sábado, 22 de novembro de 2014

יהוה Yehowah alechem - יהוה Iehouah seja convosco. Israel deste tempo e desta época, cuide de fazer aprovar sen hesitação a presente proposta de projeto de lei da parte de Netanyahu sobre a consolidação da caráter judeu do Estado de Israel. Eu, Benaiah Cabral, não desejava mais tocar neste assunto, contudo יהוה Iehouah Elohim insistiu. Que o atual Israel tenha dificuldade de ver e ouvir יהוה Iehouah, compreender que o sionismo é basilar local e mundialmente, perceber que O Grande Israel bem como Shavei Israel são necessários, naturais e impositivos, compreende-se de tantos traumas vividos. Mas é inaceitável que a maioria do povo israelense resista ou ofenda o que realmente lhe dá vida. Não foi Europa, Onu, Religião Judaica ou Cristã que recriou vocês lhes dando saltos gigantescos e com suas forças naturais não podem ir tão longe. Aproximem o Santo de Israel ao invés de afugenta-lo. יהוה Iehouah não está disposto a tolerar no lugar dele nada e ninguém e Ele não os terá sempre por inocentes. Não tem conversa fiada de extremismo com Ele. De nenhum lado. Neste tempo, se Ele for gritantemente traído ou aborrecido pela esquerda, rabinos ou pacifistas israelenses, a humanidade junto com Israel sofrerá, mas a responsabilidade será somente de Israel. Seja um só homem Israel e seja liderado por um só Elohim: יהוה Iehouah Tseva'ot



Netanyahu quer lei para reforçar caráter 'judeu' de Israel
Votação de projeto apresentado neste domingo foi adiada. Segundo o projeto, Israel é definido como 'o Estado nacional do povo judeu'.
17/11/2014 21h53 - Atualizado em 17/11/2014 21h54
Da AFP
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, defendeu a aprovação, a qualquer preço, do polêmico projeto de lei que reforça o caráter "judeu" de Israel, em uma tentativa de evitar a ruptura de sua coalizão governamental, informaram nesta segunda-feira (17) os meios de comunicação locais.
"Apresentaremos no domingo o projeto de 'Lei sobre a Nação' (...). Esta lei precisa ser aprovada", declarou Netanyahu nesta segunda-feira, um dia após o adiamento da votação.
Segundo o projeto, as Leis Fundamentais não definirão mais Israel como um Estado "judeu e democrático", mas sim como "o Estado nacional do povo judeu".
Para alguns, trata-se de institucionalizar a discriminação contra a minoria árabe israelense, mas para o premier de Israel, é uma resposta "a todos aqueles que duvidam do direito dos judeus a uma Nação-Estado própria".
Este projeto de lei divide os membros da coalizão governamental, que enfrenta problemas internos há meses.
"Sem esta lei, adeus coalizão", ameaçou nesta segunda-feira a ministra da Economia, Naftali Bennett, do partido nacionalista religioso e pró-colonização Lar Judeu.
Os ministros de centro se preocupam, por sua parte, com o caráter "perigoso" e "antidemocrático" do projeto, e a ministra da Justiça, Tsipi Livni (HaTnoua), conseguiu adiar sua votação, prevista inicialmente para o domingo.
Segundo analistas, Netanyahu busca com esta lei um duplo objetivo: pender para a direita sua coalizão para permanecer no cargo ou angariar votos para eventuais eleições antecipadas, caso ocorra o rompimento da coalizão.
Os responsáveis do Likud, partido de Netanyahu, afirmaram ao jornal Maariv que "nas atuais circunstâncias" o primeiro-ministro conquistaria apenas 18 das 120 cadeiras do Parlamento.
Para a imprensa, este polêmico projeto é um modo de Netanyahu entrar em campanha de modo extraoficial.
"Quando se aproximam as eleições, ele (Netanyahu) sente a necessidade irresistível (...) de se voltar para os elementos mais extremistas de seu eleitorado", afirma o jornal "Yediot Aharonot".
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sexta-feira, Novembro 21, 2014

O DOMO DA ROCHA FOI ORIGINALMENTE CONSTRUÍDO PARA...OS JUDEUS!

Talvez nunca tenha ouvido a verdadeira história da origem do Domo da Rocha. Se eu lhe disser que originalmente ele foi construído a pedido dos judeus e para que os judeus orassem no Monte, talvez não acredite. Mas essa é a verdade histórica!
Claro que temos andado a ser bombardeados pelo revisionismo histórico manipulado pelos islamitas, querendo fazer crer que o Domo - convertido em mesquita - é um espaço construído para as rezas muçulmanas. Mas tal não foi assim originalmente. Eis um pouco de História...

A HISTÓRIA DA ORIGEM DO DOMO DA ROCHA
Até há cerca de uns 300 anos atrás quem entrava para orar naquele espaço eram...também os judeus. Sim, os judeus! 
De acordo com a obra clássica "The Temple Mount" (O Monte do Templo) escrita por Shlomo Goren, um perito nas questões do Monte do Templo e rabino mor de Israel há alguns anos atrás, a verdade é bem diferente daquela que nos querem fazer crer:
"A mesquita al-Aqsa foi construída (no extremo sul da esplanada) como uma casa de oração islâmica fora dos limites do Monte do Templo original e por isso está virada para Meca. E, acedendo ao pedido dos judeus, Omar construiu o santuário do Domo da Rocha para servir como casa de oração para os judeus. Isso aconteceu depois de os judeus lhe terem mostrado o lugar onde assentava o Templo sagrado - e não estava voltado para Meca."
Há assim uma diferença entre os dois edifícios: um está voltado para a cidade sagrada dos muçulmanos, Meca. O outro, nada tendo a ver com Meca, mas sim com as indicações e o pedido feito pelos judeus ao sultão Omar.
DOMO DA ROCHA EM 1546
Uma das fontes históricas para esta afirmação de Shlomo Goren foi o historiador bizantino Theophanes que no ano 635 escreveu uma obra em grego entitulada "Chronographia", cuja tradução em inglês foi editada em 1839 na cidade alemã de Bona. O famoso historiador inglês Guy Le Strange citou a relevante passagem daquela tradução na sua obra publicada em 1890: "História de Jerusalém sob os muçulmanos", página 11:
THEOPHANES
"Neste ano (635 d.C.),Omar começou a restaurar o Templo de Jerusalém, pois que o edifício, na verdade, não estava mais firmemente fundamentado, mas tinha caído em ruínas. Agora, quando Omar inquiriu sobre a causa, os judeus responderam-lhe dizendo: 'A menos que derrubeis a cruz erguida no Monte das Oliveiras, o edifício do Templo nunca será firmemente fundamentado.'
Foi a partir daí que Omar derrubou a cruz naquele lugar de forma a que o edifício (do Templo) pudesse ficar firme naquele lugar..."
Le Strange enfatiza a fiabilidade desta espantosa descrição ao assinalar que o historiador Theophanes precedeu as mais antigas autoridades árabes neste assunto em mais de 50 anos. Mais ainda: ele enfatiza que Theophanes viveu "consideravelmente no espaço de uns 150 anos após a conquista de Jerusalém pelo sultão Omar."
Uma antiga tradição islâmica do rabino convertido ao islamismo Ka'ab al-Ahbar afirma o seguinte:"Ayrusalaim, que significa Jerusalém, e a Rocha, que significa o Templo. Irei enviar-vos o meu servo Abd al-Malik que te irá construir e embelezar. Irei certamente restaurar-te à Bayt Al Maqdis (casa santa), seu primeiro reino, e coroá-lo-ei com ouro, prata e pedras preciosas. E irei certamente enviar-te as minhas criaturas. E irei certamente investir o meu trono de glória sobre a rocha, visto eu ser o soberano Deus e David é o rei dos filhos de Israel."

CONSTRUÍDO PARA JUDEUS
Conclui-se assim que, baseando-nos nos mais antigos relatos acerca da construção do domo, que este foi construído originalmente não para os muçulmanos, mas para os judeus, e que era supostamente para ser uma versão do Templo "mais firmemente fundamentada."

Ridiculamente - para não usar outra expressão - os muçulmanos tentam fazer crer que aquele edifício foi propositadamente construído para eles, querendo dessa forma alegar que aquele espaço lhes pertence em exclusivo e pretendendo proibir os judeus de até subirem àquele lugar!
Claro que o espaço é agora um santuário islâmico cuja cúpula cobre a famosa pedra onde segundo a tradição Abraão ia sacrificar o seu filho Isaque. Segundo a tradição judaica, foi também a partir desta pedra que Deus criou o mundo.
Toda a arquitectura é lindíssima, uma obra de grande beleza e valor. Lamentavelmente, os escritos no interior e exterior da mesquita são uma verdadeira provocação ao cristianismo, uma vez que negam a divina Triunidade e o facto de Jesus ser o Filho de Deus. Crê-se que estas frases foram escritas não para combater o judaísmo - que também não aceita a Triunidade nem a divindade de Jesus - mas o cristianismo. 
Quando era possível aos não muçulmanos entrar no domo, eu nunca o fiz, uma vez que compreendi há muitos anos que ao entrar e tirar os sapatos naquele lugar estaria a submeter-me a Alá e às suas blasfémias contra Jesus, pelo que jamais aceitaria fazê-lo...

Voltar ao status quo daquele lugar deveria representar a possibilidade da volta dos judeus às suas orações naquele espaço, deixando aos muçulmanos a mesquita al-Aqsa, essa sim construída para eles, e por tal voltada na direcção da cidade que lhes é mais sagrada: Meca.

Shalom, Israel!


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