quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Israel pode estar prestes a cometer um dos possíveis erros nas guerras de combate aos romanos. Enquanto os Macabyahu puderam repelir até 40.000 combatentes seleucidas, houve o momento em que depois de várias legiões derrotadas, Roma envia seu melhor general com cerca de cem mil combatentes, por volta de 135 d.c. E se necessário enviaria outras centenas de milhares, pois estratégia localizada não supera um oponente quase onipresente e em condições de aprender rápido com o inimigo. O Israel de hoje e seus bons amigos não podem continuar navegando nos inúmeros discursos dissuasivos, enquanto sua necessidade é estabelecer por si mesmo a qualquer custo, bases defensivas de poder e autoridade ofensiva por todo oriente médio. O Sagrado é o Sagrado, sangue é sangue. Sem ação dominante, o mundo de hoje marcha pra um ato antissemita e genocida sem precedentes. Quem tem optado por ser indiferente ou tão misericordioso como a natureza não permita, já tem colhido horrores no Oriente Médio. Dói na alma lembrar o que os muçulmanos fazem oficialmente lá contra seus 'desiguais'. Será que tantos são tão santos e humanitários a ponto de assistir o filme mais perverso de todos os tempos em curso? Estado palestino terrorista? Se Israel aceitasse isso, a terra os vomitaria como já fez com tantos povos. Esquerda israelense? Parece mais uma maldita máfia árabe de um suposto mundo bizarro. Europa, Onu, Obama? Atores de uma pseudo humanidade louca e epidemica. Viva Israel e aprenda a eliminar tudo que seja contrário a seu direito de viver.


terça-feira, dezembro 16, 2014

JUDEUS INICIAM HOJE CELEBRAÇÃO DA FESTA DO HANUKÁ - O MILAGRE DA PROVISÃO DIVINA

Esta época festiva é comum a duas grandes religiões: enquanto os católicos romanos celebram o nascimento de Jesus através da montagem de presépios nas igrejas, casas, ruas, shoppings, etc., os judeus acendem hoje as 9 velas do hanuká, o grande candelabro de 9 braços que celebra a história real do milagre do azeite que durou 8 dias no candelabro do Templo de Jerusalém durante um dos tempos de maior crise de Israel.
Esta noite inicia-se assim a Festa das Luzes, uma história celebrada pelos judeus do mundo inteiro, incluindo a cidade portuguesa de Belmonte, onde se iniciou um tempo de festas abertas a todos, judeus e não judeus.

JESUS TAMBÉM CELEBROU ESTA FESTA
O Messias Jesus também é referido como participando nesta grande festa, em Jerusalém: "Celebrava-se em Jerusalém a festa da dedicação. Era inverno. Jesus passeava no templo, no pórtico de Salomão." - João 10:22 e 23.
Não há qualquer alusão a esta festa no Antigo Testamento, uma vez que ela se iniciou com um acontecimento ocorrido no período ocorrido entre o Antigo e o Novo Testamento, ou seja, cerca do ano 162 a.C.

O MILAGRE QUE DEU ORIGEM À FESTA DA DEDICAÇÃO - HANUKÁ
ALEXANDRE O GRANDE
Estava-se no tempo de Alexandre, o Grande. Este grande conquistador grego tinha já conquistado a Síria, o Egipto e a Terra de Israel, anexando-os ao seu império. Sendo um rei tolerante, permitiu que os diversos povos agora dominados por ele pudessem mesmo assim continuar a cultuar os seus deuses. Apesar disso, muitos judeus, preferiram mesmo assim assimilar a cultura grega prevalecente na época, tornando-se naquilo a que se chama de "judeus helenistas."
Após a morte de Alexandre o Grande, o império foi dividido entre os seus generais, tendo a Terra de Israel ficado na posse dos selêucidas. Durante cerca de 100 anos os judeus usufruiram na sua Terra os mesmos privilégios que os outros povos. 
Até que Antíoco III, bisneto de Seleuco, foi forçado a guerrear contra os romanos, uma guerra bastante dispendiosa. A partir daí os judeus caíram em desgraça com Antíoco III, e começou o inicio do fim da igualdade dos judeus no império greco-sírio.
No ano 174 a.C., Antíoco IV, filho de Antíoco III, começou a reinar sobre o império. Ele foi um rei cruel e implacável, um tirano de natureza descuidada, e desdenhoso para com a religião e os costumes que não os seus.

ANTÍOCO IV - O REI CRUEL, UM PROTÓTIPO DO ANTICRISTO
MOEDAS COM A EFÍGIE DE ANTÍOCO IV
Antíoco IV quis unificar o seu reino debaixo de uma só religião, a sua, com a adoração do deus grego Zeus. Em todo o império ele tratou de abafar a lei judaica. Removeu o sumo sacerdote João (Yochanan) do Templo de Jerusalém, tendo-o substituído pelo seu irmão Josué, um judeu helenista que escolheu para si um nome segundo o deus grego Jason. O agora denominado Jason fez uso da sua posição de sumo sacerdote em Jerusalém para infectar o sacerdócio e o povo judeu com as tradições e religião dos gregos. Jason foi pouco tempo depois substituído por um outro chamado Menelau, que profanou o Templo com a adoração de deuses gregos. 
João ficou revoltado com o comportamento do seu irmão e o de Menelau. Quando o rei Antíoco IV estava travando uma guerra contra o Egipto, João começou a ajuntar todos os judeus para desobedecerem aos novos costumes e à religião que lhes estavam sendo impostos. O povo judeu tinha medo da retaliação de Antíoco IV, e por isso a maioria nada fez. Contudo, quando os romanos começaram a espalhar o rumor de que Antíoco IV tinha sido morto, o povo judeu rebelou-se contra Menelau, obrigando-o a fugir.
ANTÍOCO IV
Para horror dos judeus, Antíoco voltou são e salvo da batalha e revoltou-se com a intromissão dos romanos e rebelião judaica. Ordenou então ao seu exército que atacasse os judeus, matando milhares deles. Antíoco IV criou então uma série de decretos extremamente duros contra o povo e a religião judaica.
Toda a adoração judaica foi proibida. Todos os rolos da Lei foram confiscados e queimados. A observação do Sábado e outras práticas foram completamente proibidas e punidas com a morte. À medida que os soldados iam de cidade em cidade saqueando a Terra de Israel, iam forçando os habitantes judeus a adorar os seus ídolos pagãos e comer carne de porco. Muitos acederam, mas alguns recusaram e foram mortos pelas suas crenças. A perversão foi tão grande, que Antíoco chegou ao ponto de sacrificar um porco no altar do Templo de Jerusalém.
Certo dia, os soldados de Antíoco chegaram a uma localidade chamada Modim, próxima de Jerusalém. Um velho sumo sacerdote chamado Matatias (Mattiyahu) habitava nesta cidade. Os soldados construíram um altar aos seus ídolos pagãos no centro da cidade e deram ordens a Matatias para ali adorar. Ele recusou. Um judeu helenista aproximou-se então do altar para sacrificar. Matatias pegou na sua espada e matou-o, tendo os seus filhos e vizinhos acometido contra os soldados gregos, matando-os e expulsando-os dali para fora.
MATATIAS MACABEU
Matatias sabia que quando Antíoco ouvisse desta rebelião haveria um alto preço a pagar, por isso fugiu com os filhos e vizinhos para as montanhas da Judeia. Ali viveram em grutas e encorajaram todos os judeus leais e corajosos a juntarem-se a eles. Formaram legiões e faziam ataques rápidos a partir das grutas contra posições de soldados gregos e sírios, destruindo os seus altares pagãos.
Quando o velho Matatias se encontrava no seu leito de morte, em 166 a.C., convocou os seus filhos, encorajando-os a defenderem a Torá. Sugeriu ainda que o estratega fosse Simão o Sábio, e nas batalhas o líder fosse Judas, o Forte. Judas era conhecido como o Macabeu - uma contracção da frase "Mi Kamocha Ba'eilim HaShem" (Quem ó Deus é como Tu?), extraído da canção de Moisés e dos israelitas ao Senhor depois que atravessaram o Mar Vermelho a seco (Êxodo 15:11).
Os seguidores de Judas tornaram-se conhecidos como os "Macabeus" e causaram muito pânico no império. Antíoco acabou por eventualmente enviar um dos seus melhores generais para limpar este pequeno bando de resistentes judeus. Só que, apesar de o exército do império ser muito melhor equipado e mais numeroso, os Macabeus triunfaram em todas as batalhas.
Antíoco IV concluiu que tinha de pôr cobro a esta rebelião de uma vez por todas, enviando para tal um exército de 40 mil homens para as montanhas da Judeia. Quando Judas e os Macabeus souberam da vinda do exército, clamaram:"Lutemos até à morte na defesa das nossas almas e do Templo!"
Os Macabeus lutaram então com Deus nos seus corações e a honra do judaísmo nas suas almas. Lutaram pela Torá e pelo Templo. Após uma série de batalhas sangrentas, acabou-se: tinham derrotado o poderoso exército de Antíoco IV!
Com a energia desta vitória, os Macabeus subiram a uma montanha nos arredores de Jerusalém e observaram a cidade. No dia 25 do mês de Kislev, desceram a montanha para libertarem Jerusalém e reclamar o seu Templo. Ao avançarem para a Cidade santa, iam ficando contristados com o que viam: ídolos, impurezas, e lixo por todo o lado. Entraram no santo Templo e ficaram chocados ao verem o mesmo estado. Jerusalém e o Templo tinham de voltar a ser santificados para Deus.

O MILAGRE DO AZEITE QUE NÃO ACABAVA
Os Macabeus começaram então o trabalho no Templo, limpando-o de todos os ídolos pagãos e edificando um novo altar. O candelabro de ouro havia sido roubado pelos sírios e pelos gregos, por isso os Macabeus fizeram um novo com os materiais que conseguiram arranjar. Eles queriam iluminar o candelabro (menorá) para rededicarem o Templo ao único Deus verdadeiro. Vasculharam no meio das ruínas em busca de um frasco com óleo sagrado, mas tinham sido todos conspurcados. Até que encontraram um pequeno jarro no qual o selo coatita ainda estava intacto.
Cuidadosamente, foram então derramando o azeite naquele novo candelabro artesanal, apesar de se terem apercebido de que aquele azeite apenas duraria para um só dia. Perceberam também que precisariam de mais 8 dias para santificar o novo óleo para o Templo. Mesmo assim, os Macabeus tinham fé, dedicaram o Templo sagrado e acenderam o candelabro.
Ocorreu então um grande milagre. O azeite ardeu durante a primeira noite, a segunda e a terceira! O azeite continuou a arder durante 8 noites até que mais óleo estivesse já preparado para uso no Templo!
Este milagre provou que Deus tinha sempre estado com os Macabeus. Eles lutaram por aquilo em que acreditavam, e permaneceram firmes mesmo perante a morte, com Deus ao seu lado. A sua fé em Deus e na Torá nunca vacilou, e Deus mostrou-lhes a Sua Divina presença!
Toda esta História marcante para o povo judeu está registada nos livros de I e II Macabeus que, não sendo canónicos, são no entanto de grande valor moral e histórico.

JESUS É O CHANUKÁ!
Jesus - a provisão de Deus para o homem - é tipificado por este candelabro, a presença de Deus no meio do Seu povo, sempre brilhando a Sua Luz!
Foi exactamente em Jerusalém que Ele aproveitou a ocasião para Se manifestar como a "Luz do Mundo". Numa altura em que Jerusalém se enchia de luzes em todos os seus recantos, Jesus usou sabiamente esta altura para Se "mostrar" como a verdadeira Luz que pode iluminar o coração dos homens: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida." - João 8:12.

Feliz Hanuká!

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1 comentário:

  1. História riquíssima que mostra o cuidado de Deus para como o Seu povo.
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