segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Levítico, 19:37 - Pelo que guardareis todos os meus estatutos e todos os meus preceitos, e os cumprireis. Eu sou יהוה Iehouah.





Israel diz que rejeitará movimento da ONU para retirada de território
Movimento defende propostas para a criação de um Estado palestino. Negociações de paz mediadas pelos EUA entraram em colapso em abril.
14/12/2014 12h25 - Atualizado em 14/12/2014 12h25
Reuters
Da Reuters
Benjamin Netanyahu durante entrevista em Jerusalém, na segunda-feira (1) (Foto: Reuters/Baz Ratner)Benjamin Netanyahu durante entrevista em Jerusalém (Foto: Reuters/Baz Ratner)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que iria dizer ao secretário de Estado norte-americano, John Kerry, que Israel irá repelir qualquer movimento na Organização das Nações Unidas (ONU) para definir um calendário para a retirada do território que os palestinos querem para o seu Estado.
O Departamento de Estado informou que os dois homens se reunirão em Roma na segunda-feira para discutir várias propostas para um Estado palestino que estão circulando nas Nações Unidas.
Kerry, então, encontrará o chefe das negociações palestino Saeb Erekat e uma delegação de chanceleres árabes em Londres na terça-feira, que irá insistir para os Estados Unidos não usarem seu poder de veto do Conselho de Segurança da ONU para bloquear as propostas, disseram autoridades palestinas.
Negociações de paz mediadas pelos EUA com Israel, lideradas por Kerry, entraram em colapso em abril. Desde então, os palestinos têm feito esforços unilaterais na ONU para formar seu próprio estado na Cisjordânia ocupada e na Faixa de Gaza bloqueada por Israel, com Jerusalém Oriental como sua capital.
Netanyahu, que está no meio da campanha para a eleição de março, também se reunirá com o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi e Kerry.
"Eu vou dizer a ambos que Israel está, em grande medida, como uma ilha solitária contra as ondas de extremismo islâmico atingindo todo o Oriente Médio", disse Netanyahu no domingo, em declarações públicas para o seu gabinete.
Ele disse que Israel enfrenta agora uma possível ofensiva diplomática "para forçar em cima de nós" uma retirada no prazo de dois anos.
"Isso trará os elementos radicais islâmicos para os subúrbios de Tel Aviv e para o coração de Jerusalém. Não vamos permitir isso. Vamos repelir com vigor e de forma responsável. Que não haja dúvida, isso será rejeitado."


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