades locais sempre cedem ou concordam com o terrorismo assim como o covarde Erdogan faz isso na querida Turquia, então são inúteis e inoperantes. Cabe aos cristãos de todo oriente-medio com os de Israel tomarem como aliado perpétuo o Sionista Estado Judeu De Israel para garantir a fundação de quantos Estados Cristãos Militarizados Treinados E Capacitados quanto se faça necessário. Árabes podem continuar a ser árabes e rezarem como desejarem, porém é inadmissível matança, tortura, roubo, escravidão e estupros de pessoas cristãs. Isso é urgente. Israel deve se envolver completamente e ser indiferente às lideranças religiosas que são indiferentes com a vida humana. Autoridade Palestina é um núcleo terrorista tanto quanto Estado Islâmico, Hamas é o morde e Fatah é o assopra, são injustiças que a Onu decidiu impor enquanto ela vai desprezando flagelo de judeus e cristãos. Chegou o tempo de findar isso. Sionistas, leais de יהוה Iehouah, armem-se tanto quanto necessário e combatam a boa batalha da fé. Matar por amor ao Criador e a vida humana não é exercício de ódio ou vingança, apenas equilíbrio das forças da natureza quando assim se faz necessário. Estados cristãos independentes beneficiarão judeus, árabes, arameus, maronitas e curdos. יהוה Iehouah Elohim lutará por vós.


Israel reconhece etnia aramaica. Justiça ou tentativa de dividir ...
Renascença-17 horas atrás
Israel acaba de reconhecer uma nova etnia entre a sua população, os arameus.

Território para os cristãos no Médio Oriente?





Cristaos iraquianos rezam pela paz. Foto: Jamal Nasrallah/EPA
Alguns cristãos no Iraque e países vizinhos reclamam a criação de uma região autónoma entre o Curdistão e o resto do país e pedem armas para as populações minoritárias no local se defenderem. Em entrevista, Mardean Isaac, activista assírio em Londres, explica estas pretensões.
05-08-2014 7:03 por Filipe d’Avillez

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Dezenas de milhares de cristãos oriundos do Médio Oriente manifestaram-se, em vários pontos do mundo, no último sábado, pela criação de um território autónomo onde os assírios (os cristãos nativos do Iraque e países vizinhos) possam viver em paz e segurança.

A ideia de criar um território seguro para os cristãos na planície de Nínive tem sido contestada pelos líderes religiosos cristãos da região, mas as recentes perseguições aos cristãos em zonas como Mossul e outras aldeias de maioria assíria no norte do Iraque levam Mardean Isaac, activista assírio em Londres, a exigir um estado semiautónomo e a criação de forças de defesa armadas, contrariando outro dos princípios advogados pelos patriarcas locais.

À Renascença, este activista, nascido em Londres mas filho de pai iraquiano e mãe iraniana, ambos assírios, explica o que é que pretendem estes cristãos que, nas redes sociais, têm usado as frases #DemandForAction e #SafeHavenNow.

Quantas pessoas participaram nas manifestações e quais as vossas exigências?
As manifestações decorreram em cerca de 30 cidades, numa dezena de países. Em termos de números foram entre 40 mil e 50 mil pessoas. Em primeiro lugar o que pedimos é o reconhecimento de que aquilo que se está a passar é limpeza étnico-religiosa. No Iraque não temos qualquer protecção. Fomos simplesmente entregues ao caos.
Depois, pedimos também a criação de uma região semiautónoma, na província de Nínive, onde possamos ser senhores do nosso próprio destino, sem estarmos à mercê de esquadrões de morte e grupos paramilitares e todos os outros que ocuparam o Iraque, reduzindo o seu exército a nada.
Queremos uma região onde possamos viver lado a lado com as outras minorias e onde possamos garantir o nosso próprio futuro.

Quem é que seria responsável por estabelecer esta província? A quem dirigem este apelo?
Este é um movimento que já existe há muito tempo, mas foi redinamizado ao longo dos últimos sete anos. Antes, fazíamos pressão junto ao Governo Federal do Iraque e dizíamos: “Olhem, há aqui uma região que é cobiçada pelo Curdistão e que fica entre o território que é definitivamente vosso e o território que é definitivamente deles. Nós queremos que se torne semiautónomo”.

Por isso, era proposto ao Governo Federal como resposta aos desígnios dos curdos, que continuavam a adiar um referendo na região, enquanto o povoavam com curdos. Mas agora a situação é muito diferente, uma vez que a maior parte da região já foi ocupada pelos curdos. Não há qualquer razão para acreditar que eles a queiram devolver, já expandiram o seu território em mais de 30%.

Nós não queremos um Estado, queremos uma parte do Iraque. Queremos autonomia, seja com os curdos ou com o Iraque. Seja como for, não é uma ameaça para ninguém armar grupos minoritários como os assírios, os yazidis ou os poucos mandeus que ainda existem. Estes povos não estão interessados em roubar terra a ninguém, apenas querem assegurar a sua.

Neste momento os curdos parecem ser aqueles que estão mais bem preparados para confrontar o Estado Islâmico e defender os cristãos na região.
Tem havido relatos de combates entre os curdos e o Estado Islâmico, mas até agora tinham um inimigo em comum. Os curdos tiraram o que quiseram ao Iraque e o Estado Islâmico também. Claro que quando esses territórios estiverem seguros não é certo o que se passará.

Os curdos acolheram os cristãos refugiados, mas estamos a falar de pessoas como os cristãos de Mossul que foram despojados de tudo, nem puderam trazer relógios ou anéis! Por isso, o facto de terem sido acolhidos por curdos e colocados em abrigos… pronto, tudo bem, mas não é nada de extraordinário.
Mas o Governo Regional do Curdistão tem muitas contas a prestar pela forma como nos tem tratado. Eles têm de parar de privilegiar os curdos na distribuição de licenças de construção, têm de parar de confiscar as nossas terras, todas estas coisas precisam de ser esclarecidas entre nós e os curdos. Mas há, sem dúvida, a possibilidade de se chegar a um entendimento.

Os curdos têm de abandonar esta atitude de insegurança e de desespero, que os leva a arrebatar todo o território que podem e impor uma hegemonia étnica. Até é compreensível, tendo em conta a sua história de inimizade com os árabes e com o Estado do Iraque, mas têm de perceber que sofremos juntos no norte, combatemos juntos contra Saddam, as nossas aldeias e os nossos tesouros também foram destruídos, temos uma história em comum.
E, por fim, têm de deixar de nos chamar cristãos curdos. Não somos curdos.

Até onde é que o vosso movimento pode ir sem o apoio dos líderes religiosos das comunidades cristãs, que têm sido praticamente unânimes ao dizer que não querem um território separado?
Recentemente o líder da Igreja Caldeia [igreja católica de rito latino e a mais representativa entre cristãos iraquianos ou de origem iraquiana] nos Estados Unidos disse uma coisa inacreditável. A sua posição é de que, uma vez que os caldeus habitam uma nação espiritual, não têm particular interesse em manter-se ligados aos territórios que deixaram no Iraque. Muitas das declarações dos caldeus têm sido para nós uma grande desilusão.

No que diz respeito aos líderes religiosos que continuam a ignorar a realidade política, eles merecem ser criticados. Nós não temos qualquer interesse em nos subordinarmos politicamente aos nossos líderes religiosos. No que diz respeito a questões de política e história, acho que as igrejas não devem desempenhar o papel principal, de todo.

Mesmo que consigam a autonomia, quem defenderia este Estado? Os bispos têm sido claros ao dizer que não querem ver milícias cristãs e que não querem responder a estas perseguições pela força. Há lugar para o armamento das comunidades cristãs no Médio Oriente?
Acredito que sim. Fico espantado quando oiço dizer que não devemos responder a estas perseguições pela força. Não temos qualquer interesse em usar armas se não para defender as nossas aldeias. Considero que esta posição dos bispos é politicamente cobarde e gostaria apenas de lhes perguntar o que deveriam fazer as pessoas que sabem que o Estado Islâmico está a horas de chegar às suas aldeias.

Aquilo de que precisamos é de forças de segurança oficiais, organizadas. Não queremos milícias nem grupos de homens com armas, queremos pessoas para proteger as aldeias e impedir ataques de grupos dedicados à pilhagem, porque é disso que estamos a falar.

Está-se a referir ao Estado Islâmico?
Mesmo o termo “Estado Islâmico” é absurdo. São um grupo desorganizado de jovens zangados e estúpidos que se juntaram para partir para uma matança. É como se estivessem a jogar videojogos. Assassinam pessoas indiscriminadamente. Nem são assim tantos. O exército iraquiano deveria ter-nos defendido, mas não o fez.

A todos os líderes religiosos que nos dizem “Somos cristãos, violência não é connosco”, só tenho a perguntar: qual é a alternativa então?
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Comentários (2)

» João , Lisboa, 05-08-2014 11:53
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Caso esse Estado ou mesmo região vire a existir iremos termômetro Isarel! Lá teremos mais guerra com os muçulmanos a reclamarem o território como seu! Irão criar uma nacionalidade qualquer para justificar os ataques a essa comunidade, aliás já o fazem e nem dão satisfações a ninguém! Os cristão têm sido a entidade religiosa mais perseguida no Mundo, quando estes são mais do dobro de todos outras religiões juntassem, mas sofrem porque nunca reagem! Estranho o silêncio dos "humanistas" e "defensores do direitos humanos" andarem sempre tão atentos aos que se passa em Israel, e de forma aviltante passa este holocausto feito aos cristãos no Médio Oriente ao lado! Para estes não existem os milhares dos árabes para grupos de pressão, nem existem recalcados saudosistas pela derrota na Guerra Fria! É o Mundo em que vivemos onde a equidade é um valor relativo. Uns valem mais do que os outros, conforme as conveniências políticas do momento. Ao senhor Moisés, só digo ainda bem, que em Moçambique à semelhança do que se passa em Portugal ainda há paz, aqui os judeus até fazem compras nas mesmas lojas dos muçulmanos, o problema é até quando e se essa gente se mantém impermeável aos apelos assassinos e imperialistas que vêm do Médio Oriente e parte da Ásia! Lembre-se que para os extremistas, esses muçulmanos são considerados apóstatas e assim infiéis como os outros, e como esses, merecem o mesmo destino. Já houve um Estado praticamente cristão no M.O., o Libano, hoje são 2/3 vivem fora dele.
» Moises, Maputo, 05-08-2014 10:01
^ topo


No meu país temos mais de 1,0 Mio de Muçulmanos. Eles estão espalhados por todo o país. Há católicos um pouco por todo o país. Há protestantes espalhados pelo país fora. Há Indús, Ziones, Velhos/Novos apóstolos, Budistas, etc., etc. Criar uma zona para critãos é aprizioná-los. Que tal se um cristão dessa zona quiser casar com um assírio? A globalização faz-nos a todos cidadãos do mundo. Não podemos retroceder.
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Patriarca Gregório III acredita que a solução para a violência no Médio Oriente está em Jerusalém, mas passa também por Moscovo, Washington e Bruxelas.
31-10-2014 21:30 por Filipe d’Avillez


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E se nascesse um território para os cristãos no Médio Oriente?
Quando em Junho de 2014 os militantes do Estado Islâmicoconquistaram a cidade iraquiana de Mossul, levando à fuga em massa de mais de 100 mil cristãos e ainda milhares de pessoas de outras minorias religiosas, o futuro do Cristianismo na região voltou a ser encarado com pessimismo.

“Foi um choque para todo o Médio Oriente. Teve um grande impacto na Síria, porque as pessoas estavam a ficar mais optimistas, a situação estava a ficar melhor, o Governo estava bem, o exército estava a ter mais sucessos, mas com este choque no Iraque as pessoas ficaram desiludidas, cépticas, pessimistas e mais e mais estão a abandonar o país agora, porque têm medo que aconteça algo de semelhante com elas”, explica àRenascença o Patriarca Gregório III, da Igreja Greco-católica Melquita, com sede em Damasco.

Abandonados pelo exército iraquiano, sem milícias próprias e à mercê dos terroristas do Estado Islâmico, que lhes confiscaram todos os bens e deram a escolher entre pagar um imposto elevado, converterem-se ou abandonarem as suas aldeias e cidades, os cristãos refugiaram-se no território dos curdos, dos únicos que resistem aos islamitas no terreno. A situação levou a muitos cristãos, incluindo das comunidades na diáspora, a pedir a criação de um território autónomo e protegido, onde possam viver.

Mas esta é uma solução rejeitada veementemente pela maioria dos líderes religiosos, incluindo Gregório III. “Nunca! Não podemos viver separados! Temos uma história de convivência.”

“Disse aos meus fiéis, não teremos um Estado próprio, viveremos em todos os Estados, sendo luz e sal nestes Estados. Este é o futuro. Não temos um espírito de gueto, temos de evitar sermos colocados num canto, ou numa reserva, como se fosse para salvar animais ou plantas. Somos o berço do Cristianismo, o Cristianismo nasceu aqui. Não precisamos de um Estado”, insiste.

Gregório III, que se encontra em Portugal a convite da fundação Ajuda à Igreja que Sofre para falar sobre a situação dos cristãos no Iraque e na Síria, diz mesmo que sem os cristãos o mundo árabe deixaria de o ser: “O ‘arabismo’ é um traço cristão. Nós é que introduzimos isso. Agora com a crise as pessoas dizem para preservar as populações cristãs se quisermos preservar o nosso ‘arabismo’. Porque se não houver mais cristãos no Médio Oriente, só muçulmanos, já não lhes chamarão árabes, mas muçulmanos. Apesar de o Alcorão estar escrito em árabe, eles dirão que são muçulmanos. Árabe é a língua, mas a nação é o Islão. Por isso, para manter um verdadeiro mundo árabe, uma verdadeira Primavera Árabe, temos de manter os cristãos lá.”

Sem paz em Jerusalém não haverá paz em Damasco
Para haver qualquer futuro civilizado no mundo árabe é necessário que haja paz. Mas isso, explica o Patriarca, não está nas mãos nem de sírios nem de iraquianos, mas de americanos e russos. “É verdadeiramente uma guerra terrível, e a Europa é responsável. A Europa, os Estados Unidos e também a Rússia. Todos em conjunto. Tenho a certeza que se um dia os interesses da Rússia e da América coincidirem teremos paz. Enquanto não encontrarem maneira de satisfazer os seus interesses, teremos guerra. Não tem a ver com o Estado Islâmico. Claro, eles têm influência, mas o verdadeiro problema está noutro lado.”

Segundo o Patriarca, que tem 80 anos, outra chave para a paz no Médio Oriente está em Jerusalém, onde serviu como bispo durante 26 anos até ser eleito Patriarca, no ano 2000: “Posso dizer que todos os problemas nestes países estão relacionados com o conflito entre Israel e a Palestina. Enquanto não houver uma solução, este problema continuará a servir de desculpa para muitos países, incluindo os países árabes, dominarem os seus povos, não fazerem o que devem, não os libertar nem dar liberdades e desenvolvimento.”

“Segurança para Israel? Eu também sou a favor da segurança de Israel. Mas também dos palestinianos. A segurança de Israel está mais nas mãos dos palestinianos do que nas mãos da Europa e da América, porque como dizemos em árabe: o nosso vizinho é mais importante do que a nossa própria casa.”

A Igreja Melquita é uma igreja católica de rito oriental que tem cerca de 1,6 milhões de membros, sobretudo no mundo árabe e nas comunidades de diáspora. Com sede em Damasco, o Patriarcado tem sido muito afectado pela guerra que dura há cerca de quatro anos e neste momento ajuda directamente mais de oito mil famílias, para quem é necessário encontrar mantimentos e dinheiro com regularidade.

A fundação Ajuda à Igreja que Sofre é um órgão oficial da Igreja Católica que tem trabalhado de perto com as comunidades cristãs no Médio Oriente, prestando apoio material e financeiro aos desalojados e às igrejas locais.
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