quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Um rabi chamado Jesus (YESHU'A), natural de Nazaré ensinava em uma sinagoga de Har Nof quando dois muçulmanos invadiram e covardemente trucidaram ele, outros dois mestres essenios e um discipulo, ferindo oito pessoas ainda, sendo uma um guardião da shalom que faleceu mais tarde. Os povos do mundo se dividiram entre ficar calados e rir ou sorrir, enquanto o povo vizinho celebrou. Diretamente da rede; somos sacanas porque somos contra Israel, judeus e suas sombras.


domingo, 16 de novembro de 2014

"Jesus, o Judeu Incompreendido"

Lamentamos que este comentário não esteja legendado. Este blog não tem o seu foco na religião. No entanto, a bem da verdade histórica e do combate a ódios atávicos, entendemos este tema é da máxima importância. Não fazemos este post para acender polémicas, mas como um singelo contributo para acabar com uma que dura há quase dois milénios, e que tem causado muito sofrimento e incompreensão. Pretendemos voltar a este assunto. Não para questionar a fé de ninguém, mas para contribuir para a verdade histórica e para a paz entre credos. Se a religião for motivo de divisão e ódio, está a negar-se a si mesma.


 
Jesus, o judeu incompreendido (Rabbi Micah Greenstein)
"Devemos entender que alguns dos primeiros cristãos [nas décadas após a morte de Jesus]viam a mensagem de Jesus em grande parte dentro do contextodo JudaísmoNa verdade, o Cristianismo poderia ter permanecido como uma seitadentro do Judaísmo ... Nestafase inicial não havia linha divisória entre o Cristianismo e o Judaísmo " - Estudo Bíblico Católico (escrito pelaConferência dos BisposCatólicos dos Estados Unidos, o corpo governante da Igreja Católica Romana Americana).

Levine, professor de estudos do Novo Testamento em Vanderbilt, junta-se às fileiras de Bart EhrmanJohn DominicCrossane outros, na busca pelo Jesus histórico. Levine discute Jesus no contexto do Judaísmo e do Cristianismo,examinando como este evoluiu a partir de uma seita judaica para uma IgrejagentílicaEstas informaçõespodem ser encontradas emoutras fontes. Levine, contudo,discute as relações judaico-cristãs ao longo dos milénios,mostrando como o Judaísmose tornou um bode expiatóriodo Cristianismoe oferecemuitos exemplos de princípiosdo Judaísmo retirados do contexto por autores da Igreja. Não o faz para levantar problemas. O que o autor quer é que os leitores entendamque retirar Jesus do contexto do Judaísmo não é útil paraambos os grupos, e que existem muitas maneiras denos concentrarmos nas semelhançasComo Levineconclui: "Por mais diferentes que sejam, igreja e sinagogatêm o mesmo destino, seja ele chamado Reino dos Céus ou Era Messiânica."
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Quando será que a maior denominação cristã do mundoirá reconhecer que no início o"Cristianismo" era meramenteuma seita judaicadurante a vida de Jesus e por muitos anos depois disso? É hora de reexaminar o que o NovoTestamento realmente diz sobre o Homem de Nazaré.

A Igreja Católica Romanamonopolizou o Novo Testamento há mais de 1400 anos, proibindo aos leigos a leitura ou interpretação.Embora esse monopólio tenha sido quebrado por volta do século XVI, com a Reforma Protestante, o conhecimentosobre o mundo de Jesus no primeiro século era muitoescassopara que qualquer um conseguisse entender o Novo Testamento no seu contextoHoje, sabemos maissobre os tempos de Jesus do que nunca. No entanto, os líderes religiosos cristãos têm sido relutantes em divulgaresses novos conhecimentos, em grande parte porque revelam que Jesus era umprofeta judeu que insistiu na adesão ao Judaísmotradicional. Em "Jesus, o Judeu Incompreendido: O que o Novo Testamento diz sobre o Homemde Nazaré", o Dr. Robert Kuporilumina o Novo Testamento de uma forma que permite que ambos, cristãos e judeus,entendam esse documentoseminal sob uma nova luz,surpreendente
"Jesus, o Judeu Incompreendido irá surpreendê-lo e iluminá-lo."

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mais uma chacina em Jerusalém


 

Isto é a continuação da violência islamista, que tenta exterminar a população nativa - os judeus - e re-islamizar Jerusalém, como tentaram fazer em 1948. Já chega! Estas bestas assassinas têm que ir embora de Israel, para os seus países de origem!


A Imprensa mais uma vez, e como sempre, não vai dizer nada. Vai continuar a demonizar Israel. Já a extrema-esquerda e a extrema-direita, estão em festacomo de costume.

2 comentários:

  1. Bestas doentias: um cão raivoso é menos perigoso que estes animais coranicos
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  2. Pior. A imprensa vai distorcer os fatos. Veja isso..
    http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Guardian-deletes-reference-to-Palestinians-CNN-labels-synagogue-mosque-382139
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