quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Sabemos qual será o desenvolvimento disso se permitido. O Islã aliado ao antissemitismo tenta empurrar a Europa, África e Ásia pra destruir de vez o mundo judeu. Todos sabem que palestinos e árabes nunca permitirão dois Estados, apenas aguardam o momento de obliterar Israel do planeta, para então retomarem suas obrigatórias tentativas de domínio mundial mediante massacres, genocídios e atos de terrorismo. Cabe a todo israelita e israelense decidir entre suicídio histórico e literal ou lutarem de cabeças erguidas para escreverem suas vidas no universo, recordando que a única mensagem solicitada pela atitude européia e árabe, é que Israel movimente o Tsahal para colonizar todo oriente médio agressivo à liberdade do pequeno povo judeu e tenha dispositivos comprometendo a agressão ou extorsão de grupos por toda Europa. Em síntese: se o mundo inteiro avançar contra você porque tu amaa e é amado pela fonte da vida, faça aquilo que é determinado a todas formas de vida: Lute, lute para sobreviver, sobreviva para viver


quinta-feira, Dezembro 04, 2014

3 PAÍSES EUROPEUS APRESENTAM PROPOSTA PARA A PAZ ENTRE ISRAELITAS E PALESTINIANOS

Três países da "linha da frente" da União Europeia - França, Alemanha e Inglaterra - estarão a trabalhar na redacção de uma proposta a ser submetida ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, em contraposição à proposta palestiniana que deverá em princípio ser votada no final deste mês.
Segundo informações divulgadas pelo diário israelita Haaretz, este projecto está sendo liderado pela França e já é do conhecimento oficial dos Estados Unidos.
Esta proposta de resolução dos 3 países europeus deverá estabelecer os princípios para um acordo de paz entre Israel e os palestinianos num espaço de 2 anos. A proposta palestiniana também inclui um prazo de 2 anos, especificando no entanto que o mesmo é para uma retirada total de Israel dos "territórios ocupados."
Enquanto a Alemanha se tem abstido de medidas para o reconhecimento unilateral de um estado palestiniano, tanto o parlamento britânico como o francês já o fizeram, ainda que com um significado meramente simbólico.
Em 17 de Novembro a União Europeia teceu duras críticas a Israel pela expansão dos aldeamentos, ameaçando tomar "medidas extras"em resposta às medidas israelitas "condenadas a prejudicar a solução 2 estados", abstendo-se no entanto de especificar quais as medidas a tomar.
Ao que parece, e segundo o que oHaaretz divulgou, um documento interno da União Europeia revelou sanções preliminares que a UE estaria a considerar impôr a Israel, incluindo a convocação dos embaixadores europeus e o corte dos laços políticos com líderes israelitas que publicamente se oponham a uma solução de 2 estados.
O Conselho Europeu para as Relações Exteriores - composto pelos ministros dos 28 estados membros - apelou recentemente a Israel para que recue nas suas decisões de construir aldeamentos em regiões internacionalmente contestadas, na Judeia e na Samaria, alegando que isso "vai contra a lei internacional e ameaça directamente a solução de 2 estados."
O Conselho Europeu vai ainda mais longe ao querer impedir Israel de construir habitações em Jerusalém oriental, alegando que isso coloca em jogo a possibilidade de Jerusalém se tornar a capital repartida de dois estados: Israel e a "Palestina." 
A União Europeia apelou também ao término do bloqueio a Gaza, alegando que a situação no enclave se tornou "insustentável."
FEDERICA MOGHERINI, LÍDER DAS RELAÇÕES
 EXTERIORES DA UNIÃO EUROPEIA 
Todas as propostas e pressões exercidas pela União Europeia sobre Israel têm como objectivo a existência de 2 estados no território de Israel, algo que tanto o presidente Reuven Rivlin, como o Ministro da Economia Naftali Bennett e o Ministro dos Transportes Yisrael Katz abertamente rejeitam. 
Israel tem também reagido a esta pressão europeia, alegando que as relações da Europa com Israel não deverão ficar condicionadas à existência de 2 estados.

É de prever que a União Europeia se queira cada vez mais envolver no processo de paz entre israelitas e árabes. E isso poderá ser um caminho irreversível, e porque não, até um cumprimento profético...o tempo o dirá.

Shalom, Israel!

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