domingo, 23 de novembro de 2014

Prezado Hassam. Dispondo que você seja um personagem real e interessado em interatividade ou resposta, fica meu muito obrigado pela comunicação concisa. Sobre Adolf; é provável que ele tivesse ascendência judaica e creio que compreensão sobre o fenômeno do antissemitismo conforme sentimento anti-judeu desenvolvido em solo germânico por séculos. Pierre Sorlin em seu discreto livro sobre antissemitismo alemão discorreu perfeitamente uma investigação e rastreamento da questão em solo germânico que se espande pelo mundo europeu e russo, é herdado nas Américas e manipulado por sociedades islamitas. Caso possa encontra-lo em Sebos creio que não ficará decepcionado. Se você perceber algo que percebi em Sorlin e aprofundei no decorrer de anos, se surpreenderá em como intelectuais internacionais tem sido peças chave em transformações globais sem que sejam percebidos ou punidos. A Bíblia? Fala sério? Já leu ela toda no seu idioma? Completa em versão católica ou protestante? E já releu quantas vezes? Teve a oportunidpeloe percebe-la sem orientadores ou formadores de opinião? Ou teve chance de encara-la na sua matriz hebraica ou ainda aramaica greco-helênica? Contexto tribal primitivo? Ela como obra literária investigada, supera expectativas do tempo dela e confronta as do nosso. Se será alcunhada por palavra divina ou tecnologia informativa hebraica depende do receptor da mensagem. Tudo que perguntei se teve chance de experimentação, fiz, faço e sou surpreendido pelos resultados e consequências. Tecnicamente sou um dos homens que não é crédulo ou de fé, nascido e crescido em ambiente e condições aversas ao judaísmo e cristianismo praticante. A vida me concedeu uma disciplina nessa história, praticada diariamente e que me deixa estupefato pois ela se foca em um pequeno trecho hebraico tribal das escrituras do Antigo Testamento. A Bíblia assim como Sorlin merecem ser conhecidos de perto e sem intermediarios. Bilhares viverão e morrerão sem isso. Me refiro a religiosos e não os ofendo, pois a humanidade em cada tempo possui características dominantes. Os judeus? Está brincando? O conceito judeu é vasto e parece complicado. Os do Irã, amigos do Regime, adotaram uma escolha e vivem em função dela como ela lhes permite viverem. Soa familiar? Não creio que sua pessoa preferisse estar no lugar deles do que no do judeu sionista. Seja compreendida a posição deles, porém se for preciso demolir o Regime pela força emergencial e vierem a ser escudos ou defensores do mesmo, estarão sujeitos às consequências. Os judeus não são necessariamente sionistas, isso ou aquilo, mas sempre sofreram e ainda sofrem consequências amargas por não lutar, não avançar e não prevalecer. Nós quando imputamos a calamidade a eles e outros nunca assumimos de fato responsabilidade pela perversidade que nossas sociedades causam e nós ou ajudamos ativamente ou deixamos acontecer. Detalhe prezado: As classes mais hostilizadas de judeus não costumam responder nada pois por milhares de anos suas respostas costumam ser mal recebidas ou proibidas quando acontecem. Jesus Cristo? Grande judeu. Já leu o Salmo 22? Ele não aceitava que sua possível morte fosse impedida, considerou-a totalmente necessária, Caifas e Anas eram rejeitados pelos daquele tempo, por Roma os empossarem à força como sacerdotes. Isso: funcionários oficiais do Império Romano diferente de um Netanyahu ou Yehuda Glick que são super irritantes pro Império de hoje em dia. O Nazareno Jesus na Cruz iniciou o Salmo 22 "Deus meu, Deus meu porque me abondonaste" que era a recordação de Vitória sagrada descrita neste Salmo de 31 ou 32 versículos. Porque os judeus do judaísmo tradicional são aparentemente indiferentes? É preciso pensar como eles e tentar pensar como o Nazareno Jesus. A visão é outra. Pelo que entendo, qualquer poder governamental daquele tempo e naquelas condições teria feito o mesmo ou pior. Essa resposta, é porque de alguma maneira sua pergunta veio diferente. Se ler; boa semana.


http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/160755/Novo-embaixador-de-Israel-acredita-em-coexistência-de-judeus-e-árabes.htm

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