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Mulheres, quanto mais ultra - ortodoxas, tem que estar urgentemente no cenário político com representantes sólidos no Parlamento e onde se exerça direitos cidadãos. Se depender da Tanach, mulheres vão de heroínas executoras de inimigos a generais comandantes ou profetisas dominantes


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Política »Mulheres ultra-ortodoxas fazem campanha para integrar listas de partidos em Israel


AFP - Agence France-Presse

Publicação: 07/12/2014 17:31 Atualização:
Várias mulheres ultra-ortodoxas lançaram em Israel uma campanha sem precedentes junto aos partidos religiosos que as representam para exigir que as mulheres se apresentem pela primeira vez em suas listas eleitorais nas eleições legislativas antecipadas de março, informou neste domingo a rádio.

"Queremos que as mulheres ultra-ortodoxas, que representam 5% da população israelense, obtenham uma representante no Knesset (Parlamento) e exigimos que os líderes dos partidos ultra-ortodoxos escolham pelo menos uma", declarou à rádio uma das líderes desse movimento, Esty Reider-Indorsky.

De acordo com a rádio, os líderes desses partidos políticos - Shas (sefarditas, 11 assentos de 120) e o Partido Unificado da Torá (Ashkenazi, 7 lugares) - não pretendem aceitar este pedido.

Em um manifesto publicado nas redes sociais, e apoiado inclusive por políticos israelenses laicos, estas mulheres ultra-ortodoxas dizem que estão prontas para boicotar as eleições.

"E nós representamos a metade do seu eleitorado", ressaltou Reider-Indorsky.

As judias ultra-ortodoxas, reconhecíveis por suas roupas modestas e o uso sobre os cabelos de um lenço ou uma peruca, estão presentes na política israelense como assistentes parlamentares, por exemplo.

Apesar de nunca terem aparecido nas listas dos partidos ultra-ortodoxos, algumas já foram eleitas em outras listas partidárias.

Nas últimas eleições, em janeiro de 2013, os partidos judeus ultra-ortodoxos, que têm tradicionalmente desempenhado o papel de tomadores de decisões em Israel, foram deixados de fora da coalizão do governo pela primeira vez em 30 anos, juntando-se às fileiras da oposição.

As eleições legislativas antecipadas serão realizadas no dia 17 de março.


Tags: religiao israel mulheres ultra-ortodoxas



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