segunda-feira, 10 de novembro de 2014

SHEMA SHAVEI ISRAEL: IEHOUAH ELOHEINU IEHOUAH ECHAD



sexta-feira, Novembro 07, 2014

"JERUSALÉM É A NOSSA CAPITAL...COMO TAL, NÃO É UM COLONATO" - AFIRMOU NETANYAHU À LÍDER EUROPEIA

Durante a sua primeira visita oficial a Israel, a representante máxima para a política externa da União Europeia ouviu da boca do primeiro-ministro israelita que "Jerusalém é uma questão muito sensível. Tratamos dela com muita sensibilidade. Mas é também a nossa capital, e como tal, não é um colonato. Os bairros em que estamos a viver...e onde estamos a construir, têm estado ali desde há perto de 50 anos...toda a gente sabe que em qualquer acordo de paz eles continuarão a ser parte de Israel."

MANUTENÇÃO DO STATUS QUO NO MONTE DO TEMPLO
Abordando as recentes tensões e actos de violência em Jerusalém relacionados com a disputa pelo direito a orar no Monte do Templo, Netanyahu afirmou à líder europeia Federica Mogherini que Israel estava comprometido em "manter o status quo" no Monte do Templo para todas as religiões, e acusou os líderes muçulmanos de andarem a conduzir"uma campanha de vilipêndio e calúnia que apresenta Israel como querendo minar a mesquita" e alterar as regras de acesso ao local, que - Netanyahu sublinhou - "não estão em cima da mesa."

Netanyahu acusou ainda o Hamas, a Autoridade Palestiniana e a Irmandade Muçulmana de andarem a tentar mudar o status quo no qual os judeus têm permissão para subir ao Monte mas não orar no mesmo.
Referindo-se ao status quo do Monte do Templo, Netanyahu informou a líder italiana que "este é um acordo que foi feito há muitas décadas, depois da Guerra dos Seis Dias."
"Defendemos o direito dos judeus de subirem ao Monte do Templo" - afirmou Netanyahu, acrescentando:"Eles oram no Muro Ocidental, mas têm o direito de subir (ao Monte doTemplo)." E, referindo-se aos muçulmanos, Netanyahu afirmou também: "Defendemos o direito dos muçulmanos de subirem ao Monte e rezarem na mesquita al-Aqsa. Eles têm-no feito por muitas, muitas décadas, e continuarão a fazê-lo."
Netanyahu afirmou ainda que Israel não aceitaria violência na sua capital e que iria restaurar a ordem e a calma em Jerusalém.

Na sua intervenção desta manhã em Jerusalém, a alta representante europeia afirmou por sua vez que a União Europeia tinha vontade de ver"um novo começo" no Médio Oriente sob a nova Comissão Europeia e que buscava ter "um papel mais preponderante no apoio a uma solução."
Federica declarou também que os recentes acontecimentos em Jerusalém eram "extremamente preocupantes" e apelou aos líderes de ambos os lados para acalmarem as tensões nas ruas.
Mogherini também falou contra"passos unilaterais" em referência à intenção afirmada da Autoridade Palestiniana de passar por cima das negociações e exigir um prazo apoiado pela ONU para uma retirada de Israel da "Margem Ocidental." A União Europeia preferiria muito mais uma solução regional que visse Israel a viver em paz com os seus vizinhos árabes, e o estabelecimento de um estado soberano palestiniano.

RABINO MOR SEFARDITA CONTRA AS VISITAS DE JUDEUS AO MONTE DO TEMPLO
Entretanto, durante o funeral de um dos jovens vítimas do ataque terrorista de Quarta-Feira passada, o principal rabino sefardita de Israel, Yitzhak Yosef condenou as visitas dos judeus ao Monte do Templo, alegando ser necessário apaziguar assim as tensões destas últimas semanas em Jerusalém.
"Precisamos de parar o incitamento provocado por pessoas que sobem ao Monte do Templo" - afirmou o rabino, acrescentando: "Os judeus não podem ir Monte do Templo e provocar os terroristas árabes...isso tem de parar... só dessa forma deixará o sangue do povo de Israel de ser derramado."
Yosef reiterou a crença suportada por muitas figuras destacadas no judaísmo de que visitar o Monte do Templo - o lugar mais sagrado do judaísmo - é proibido por Deus. 
E Yosef não poupou as críticas:"Rabinos de quarta classe não podem disputar (as regras) dos sábios de Israel."

Shalom, Israel!

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3 comentários:

  1. Não entendi! Então, o que Yosef propõem é que Israel ceda às pressões dos muçulmanos?!
    Outra coisa: no momento em que for oficialmente declarado um Estado Palestiniano, havendo ataques dos terroristas do Hamas ao Estado de Israel, estará automaticamente declarada a guerra entre os dois estados, dando direito a Israel de tomar DEFINITIVAMENTE o Monte do Templo!! Ou será que mesmo em tempo de guerra, o Monte do Templo, este solo sagrado, continuará intocável, mantendo-se o "status quo" atual?!!!!

    Shalom.

    Paolo Hemmerich
    Responder
  2. Nao sei quem eh mais patetico. Seria Netanyahu, que apoia discriminacao religiosa contra judeus em seu local mais sagrado ou esse rabino vergonhoso, que culpa as vitimas por suas mortes e ataca um outro rabino que esta em coma, numa cama de hospital.

    Com "defensores" como estes... Pobre Israel!
    Responder
  3. Nenhum povoado da Terra de Israel tem um nome de origem árabe:

    http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4987
    Responder





Israel aprova projeto para estender leis do país à Cisjordânia
Projeto deve ser votado no parlamento e está sujeito a possíveis recursos. Críticos dizem que leis podem ser estendidas à população palestina.
09/11/2014 18h02 - Atualizado em 09/11/2014 18h02
Da Agencia EFE
A comissão de assuntos legislativos do governo israelense aprovou neste domingo (9) um polêmico projeto de lei, apresentado por diversos deputados ultranacionalistas, destinado a estender a aplicação da lei israelense às ocupações judaicas na Cisjordânia.
O projeto, que ainda deve ser votado no parlamento e está sujeito a possíveis recursos, o que atrasaria ainda mais a votação, recebeu o nome de 'Lei de normas' e só descreve a 'extensão' da lei israelense ao território de Judeia e Samaria, nomes bíblicos pelos quais o país se refere à Cisjordânia.
Enquanto alguns defendem que o projeto só aplicará a legislação israelense nas colônias, outros afirmam que também servirá para a população palestina. Nesse caso, poderia significar uma tentativa de anexação do território que Israel ocupou com poderio militar na Guerra dos Seis Dias de 1967.
Aprovado por quatro deputados ultranacionalistas, o projeto de lei passou com seis votos a favor e quatro contra, entre eles os dos ministros de Justiça, Tzipi Livni, e de Finanças, Yair Lapid, ambos de centro.
'Este projeto trata de resolver um problema de discriminação entre israelenses no lugar onde vivem, de modo que as vidas dos habitantes de Judeia e Samaria sejam regidas pelo parlamento', argumentam seus redatores.
Segundo o direito internacional e a legislação israelense atual, por se tratar de um território ocupado, o responsável por tudo o que ocorre nele é o comando militar para a Cisjordânia, que tem capacidade para impor leis e restringir liberdades.
Na prática, no entanto, os colonos judeus têm os mesmos direitos e obrigações que o resto dos israelenses, enquanto os palestinos são regidos por uma mistura do direito otomano, britânico, jordaniano, palestino e israelense.
O novo projeto de lei estabelece que qualquer nova norma aprovada pelo parlamento israelense deverá ser referendada automaticamente pelo comando militar, o que de acordo com os especialistas não viola o direito internacional nem altera o status jurídico dos territórios, onde o comando militar seguiria exercendo a soberania.
'O objetivo verdadeiro da nova lei é normalizar uma situação anormal: a ocupação lenta e progressiva (de um território) disfarçada de uma narrativa de direitos (civis)', se queixou Livni, que considerou que o projeto prejudicará seu país a longo prazo.
Para a deputada opositora Zehava Galón, da frente pacifista Meretz, o projeto significa que o parlamento 'se apropriará da autoridade do comando militar, que é o soberano em um território ocupado', e fará 'a anexação de fato' das colônias e o estabelecimento de 'um regime de apartheid' se não for aplicado ao restante da população.