terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Am Israel chai! Prevaleçam jóias sionistas e bíblicas como este exemplo, em Israel e no mundo.


Morre Ben Ammi Ben-Israel, lendário dirigente dos 'negros hebreus'
Ben Israel nasceu em Chicago sob o nome de Ben Carter. Ele vivia há décadas à frente de comunidade de afro-americanos.
28/12/2014 13h22 - Atualizado em 28/12/2014 13h22
Agencia EFE
DA Agência Efe
Ben Ammi Ben-Israel morreu aos 75 anos (Foto: Reprodução/YouTube/YAHLIVES)Ben Ammi Ben-Israel morreu aos 75 anos
(Foto: Reprodução/YouTube/YAHLIVES)
Ben Ammi Ben-Israel, lendário dirigente dos chamados "Negros hebreus", morreu neste fim de semana no sul de Israel aos 75 anos, informou neste domingo (28) a edição digital do jornal "Yedioth Ahronoth".
Ben-Israel, nascido em Chicago sob o nome de Ben Carter, morreu sábado na cidade de Dimona, onde vivia há décadas à frente de uma comunidade de afro-americanos de 2.700 pessoas que reivindicam ser descendentes dos bíblicos israelitas.
"Nós amamos Israel com todo nosso coração, servimos em seu exército, e nos consideramos parte integral do Estado de Israel", disse em entrevista há alguns anos, durante sua batalha para obter a nacionalidade israelense, que só foi concedida há um ano e meio.
A luta de Ben Ammi, que nasceu em uma família cristã batista, começou em 1963 em Chicago com a criação do centro cultural A-Beta Hebraico, com o qual organizou vários grupos de afro-americanos dispostos a emigrar para onde consideravam sua verdadeira pátria.
No final dos anos 60 o primeiro grupo iniciou a viagem a Israel passando pela Libéria em busca de mais ativistas. Na chegada à Terra Prometida as autoridades israelenses só concederam uma visto especial de turista que deveria ser periodicamente renovado.
Após várias décadas, somente em 2003 a comunidade, que defende o vegetariano e a vida ecológica, obteve o reconhecimento das autoridades e a permissão de residência permanente.
"Era uma pessoa extraordinária. É uma grande desgraça para Dimona", disse hoje o prefeito da cidade, Beni Siton.
A peculiar comunidade, que jejua todos os sábados, é regida por um conselho de 12 sábios denominados "príncipes", abaixo dos quais se encontram 13 sacerdotes, seguidos por "ministros" e "custódios" que se encarregam das questões administrativas.
Mundo
versão clássica
Globo © 2001-2014
princípios editoriais