sexta-feira, 7 de novembro de 2014

POR יהוה IEHOUAH QUE VIVE: SIONISTAS E LEAIS DE IEHOUAH TÊM A OPORTUNIDADE DE GARANTIR A MAIOR E MELHOR FORÇA MIDIATICA DE TODAS AS ERAS PARA CONTRIBUIR AO GRANDE ISRAEL E À UMA HUMANIDADE LIVRE E PLENA. SEJA O DEUS OU DEUSES DO TERRORISMO, ESTUPRO, GENOCÍDIOS SEM FIM, SEJA ONU, EUROPA OU ISLÃ; SERÃO HUMILHADOS E ESCARNECIDOS ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS TEMPOS COM ANTISSEMITAS E ANTI-SIONISTAS, COM OBAMAS E KERRYS, ASSIM COMO VIVE יהוה IEHOUAH ELOHIM ADONAI יהוה YEHOWAH ETERNISSIMO SOBERANO


quinta-feira, Novembro 06, 2014

PALESTINIANOS NÃO QUEREM QUE JORNALISTAS USEM MAIS O TERMO "MONTE DO TEMPLO"

Estimulados pela onda de violência que têm andado a causar em Jerusalém, em especial com a nova "moda" de atentados contra pessoas inocentes fazendo uso de carros "disparados" contra pedestres em estações de metro e que já causaram vários mortos e muitos feridos, os palestinianos querem agora banir toda a menção do termo"Monte do Templo" por parte dos jornalistas, quando estes se referem a acontecimentos no recinto onde se encontra a mesquita al-Aqsa.
Num comunicado à imprensa emitido esta manhã pela organização terrorista OLP -Organização para a Libertação da Palestina - com o título: "Preocupação com o uso do termo inadequado 'Monte do Templo' em referência ao recinto da mesquita al-Aqsa em Jerusalém" e distribuído aos media internacionais, os palestinianos, certamente catapultados pelo êxito dos seus hediondos crimes (que têm obtido um silêncio completo da ONU), querem agora apagar a História, numa abominável tentativa revisionista em relação à História milenar da Cidade santa, em especial no que concerne à sua ligação com os judeus e o judaísmo.
A declaração da OLP apela assim aos media internacionais para que"adiram à lei internacional e corrijam qualquer outra terminologia actualmente utilizada. O recinto da mesquita al-Aqsa não é um território disputado e por isso, todos os outros termos são nulos e esvaziados de sentido."
Os palestinianos alegam que "o recinto da mesquita al-Aqsa está localizado em Jerusalém oriental, uma parte do internacionalmente reconhecido estado ocupado da Palestina."
E para dar força aos seus pressupostos, os palestinianos afirmam que "o recinto da mesquita al-Aqsa, por vezes referido como 'santuário nobre' é o recinto que contém o edifício da al-Aqsa em si, as fontes para purificação, espaços abertos para oração, monumentos e o edifício do Domo da Rocha. Toda esta área rodeada por muralhas num total de 144 dunums (quase 36 ares) forma a mesquita."
E as mentiras não ficam por aqui. Os palestinianos continuam alegando que "a área tem estado sob controle exclusivo muçulmano desde a construção do Domo da Rocha em 692 d.C., sendo sagrada para cerca de 1,6 biliões de muçulmanos no mundo inteiro e um símbolo para todos os palestinianos."
Claro que os palestinianos se esquecem que este é o lugar mais sagrado para todos os judeus do mundo inteiro...

QUEM INCITA QUEM?
"A reivindicação israelita de Jerusalém oriental" - prossegue a OLP - "não é reconhecida pela comunidade internacional à luz da resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU."
A OLP acusa o governo de Israel de continuar "a incitar contra este lugar sagrado, provocando consequentemente medo e fúria nos palestinianos."
ESTE É O LUGAR MAIS SAGRADO PARA OS JUDEUS
E a diarreia verbal palestiniana não ficou por aqui. O comunicado termina com estas insinuações:"Israel, a força ocupante, falhou em não impedir que os colonos extremistas entrassem na mesquita, e isso constitui uma violação da custódia da Waqf e a sua obrigação como força ocupante de manter a ordem pública e a normalidade da vida civil no território ocupado."

Realmente, como um amigo meu costuma dizer, "para tão grande imaginação tem de se andar a comer muito estrume..."

Shalom, Israel!
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1 comentário:

  1. Ontem assistindo um jornal na TV um telespectador enviou um comentário sobre o conflito entre Israel e Palestina, ironizando: Terra Santa?
    Bem o que a maioria das pessoas não percebem é que não é apenas o Oriente Médio que está ligado a sua religiosidade e a conflitos. Alguém já pesquisou sobre a cultura e a religião na Índia, China, Japão... Quando eu vejo imagens, documentários sobre a Índia, por exemplo, com suas castas, seus deuses, seu rio sagrado onde bebem a mesma água que queimam cadáveres, acho algo extraordinário... Muitos vão buscar a iluminação nestes países... Têm direito de fazer isto? Buscar o budismo, hinduísmo, etc? Sim! Mas, que a imprensa internacional deixe de ser hipócrita, concentram suas críticas de ódio contra
    cristãos e judeus como se fossem os únicos que "confundem" questões sociais, políticas com questões espirituais. Até os muçulmanos não "incomodam" tanto... A imprensa é obrigada a se manifestar quando eles (muçulmanos) "exageram um pouquinho" com algum atentado mais radical, mas até assim sempre justificam: ocupação israelense, opressão imperialista americana... Bem, eu poderia até acreditar nisto se o líder do Hamas, por exemplo, ainda tentasse disfarçar com um discurso mais político, tipo: "Nós não compactuamos com a violência e atitudes extremistas, somos adeptos da paz, aconselhamos nossos irmãos a buscar a paz com todos!" Mas, ao invés disso transformam terroristas em heróis, comemoram a morte de civis inocentes.
    Terra Santa? Sim! Não porque homens estabeleceram. Homens fazem o que temos visto: guerra, terrorismo, politicagem, farsa... Mas, quando Deus muda o nome de Abrão para Abraão isto não é coisa de homens:
    "E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto;
    E te farei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti;
    E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por ALIANÇA PERPÉTUA, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. Gênesis 17:5-7
    A imprensa internacional pode usar o termo que quiser, os termos sobre Israel não foram estabelecidos por ela!
    Shalom, Israel!
    Olga
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