quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Shalom aos Povos de Bem. A belíssima crítica do escritor deste Blog Shalom Israel se aplica visivelmente a uma imprensa antissemita, pró terrorista, criminosa que nos seus adeptos faz despertar inveja lacerante contra a Revista Veja e os meios dd comunicação Globo. Estes citados são referências de competência nacional e internacional. Que Israel viva sua vida sem seguir aqueles que desejam celebrar sua irrealizável morte


terça-feira, Novembro 25, 2014

ÁRABES ISRAELITAS PREFEREM ISRAEL À AUTORIDADE PALESTINIANA

O mais que gasto retrato pintado pelos principais media internacionais e vociferado pelos anti-semitas insiste sempre na mesma mentira compulsiva de que "Israel é um lugar racista e opressor para os árabes que lá vivem."
Essa argumentação ganhou volume esta semana nesses mesmos meios com a aprovação da "Lei do estado judaico" pelo governo de Netanyahu.
Só que essa mais que gasta cartilha cai completamente por terra quando se questiona a razão porque é que então a esmagadora maioria dos árabes que vivem na Terra de Israel prefere estar sob a autoridade do governo israelita e não da Autoridade Palestiniana...
Este é um facto sobejamente conhecido pelos israelitas, mas comprovado mais uma vez pelo recente inquérito realizado pelo"Canal 10 News" junto ao instituto de pesquisas "Statnet", dirigido pelo perito em estatísticas Yousef Makladeh, um árabe israelita.
Makladeh questionou os amigos árabes de forma clara e objectiva:"Sob qual autoridade (governamental)preferes viver: de Israel, ou da Autoridade Palestiniana"?
77 por cento dos inquiridos afirmaram preferir viver sob o governo de Israel.
Isso apesar do facto de a maioria dos que responderam dizerem que, como minoria, experimentavam algum grau de racismo, e apenas nove por cento afirmarem sentir que gozavam plena igualdade com os cidadãos judeus.
Uma maioria de 81% dos inquiridos disseram acreditar que Israel está a tentar alterar o status quo do Monte do Templo, onde os judeus estão actualmente proibidos de orar, mas 84 % disseram oporem-se à violência reaccionária que emana do sector árabe.

Com se constata, uma coisa é o que os media internacionais querem fazer acreditar, outra coisa bem diferente é a realidade dos factos...

Shalom, Israel!

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1 comentário:

  1. Eu sou fervoroso defensor do LAICO onde a religião está separada do estado.
    ISRAEL É O ÚNICO PAIS LIVRE E DEMOCRÁTICO DA REGIÃO
    Responder





Palestinos condenam projeto de lei que reforça caráter judeu de Israel
Segundo autoridades, medida é tentativa de matar solução de dois Estados. Texto foi aprovado pelo governo e será submetido ao Parlamento.
25/11/2014 13h32 - Atualizado em 25/11/2014 13h32
Da France Presse
As autoridades palestinas condenaram nesta terça-feira (25) um polêmico projeto de lei israelense para reforçar o caráter judeu do Estado hebreu, considerando ser uma tentativa de "matar a solução de dois Estados", israelense e palestino.
O governo israelense votou no domingo (23) a favor do texto, que será submetido à votação do Parlamento, e que propõe não definir Israel como um Estado "judeu e democrático", mas como "o Estado nacional do povo judeu".
A Organização de Libertação da Palestina (OLP) 'condenou fortemente' este texto, acusando-o de 'atirar para matar a solução de dois Estados, impondo a proposta de 'GrandeIsrael' e do judaísmo do Estado sob o solo da Palestina histórica'.
"Ao fazer do judaísmo a definição deste Estado, o projeto de lei acaba de forma unilateral com o reconhecimento mútuo concluído em 1993", durante os Acordos de Oslo sobre a autonomia dos palestinos, acrescenta a OLP.
A OLP denuncia o "racismo ideológico" do texto, apoiado pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e que cria polêmica dentro de seu governo, fortemente dividido sobre o projeto.
Este texto é uma "tentativa de distorcer e de negar a versão palestina da História e apagar a presença palestina", afirma a organização.
Se aprovado, este texto acabaria com o direito de retorno dos refugiados palestinos que fugiram de sua terra desde a criação em 1948 do Estado de Israel.
Por sua vez, o governo palestino, nascido da reconciliação entre a OLP e o Hamas islamita, considerou que com este projeto Israel "anuncia claramente a construção de um Estado de apartheid contra os palestinos" e cria "um precedente para muitas leis racistas, em um momento de expansão do extremismo e racismo em Israel".
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